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| Patrono
da cadeira 29 da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (Alarp), ribeirão-pretano Abelardo Pinto, o palhaço “Piolin” |
Essa
data se consolidou como uma homenagem a Abelardo Pinto, homem que ficou
conhecido por sua trajetória como o palhaço Piolin. Portanto, em 27 de
março, nesta sexta-feira, é celebrado o "Dia Nacional do Circo",
uma homenagem ao patrono da cadeira 29 da Academia de Letras
e Artes de Ribeirão Preto (Alarp), o ribeirão-pretano Abelardo
Pinto, o palhaço “Piolin”, que nasceu no mesmo dia de 1897 e morreu em
setembro de 1973, aos 76 anos, de insuficiência cardíaca.
É considerado o grande representante do meio circense, onde destacava-se pela grande criatividade cômica, além da habilidade como ginasta e equilibrista. Ele que viveu o auge de sua carreira durante a década de 1920. O circo moderno, da forma como conhecemos, estabeleceu-se na Inglaterra, em meados do século XVIII. É certo e de se considerar que os 3 tipos de palhaço, não se ignorando os principais tipos clássicos da palhaçaria, que são:
- o Palhaço Branco, o Palhaço Augusto, e o Palhaço Contra-Augusto.
Desse modo, trago das minhas memórias o presente artigo que é um recorte atualizado da pesquisa (Trans)Formações do Palhaço:
- História dos Tipos e Técnica na Arte da Palhaçaria (2014). É através da qual a investigação buscou compreender a constituição da figura do palhaço, por meio de diversas referências.
Os principais tipos clássicos, especialmente a dupla cômica 'Branco e Augusto" e o "Contra-Augusto", identificando algumas de suas características. Acredita-se que a diversidade encontrada em diversos contextos influenciou as concepções de palhaço presentes na contemporaneidade. Assim temos que no universo da palhaçaria, o Palhaço Branco (ou Carabranca) representa:
- a autoridade, a ordem e o intelecto. Ele é o contraponto clássico ao Augusto (o palhaço brincalhão e desastrado). E aqui estão suas principais características:
- Aparência: Usa maquiagem branca cobrindo todo o rosto, sobrancelhas desenhadas e, tradicionalmente, roupas luxuosas e brilhantes (o "fraque").
- Personalidade: É sério, elegante, por vezes arrogante e autoritário. Ele se vê como o "mestre" da situação.
- Papel na Dupla: Ele é o "escada". É quem propõe o jogo, dá as ordens e tenta manter a lógica, servindo de alvo para as subversões e trapalhadas do Augusto.
Simbolicamente, tal personagem representa o
mundo adulto, as regras sociais e a repressão, enquanto o Augusto representa a
liberdade e a criança interior. Embora pareça o "vilão" ou o
chato da história, ele é essencial: sem a ordem imposta pelo Branco, o caos do
Augusto não teria contra o que se rebelar.
Já o Palhaço
Augusto é o contraponto perfeito ao Branco, representando a liberdade,
o caos e a humanidade em sua forma mais pura. Enquanto o Branco é
a ordem, o Augusto é o erro que nos faz rir!
Aqui estão os pilares que o definem:
- Aparência: Usa o clássico nariz vermelho (a menor máscara do mundo), roupas exageradas ou desalinhadas, sapatos gigantes e maquiagem colorida que realça as expressões.
- Personalidade: É ingênuo, extravagante, rebelde e muitas vezes inoportuno. Ele não tem filtros e age por impulso, como uma criança eterna.
- O "Espírito do Erro": O Augusto é o mestre em falhar. Ele tenta fazer as coisas certo, mas sua lógica é diferente da convencional. O riso surge da sua tentativa honesta (e desastrada) de lidar com o mundo.
Simbolicamente, ele representa o povo, a
quebra das regras sociais e a resiliência. Não importa quantas vezes ele caia
ou seja repreendido pelo Branco, ele sempre se levanta e tenta de
novo!
Na
dupla, ele é
quem subverte as ordens do Branco, transformando uma tarefa simples em uma
confusão monumental!
Então, o Palhaço Contra-Augusto nos diz (também chamado de Trombo ou Terceiro) ser o elemento que completa o trio clássico, representando o equilíbrio e a mediação. Se o Branco é a ordem e o Augusto é o caos, o Contra-Augusto nos diz que:
- A união é necessária: Ele serve como a ponte entre os dois extremos. Muitas vezes ele é o assistente do Branco que, no fundo, torce pelo Augusto ou acaba sendo a vítima das trapalhadas de ambos.
- O erro é coletivo: Enquanto o Branco pune e o Augusto erra, o Contra-Augusto aparece para tentar consertar a situação, mas geralmente acaba piorando tudo, mostrando que a confusão é contagiosa.
- A lógica da "escada dupla": Ele funciona como um segundo "escada". Ele pode ser mais inteligente que o Augusto, mas não tem a autoridade do Branco.
Em
resumo, o Contra-Augusto é
o personagem que humaniza o conflito, mostrando que nem tudo é preto
no branco (ou Branco no Augusto) e que há sempre um
terceiro ângulo para a mesma piada!
Com
essa contribuição é possível, portanto, refletir sobre como a arte da
palhaçaria vem se desenvolvendo culturalmente. Neste sentido, foram
expostos diversos e distintos tipos cômicos presentes em algumas sociedades; tipos
cômicos sagrados pertencentes a diferentes tribos e, mesmo os bufões e
bobos da corte da Idade Média.
No
estudo acima, em referência, buscou-se ainda, trazer os principais tipos
clássicos de palhaços, a dupla cômica ‘Branco e Augusto’ e o “Contra-Augusto”,
identificando suas características específicas. Acredita-se que toda essa
diversidade influenciou as concepções de palhaço presentes na
contemporaneidade.
Por
oportuno, o chamado “circo moderno” ou "circo tradicional",
ainda mantém o picadeiro e uma estrutura em formato circular, com
números que geram tensão na plateia. Inferiu-se que essa forma clássica de
se referir às artes circenses, surgiu por volta de 1770, mais
precisamente em 1779, com o oficial da cavalaria britânica "Philip
Astley" (1742 - 1814).
O picadeiro
de circo oficial mede 13 metros devido a uma descoberta de Astley. Ele
concluiu que, se amarrasse a ponta de uma corda de 13 metros em um mastro
fixo e a outra ponta em um cavalo, teria, assim, um ângulo circular perfeito
para conseguir realizar a façanha de permanecer montado em pé no lombo de um
cavalo em movimento.
Vários números com cavalos eram apresentados no espetáculo do oficial Astley e a composição estrutural era completamente militar, com uso de uniformes, rufar de tambores e utilização de armas, porque apenas com o hipismo o espetáculo se tornava monótono (Bolognesi, 2003). Assim sendo, Astley, ao perceber a importância da dinâmica em seus números para atrair a atenção do público, decidiu inserir em seus espetáculos diversas acrobacias, tais como:
- [...] volteios de cavalos livres, que obedeciam à voz do comando de um treinador, executando evoluções, com ou sem obstáculos,
- cavalos montados por acrobatas que executavam saltos, pirâmides e outras evoluções em seu dorso e,
- pantomimas envolvendo cenas militares (Bolognesi, 2003, p.32).
Todos
esses elementos agregados ao espetáculo de Astley geraram um maior
interesse do público. O próprio Astley dirigia
e apresentava o espetáculo, criando, assim, a figura do mestre de cerimônia ou
mestre de pista, que ainda é tão presente nos espetáculos tradicionais de
circo.
Originalmente, o
mestre de pista era o domador dos animais e também o diretor dos números
equestres. Com o tempo, assumiu a função de mestre de cerimônia,
que hoje é conhecido como apresentador. O Mestre de Pista
também participava das entradas circenses, quase sempre trazendo a lucidez à
cena, característica ausente no palhaço. Antes mesmo de se fixar a dupla
cômica, o Mestre de Pista se transformou em uma espécie de soberano do Clown
(Bolognesi, 2003, p. 68).
De acordo com Mário Fernando Bolognesi (2003), o circo moderno, portanto, é resultado da conjunção de dois universos espetaculares até então distintos:
- de um lado, a arte equestre inglesa, que era desenvolvida nos quartéis;
- de outro, as proezas dos saltimbancos.
Essa
convenção do espaço cênico, no qual acontecem os atos circenses, assim como sua
composição espetacular, deu origem ao que se chama “circo moderno”. Tal
estrutura formal ganhou o mundo rapidamente, primeiramente em toda a Europa,
e depois no mundo.
Segundo Silva
(2008), o
circo moderno chegou ao Brasil no final do século XVIII, graças à migração
das famílias circenses europeias e norte-americanas, as quais percorreram todo
o país. Essas trupes assumiram uma característica nômade e realizavam
constantes turnês por onde passavam, adaptando-se de acordo com cada região,
cultura ou país.
No
nosso contexto, Carlos viu aí a chance de uma propaganda gratuita e resolveu se
chamar assim, Biriba.
Atuou até os 82 anos (época em que era o palhaço mais velho em atividade
no país). Ficou tão conhecido pelo personagem que acrescentou o nome a seu
próprio documento de identidade.
Abelardo
Pinto, o Piolin (1897–1973), foi
um dos maiores palhaços da história do Brasil e é considerado o "Rei
do Circo" no país. Sua importância é tamanha que o Dia
Nacional do Circo (27 de março) foi instituído em homenagem à data de seu
nascimento. Piolin nasceu em Ribeirão Preto/SP, dentro de um
circo. Filho de artistas circenses, ele começou sua carreira como acrobata,
contorcionista e equilibrista antes de se tornar palhaço.
O
Apelido: "Piolin"
significa barbante em espanhol. Ele recebeu esse nome de
colegas espanhóis por ser muito magro e ter pernas longas e finas. A Consagração Modernista
ocorreu durante a década de 1920, momento que Piolin foi
"descoberto" e aclamado por intelectuais do Movimento
Modernista, como Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, que o viam
como o exemplo perfeito do artista popular genuinamente brasileiro.
Nesse
contexto, o Circo Piolin, que por mais de 30 anos, ele
manteve seu próprio circo em São Paulo, especialmente no Largo
do Paissandu, tornou-se um ponto de encontro fundamental para a cultura
circense!
Fã
Ilustre, o presidente Washington Luís era um grande admirador de
Piolin e costumava
frequentar suas apresentações. Em razão do pilar da Educação seu
grande sonho era criar uma escola de circo. Isso se concretizou em
1978, após sua morte, com a fundação da Academia Piolin de Artes Circenses em
São Paulo.
Reconhecido
mundialmente, Piolin foi considerado por muitos, inclusive por
artistas estrangeiros que visitavam o Brasil, como o melhor palhaço do mundo
em sua época devido à sua agilidade física e criatividade cômica. Ele veio
a faleceu em 1973, aos 76 anos, deixando uma marca indelével na
cultura popular brasileira e servindo de inspiração para gerações de artistas
que vieram depois.
Também
e por especialíssima deferência destaco meu anterior amigo e irmão, "pisante do andar
superior", Waldemar Seyssel (1905–2005), conhecido como Arrelia, que
foi um dos mais famosos e influente palhaço, ator e humorista brasileiro do
século XX. Pioneiro na televisão, consagrou-se no circo e no programa
"Cirquinho do Arrelia", famoso pelo bordão: "Como vai,
como vai, como vai?", marcando a infância de gerações.
Acrescento pois, os principais destaques sobre Arrelia:
- Ícone Popular: Nascido no Paraná, Arrelia consolidou o palhaço brasileiro clássico, focando em pantomimas e comédias.
- Carreira na TV: Foi um dos primeiros palhaços a ter sucesso na televisão brasileira, com o "Cirquinho do Arrelia", transmitido por emissoras como a TV Tupi e Record, onde atuava com seu fiel parceiro, "o palhaço Pimentinha".
- Origem do Apelido: O nome "Arrelia" surgiu na infância devido ao seu jeito "arreliado" (irritante/levado), oficializando o nome em 1927 após uma substituição improvisada no picadeiro.
- Família de Circo: Veio de uma linhagem tradicional, sendo neto de Júlio Seyssel (do Circo Charles Brothers) e filho de Ferdinando Seyssel, o palhaço Pinga-Pulha.
- Legado: Faleceu aos 99 anos em 2005, no Rio de Janeiro, deixando uma autobiografia e sendo lembrado como "um mito da cultura popular brasileira".
A esses personagens, de quem pouco se sabe, quase às raias do esquecimento, resta o fato de que o Dia Universal do Palhaço será comemorado em 10 de dezembro, uma quinta-feira. Embora essa seja a data principal dedicada especificamente à figura do palhaço no Brasil, outras celebrações relacionadas acontecem ao longo do ano:
- Dia Nacional do Circo: 27 de março (uma sexta-feira em 2026). A data homenageia o nascimento do palhaço brasileiro Piolin.
- Semana Internacional do Palhaço: Celebrada anualmente entre 5 e 12 de outubro.
- Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho (Salvador): Em 2026, este tradicional evento cultural está programado para o dia 31 de janeiro.
Para
o bem das memórias e reservas históricas o Largo do Paissandu, no
centro de São Paulo, consolidou-se como o "berço do circo" brasileiro por ter sido,
durante décadas, o principal ponto de convergência física e social de
artistas, empresários e companhias circenses. Abaixo, detalho como
essa história se desenrolou:
1.
O
Ponto de Encontro da Categoria:
·
No
início do século XX, o Largo era o lugar onde os artistas se reuniam
para trocar informações e buscar emprego. Esse fenômeno era tão forte
que a região funcionava como um "escritório a céu aberto" do
circo no Brasil.
Artistas
que chegavam de viagens ou companhias que precisavam contratar novos números
sabiam que encontrariam quem precisavam nos arredores do Paissandu.
2.
A
Era de Ouro com Piolin:
·
Embora
diversos circos tenham passado por ali desde o final do século XIX, o
ápice ocorreu na década de 1920;
·
Temporadas
Prolongadas: O Circo
Alcebíades, que tinha Piolin como sua principal estrela, permaneceu
montado no Largo por três anos consecutivos.
·
Prestígio
Cultural: Foi
nesse local que Piolin recebeu o reconhecimento dos intelectuais
modernistas e de figuras políticas, como o presidente Washington
Luís, transformando o circo em uma atração de elite e massa
simultaneamente.
3.
Fatores
Geográficos e Sociais:
·
Acessibilidade: Na época, o Largo, quase
ao início da Avenida São João, era um local de fácil acesso e grande
circulação, situado entre ruas importantes como a São João, Ipiranga e a Rio
Branco.
·
Tradição
Popular: A
presença da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos já
tornava o local um ponto de resistência e manifestações culturais negras e
populares, o que favorecia a instalação de espetáculos democráticos como o
circo.
4.
Legado
Atual:
·
Centro
de Memória do Circo
- A importância histórica é tão grande que hoje, na Galeria Olido (de
frente para o Largo), funciona o Centro de Memória do Circo. Inaugurado
em 2009, o centro preserva mais de 80 mil itens, incluindo figurinos
e fotos originais de Piolin, mantendo viva a conexão do Paissandu com
a arte circense.
A figura
do palhaço, como entretenimento moderno, não existe na Bíblia. O termo é usado metaforicamente
em contextos contemporâneos para criticar a superficialidade no púlpito,
alertando contra a transformação da igreja em picadeiro e a substituição da
pregação da Palavra por entretenimento. O foco bíblico é a
seriedade do evangelho ...
A
Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia
Criativa, promove a Semana do Circo, de 22 a 30 de
março, com diversas atrações circenses até o final do mês. A programação
ocupa mais de 15 espaços públicos da prefeitura e homenageia o Dia do
Circo, comemorado em 27 de março. A programação traz diversos
nomes tradicionais do circo e anima São Paulo com eventos
gratuitos e livres para todos os públicos.
Por
fim, cavando masmorras ao vício e erguendo templos à virtude, proponho, nesta
oportunidade uma placa comemorativa, cujo texto clássico e solene,
direto e atemporal, promove referido local, assim:
MEMÓRIA E PATRIMÔNIO:
O BERÇO DO CIRCO BRASILEIRO
Largo do Paissandu
“Para o bem das memórias e reservas
históricas, este solo é consagrado como o epicentro da arte circense no Brasil.
Em celebração ao Dia Nacional do Circo, rendemos homenagem à
proeminente linhagem de mestres que aqui floresceu.
Neste picadeiro a céu aberto, a
genialidade de Abelardo Pinto (Piolin) lançou as bases de uma
identidade nacional, a qual se sucederam outros ícones de igual grandeza,
como Valdemar Seyssel (Arrelia).
Do riso de Piolin à alegria
de Arrelia, o Largo do Paissandu permanece como o coração pulsante de
uma tradição milenar, preservando para as futuras gerações a alma e a
história do circo brasileiro”.
Alternativamente, segue
a proposta adiante:
Por: Roberto
Costa Ferreira- 27mar26.
Prof,Pesquisa,Pedagogista,Med-MEng
HILASA-SP-Instit.História Letras
Artes
UNIFESP - Univ. Federal de São Paulo
Santo Amaro - SÃO PAULO - SP.
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Arrelia (à esquerda) e Pimentinha, figuras icônicas da televisão brasileira - décadas 1950 e 1960. |
Texto proposto e publicado no Facebook, na mesma data:
Em celebração ao Dia
Nacional do Circo e em homenagem a Abelardo Pinto, o palhaço 'Piolin' — patrono
da cadeira 29 da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (ALARP) — Santo
Amaro se põe em festa!
E
não sem razão. Neste 'picadeiro a céu aberto', somos agraciados pela verdadeira
palhaçaria. Diferente da 'palhaçada' — termo por vezes usado para brincadeiras
aleatórias —, a palhaçaria é uma disciplina artística que exige
autoconhecimento, vulnerabilidade e improviso. Ela revela a técnica e o estudo
da linguagem do palhaço, personificada no 'Contra-Augusto': o personagem que
humaniza o conflito, mostrando que nem tudo é 'preto no branco' (ou Branco no
Augusto) e que sempre existe um terceiro ângulo para a mesma piada.
A
partir dessa contribuição, é possível refletir sobre como a palhaçaria se
desenvolve culturalmente e agrega valor a essa representação. Exemplo vivo
dessa evolução é o ator, diretor e palhaço Camilo Torres, que dá vida ao
'doce Pirulitus'. Considerado um dos grandes representantes do
meio circense na atualidade de nossa cidade, Camilo destaca-se pela
criatividade cômica e pelo domínio técnico.
Atuante
no cenário de São Paulo, ele transita entre o teatro, a mímica e a
linguagem do palhaço, levando sua arte a saraus e Casas de Cultura. Camilo
Torres é, acima de tudo, um digno representante da nobre e necessária arte de
fazer rir!
Estendo
tal homenagem ao digno artista e convido para mais saberem deste relevante
conteúdo, acessando o blog, alternativamente, clicando sobre a imagem adiante.
Por: Roberto
Costa Ferreira- 27mar26.
Prof,Pesquisa,Pedagogista,Med-MEng
HILASA-SP-Instit.História Letras
Artes
UNIFESP - Univ. Federal de
São Paulo
Santo Amaro - SÃO PAULO - SP








