Em 5 de abril de 2015 às 13:40,
portanto decorridos 12 meses - um ano - referi ser o possuidor desta magnífica
obra, a qual, vez por outra lhe dou "bom dia" nas belas manhãs de
minha vida, assim como "boa noite", quando partindo para uma noitada
de sono reparador e motivador para a vida do dia seguinte!
Detenho esta tela de José
Segrelles - D. Quixote e Sancho, P™R 790 2881, fazendo parte do arsenal de
obras, algumas postas em mural na sala de estar. Linda!
ANTIGUA LAMINA DEL QUIJOTE Y SANCHO PANZA ES DEL JOSE SEGRELLES MEDIDAS 21CM ANCHO POR 29 CM ALTO, ESTA MUY BIEN CUIDADA . ESTA IMPRESA EN EL INSTITUTO GRAFICO INGRO.
ANTIGUA
LAMINA O SERIGRAFIA DEL QUIJOTE Y
SANCHO PANZA COLOREADA DE (JOSE SEGRELLES)
Roberto Costa Ferreira, 05Abr2016,
com minha publicação original em 05Abr2015, 13:40,
republicado também em 05Abr16,22:57, conforme pag.
PROJETO PRAÇA VIVA Santo Amaro –
Ocupando a Praça – Virada Educativa. A população ocupando o espaço público,
momento que com a Virada Educativa na Praça Tuney Arantes contou com a
participação do Colégio Santa Maria e apoio do Subprefeito de Santo Amaro e Supervisão
de Cultura.
A Virada Educação é um projeto
sobre provocar novas apropriações de um território em direção à construção
coletiva de uma coletividade mais conectada, que percebe o aprender e o ensinar
espalhados por todos os lugares.
Tal evento realizado na Praça
contou com um dia de celebração repleto de atividades ocupando de forma
criativa um território. As ações foram organizadas em categoria onde o DIALOGO
esteve presente através de música e dança, momento que “contar histórias”
resultou no ponto alto.
E eu estive lá presente, ouvindo,
aplaudindo, fotografando e contando histórias, sob intenso calor, sobretudo
calor humano dos presentes. Magnífico!
O 12 é um número composto,
que tem os seguintes fatores próprios: 1, 2, 3, 4 e 6. Como a soma dos seus fatores
é 16 > 12, trata-se de um número abundante.
O 12 é a base do antigo sistema de numeração duodecimal,
que ainda se usa em certas situações.
Pode ser escrito de forma única como a soma de
dois números primos: 12= 5+7.
Apesar disso tudo não é um quadrado perfeito, por que sua radiciaçãoé aproximadamente
3.46410161513...
No tempo e grau
Doze é um número muito
conveniente por possuir múltiplos e divisores igualmente convenientes.
Talvez um simples Parabém bastasse... Mas não! Como vez, fui
buscar na essência de você para te falar daquilo que vives, do que representas,
principalmente, no contexto de familiaridade que estamos inseridos.
É assim, minha querida aniversariante, que em razão da
oportunidade e do horário, tomo a liberdade de apagar a velinha deste bolo todo
seu, sabedor de que uma fatia, talvez a última, ser-me-á servida
carinhosamente, bem ao seu modo: elegante,
delicada e carinhosa!
Por primeiro, fui lá na origem de seu nome para destacar que Kátia
significa: "pura", "casta"...
Este nome teria se originado a partir do russo Katia, Katja, Kátia,
que é uma forma encurtada de Catarina, nome que surgiu do grego Aikaterhíne, através da palavra katharós,
com o significado acima referido.
Catarina, nome que Kátia deriva, foi um nome muito comum
entre a realeza europeia, onde se destacam Catarina de Médici, rainha francesa
do século XVI, Catarina, a Grande, czarina da Rússia do século XVIII e Catarina
de Aragão, rainha da Inglaterra no século XVI.
Entre nós, Kátia é tida como um nome bastante popular e com
grande aceitação, assim como a variante Katya. Pessoas com este nome podem
receber alguns apelidos, como Kaka ou
Katita, por exemplo. No Brasil, uma
das personalidades mais conhecidas é a cantora Kátia, famosa por ter se tornado
afilhada artística do cantor Roberto Carlos.
E da música de Kátia destaquei uma estrofe donde se
depreende:
“Fomos tudo
aquilo
Que se pode ser
Meu amor foi mais
Do que se pode crer
E nem mesmo o tempo
Conseguiu fazer esquecer Você”
Então acrescento: Pois você é “inesquecível”... E hoje é o seu dia! Dia que, certamente, sedimentaste
no seu saber e praticar que:
“Uma dificuldade
só se torna um problema quando nos rendemos diante dela”,
que “... quanto antes você se recupere
dos seus fracassos, mais rapidamente conquistaras o que quiseres”, que
“... não irá se esconder dos seus
medos, pois eles não existem para te assustar... Apenas indicam que existe
em sua vida algo realmente valioso pelo qual deves superá-los”.
E
ainda que:
“Há uma grande
diferença entre o esgotamento e um cansaço agradável, pois a vida
é curta demais, portanto, não a gastará com coisas que não te interessam".
Kátia, nada vai conseguir te parar... Você justifica sua
existência com grandeza. Não vejo em você medo! Sei que você tem seus objetivos
e que tais são superáveis, e que quando da adversidade, “nada vai conseguir te parar”.
Assim como também sei que “deixarás
de se ocupar com o que não tem grande importância para sua vida
e sua construção de felicidade”, complementei meus votos e certezas apoiado
num texto que selecionei, adequadamente produzido e lido na voz do amigo e Chef
Fogaça, para te homenagear.
“The House of the Rising Sun” (A casa do sol nascente) é uma música
folclórica americana que fala de uma vida malsucedida em Nova Orléans. Há
várias versões, sendo as mais famosas as gravadas por The Animals (1964) e
Frijid Pink (álbum Frijid Pink, 1969).
Pois bem, Alan Price, da banda
The Animals, diz que a música foi baseada em cantos medievais, passando por um
Jazz clássico até chegar a suas novas versões. Porém, Eric Burdon, da mesma
banda, diz que ela veio de um cantor da Nortúmbria - um reino
anglo formado na Grã-Bretanha no início do século VII; é também
o nome de um condado, bem menor em tal território, que sucedeu ao reino, chamado
Johnny Handle.
A versão gravada mais antiga é a
de Clarence "Tom" Ashley, Doc Walsh e Gwen Foster em 1933, que diziam
ter ouvido de seu avô, Enoch Foster. Texas Alexander, famoso cantor americano,
gravou “Rising Sun” em 1928, mas a música é muito diferente, porém, seus
acordes são um pouco parecidos.
Desse modo “A casa do sol
nascente”, a da música que “é feita de ilusões” e que está situada em New
Orleans, eles a chamam de “Sol Nascente” e tem sido a ruína de muitos outros
garotos pobres... Tudo conforme a letra!
Então, afora este “olhar” do
parágrafo anterior, residem outros, como a própria natureza onde:
"é preciso sempre olhar o meio ambiente como
um fator limitante, interferindo o mínimo possível, fazendo a natureza
trabalhar a favor da arquitetura e do homem".
Observações da OMS – Organização mundial
da Saúde - atestam que características do lugar onde a casa será construída
devem ser consideradas; construções que estejam de acordo com determinados
padrões de impacto ambiental e eficiência energética, energética das edificações,
conforto ambiental, disponibilidade de água para habitação, regimes de chuva e
vento, orientação solar, vegetação e saúde de seus ocupantes. Quando queremos construir
escolhemos o melhor bairro, infraestrutura, etc.
Talvez nos esqueçamos de saber o histórico
do local, "como se fazia na antiguidade como precaução” e isto pode estar
relacionado com a sua "saúde" por não levar tal em consideração: "qualidade
do local e habitação".
Como escolher um terreno para
construir? A salubridade local será imprescindível para a qualidade saudável da
habitação, antemão atentar às varias situações que acontecem no terreno, quando
consideramos (Flora e Fauna) e não vemos, usamos medidores digitais,
entenderemos as reações físicas e bioquímicas do local, que atingem os seres
vivos.
ORGANISMO HUMANO REAGE COM O
ESPAÇO LOCAL. Atividade hormonal e sistema nervoso de uma pessoa podem ser
alterados diretamente pela influência das forças que formam o ambiente
geofísico na qual ele está localizado e, consequentemente sua casa, provocando
alterações fisiológicas que podem ser gravadas por meio da atividade cardíaca.
De acordo com locais hipertônicos que ativam o sistema nervoso simpático e
lugares hipertônicos que desencadeiam o sistema nervoso parassimpático em
resposta à informação prevalecente do lugar.
A estadia diária em um lugar
excessivamente hipertônico, ou hipotônico, especialmente no lugar onde dormimos
e trabalhamos, pode desempenhar um fator determinante no desenvolvimento de
estados de saúde. O metabolismo humano obedece à atividade cardíaca com
referencia ao local. O Sistema Nervoso Autônomo através do coração atende a
dois comandos: o simpático e parassimpático e a variação dos batimentos através
de sensores biológicos, refletem as influencias do local.
Assim, temos que o SNA - Sistema Nervoso Autônomo, acima
referido e cujas ações são antagônicas, estas duas vertentes atuam normalmente
em simultâneo, sendo do equilíbrio entre a força de ação de cada uma delas (tônus)
que nasce a extrema capacidade regulatória do sistema nervoso autônomo, essas
ações estendem-se a diversos domínios biofisiológicos do nosso organismo,
incluindo o débito sanguíneo pelos tecidos.
O comando de ativação “rede
neural” tem influência do ambiente e simultaneamente com efeitos geofísicos e a
atmosfera de campos elétricos. Para a análise técnica geobiofísica HRV
(Variabilidade da Frequência Cardíaca), encontramos para discutir as
experiência do uso do VFC e sua aplicação ao conhecimento de Biologia da
Construção.
À influencia do lugar são vários
fatores de interação e tipologia: solo muito reflexivo que estimula o sistema
simpático pela adrenalina, promovendo dificuldade de respirar, endurecer os
músculos; já correntes de água subterrâneas tem tipo de influencia
parassimpático pelos homens e simpático por mulheres férteis e não fértil,
similar ao homem.
A situação hormonal humana com relação
à água subterrânea é eletromagnética e a situação tectônica local depende da
tipologia das falhas geológicas, “compressiva=simpático” e
“distensível=parassimpático” estimulando a bioenergia dos seres vivos.
Desse modo, atentos então, às
habitações e suas construções, sendo certo que para as unidades compartimentadas
de apartamentos, tal relevância nas observações são consideráveis e objeto de
extensiva análise, ainda se nos estendermos aos ´"nossos próximos"!
Nesta sexta feira de Fevereiro de
2016, meu particular amigo aniversariou. Já corremos juntos, conversamos em
diversas oportunidades e sei de seu hábito por praticar esportes e saborear um
bom vinho. Assim, dediquei-lhe o texto, através das mídias sociais, destacando
a importância desta data para mim. Assim, segue o texto:
“Prezado "irmão mais
novo", bom dia, mesmo! Hoje e nesta oportunidade trocamos algumas
confidencias, em razão do tempo de vida e das alturas de nossas sabedorias.
Tenho-o carinhosamente como a um "irmão mais novo", muito distante
daquele que passou a vida toda com a impressão de que estava em desvantagem,
porque seu irmão maior vivia te dando ordens, ou te enganando para roubar
coisas de você. O que tornou muito mais saborosa a vingança quando você ficou
grande e engambelou ele propositalmente. Inclusive, se você ficou maior que
ele, ainda aproveitou para dar uma coça retroativa pelos anos que apanhou.
Não... Apesar de saudosa e
saudável esta relação familiar, tenho-o em "reservada conta". Tanto
que, tomo a liberdade de lembrá-lo, como mais que tomador de vinho, sabes que
nunca deves beber um vinho ruim! Como um “Sommelier”, tal qual "o soldado
do vinho", sabemos que não há uma escola responsável, oficialmente, para
tal mister, nem currículo aprovado pelo MEC, sequer diplomação... Mas, deixe
outras considerações para os “Enochatos”.
O que importa nesta oportunidade
é o fato de que o tenho, ”como referido e agora reiterado, e não por
necessidade de convicção, talvez pretexto para aproximação e manifestação de
alegria, como amigo inesquecível e detentor de reservada conta" e, bem por
tal estender meu abraço e parabenizá-lo. Digo mais, desafiando a agenda do
Facebook: não necessitei dela para considerar o "seu evento neste dia
ensolarado, de muito calor e, por muito bom que está ”ser uma Sexta-feira"
anterior a um longo "sábado e domingo". Quanta alegria me
trazes... e lembrá-lo é o destaque! Felicidades”.
Algum tempo depois, retornou
agradecendo-me assim: “Obrigado mano. Vou
tomar uma taça de vinho pela nossa amizade. Um grande abraço”.
Diante de tal sugeri-lhe: “Faça
mesmo... Os franceses dizem "santé" ou "salut" o que deixa
a boca no formato para receber pequenas quantidades de bebida. Os espanhóis
erguem suas taças dizendo "salud" enquanto os italianos gesticulam ao
som de "salute". O universal " tin-tin" ou "chin-chin"
não é apenas uma onomatopeia para os chineses. Lá, o "chin" significa
"felicidade" e "chinchin" "muita felicidade".
Portanto, não confunda: em
japonês o brinde é outro, diz-se “kampai", que quer dizer "copo
vazio". Melhor sugerindo, brindemos à nossa maneira, de taça erguida e "transbordante"... Tim tim!
Nesta foto, ao menos, senão, mais
de trinta... Pessoas que reunidas detém um conteúdo de qualidade para quem não
tem tempo a perder. E todos inspirados na pequena senhorinha, que de pequena é
só na estatura... Eita grande mulher, que nesta oportunidade reuniu ao menos
quatro gerações... Vó Gê, tudo com muita fé!
Fé não é exclusividade religiosa,
ao contrário, antes do advento de qualquer religião, o ser humano já tinha o
sentimento de uma proteção, uma segurança capaz de lhe dar coragem no
atrevimento que é a sobrevivência nesta existência. A dimensão da fé é o da
consciência. O tamanho da fé é o mesmo da capacidade de enxergar a realidade do
universo. Assim sendo, a fé com ajuste na lucidez que lhe é peculiar, é a
capacidade que ela reúne de lidar com as leis universais, sob as quais todos
estão sujeitos.
A fé não é objeto de isenção de
dificuldades ou sofrimento, necessários às reparações e causados pelo nosso
próprio pensamento/comportamento, de hoje ou de ontem. A fé é ferramenta de
ajuda e superação. Ter fé não é esperar milagres e sim conseguir suportar e
superar as vicissitudes da vida. Ter fé é não esperar que Deus dê jeito em tudo
e sim entender que tudo o que há é fruto das suas vibrações frequenciais, desajustadas
ou não, coletivamente ou não, portanto, cabendo a nós, através do esforço e
escolhas que soube querer, junto a muito amor, solucionar problemas individuais
e coletivos.
Esta “massa reunida” é prova
disso... Quem tem fé não tem medo! Não tem medo de viver nem de morrer porque
enxerga a vida como um compromisso a ser cumprido com prazo de validade; sabe
que a existência é muito mais do que a breve passagem material; sabe que os
verdadeiros laços, plenos de tanto calor humano e carinho, são espirituais. Sabe
que a fé projetada na nossa capacidade de co-criadores gera nossa realidade.
Criamos nossa existência na extensão do que acreditamos. Então podemos dizer
que a fé é a expressão do nosso desejo. E essa grande mulher soube sonhar,
querer e materializar!
Portanto, quem tem fé tem poder.
A fé cega escraviza. A fé racional, liberta. Todo ser que se conduz pela fé
discernida segue rumo à evolução no caminho iluminado da alegria, na certeza
que a vida, embora possa parecer um campo minado, tem sua rota suave de quem
sabe viver um dia de cada vez, de quem faz sua jornada pautada no sentimento
elevado, na tentativa de entender que a finalidade existencial é o amor
incondicional a todos os seres, formas e conteúdos, aos seus queridos que se
fazem presentes, principalmente nesta data tão querida.
Querida Vó Geralda, que do alto
de seus 97 anos vivendo um tempo só teu, constante e bem vivido, reunida com
parte dos seus ora presentes queridos, algo em torno de trinta, iluminada pelos
amores e olhares dos ausentes, outras personalidades e sob os auspícios de
Deus, meus parabéns!