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sexta-feira, 27 de março de 2026

Dia Nacional do Circo", homenagem ao patrono da cadeira 29 - Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (Alarp), Abelardo Pinto, o palhaço “Piolin” e tantos mais!

 

Patrono da cadeira 29 da Academia de Letras e Artes de Ribeirão
 Preto (Alarp), ribeirão-pretano Abelardo Pinto, o palhaço “Piolin”

Essa data se consolidou como uma homenagem a Abelardo Pinto, homem que ficou conhecido por sua trajetória como o palhaço Piolin. Portanto, em 27 de março, nesta sexta-feira, é celebrado o "Dia Nacional do Circo", uma homenagem ao patrono da cadeira 29 da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (Alarp), o ribeirão-pretano Abelardo Pinto, o palhaço “Piolin”, que nasceu no mesmo dia de 1897 e morreu em setembro de 1973, aos 76 anos, de insuficiência cardíaca.

É considerado o grande representante do meio circense, onde destacava-se pela grande criatividade cômica, além da habilidade como ginasta e equilibrista. Ele que viveu o auge de sua carreira durante a década de 1920. O circo moderno, da forma como conhecemos, estabeleceu-se na Inglaterra, em meados do século XVIII. É certo e de se considerar que os 3 tipos de palhaço, não se ignorando os principais tipos clássicos da palhaçaria, que são

  • o Palhaço Branco, o Palhaço Augusto, e o Palhaço Contra-Augusto.

Desse modo, trago das minhas memórias o presente artigo que é um recorte atualizado da pesquisa (Trans)Formações do Palhaço: 

  • História dos Tipos e Técnica na Arte da Palhaçaria (2014). É através da qual a investigação buscou compreender a constituição da figura do palhaço, por meio de diversas referências.

Os principais tipos clássicos, especialmente a dupla cômica 'Branco e Augusto" e o "Contra-Augusto", identificando algumas de suas características. Acredita-se que a diversidade encontrada em diversos contextos influenciou as concepções de palhaço presentes na contemporaneidade. Assim temos que no universo da palhaçaria, o Palhaço Branco (ou Carabranca) representa

  • a autoridade, a ordem e o intelecto. Ele é o contraponto clássico ao Augusto (o palhaço brincalhão e desastrado). E aqui estão suas principais características: 
  • Aparência: Usa maquiagem branca cobrindo todo o rosto, sobrancelhas desenhadas e, tradicionalmente, roupas luxuosas e brilhantes (o "fraque"). 
  • Personalidade: É sério, elegante, por vezes arrogante e autoritário. Ele se vê como o "mestre" da situação.
  • Papel na Dupla: Ele é o "escada". É quem propõe o jogo, dá as ordens e tenta manter a lógica, servindo de alvo para as subversões e trapalhadas do Augusto.

Simbolicamente, tal personagem representa o mundo adulto, as regras sociais e a repressão, enquanto o Augusto representa a liberdade e a criança interior. Embora pareça o "vilão" ou o chato da história, ele é essencial: sem a ordem imposta pelo Branco, o caos do Augusto não teria contra o que se rebelar. 

o Palhaço Augusto  é o contraponto perfeito ao Branco, representando a liberdade, o caos e a humanidade em sua forma mais pura. Enquanto o Branco é a ordem, o Augusto é o erro que nos faz rir! 

Aqui estão os pilares que o definem: 

  • Aparência: Usa o clássico nariz vermelho (a menor máscara do mundo), roupas exageradas ou desalinhadas, sapatos gigantes e maquiagem colorida que realça as expressões.
  • Personalidade: É ingênuo, extravagante, rebelde e muitas vezes inoportuno. Ele não tem filtros e age por impulso, como uma criança eterna. 
  • O "Espírito do Erro": O Augusto é o mestre em falhar. Ele tenta fazer as coisas certo, mas sua lógica é diferente da convencional. O riso surge da sua tentativa honesta (e desastrada) de lidar com o mundo.

Simbolicamente, ele representa o povo, a quebra das regras sociais e a resiliência. Não importa quantas vezes ele caia ou seja repreendido pelo Branco, ele sempre se levanta e tenta de novo! 

Na dupla, ele é quem subverte as ordens do Branco, transformando uma tarefa simples em uma confusão monumental! 

Então, o Palhaço Contra-Augusto nos diz (também chamado de Trombo ou Terceiro) ser o elemento que completa o trio clássico, representando o equilíbrio e a mediação. Se o Branco é a ordem e o Augusto é o caos, o Contra-Augusto nos diz que: 

  • A união é necessária: Ele serve como a ponte entre os dois extremos. Muitas vezes ele é o assistente do Branco que, no fundo, torce pelo Augusto ou acaba sendo a vítima das trapalhadas de ambos. 
  • O erro é coletivo: Enquanto o Branco pune e o Augusto erra, o Contra-Augusto aparece para tentar consertar a situação, mas geralmente acaba piorando tudo, mostrando que a confusão é contagiosa. 
  • A lógica da "escada dupla": Ele funciona como um segundo "escada". Ele pode ser mais inteligente que o Augusto, mas não tem a autoridade do Branco.

Em resumo, o Contra-Augusto é o personagem que humaniza o conflito, mostrando que nem tudo é preto no branco (ou Branco no Augusto) e que há sempre um terceiro ângulo para a mesma piada!  

Com essa contribuição é possível, portanto, refletir sobre como a arte da palhaçaria vem se desenvolvendo culturalmente. Neste sentido, foram expostos diversos e distintos tipos cômicos presentes em algumas sociedades; tipos cômicos sagrados pertencentes a diferentes tribos e, mesmo os bufões e bobos da corte da Idade Média.  

No estudo acima, em referência, buscou-se ainda, trazer os principais tipos clássicos de palhaços, a dupla cômica ‘Branco e Augusto’ e o “Contra-Augusto”, identificando suas características específicas. Acredita-se que toda essa diversidade influenciou as concepções de palhaço presentes na contemporaneidade.  

Por oportuno, o chamado “circo moderno” ou "circo tradicional", ainda mantém o picadeiro e uma estrutura em formato circular, com números que geram tensão na plateia. Inferiu-se que essa forma clássica de se referir às artes circenses, surgiu por volta de 1770, mais precisamente em 1779, com o oficial da cavalaria britânica "Philip Astley" (1742 - 1814).

picadeiro de circo oficial mede 13 metros devido a uma descoberta de Astley. Ele concluiu que, se amarrasse a ponta de uma corda de 13 metros em um mastro fixo e a outra ponta em um cavalo, teria, assim, um ângulo circular perfeito para conseguir realizar a façanha de permanecer montado em pé no lombo de um cavalo em movimento.  

Vários números com cavalos eram apresentados no espetáculo do oficial Astley e a composição estrutural era completamente militar, com uso de uniformes, rufar de tambores e utilização de armas, porque apenas com o hipismo o espetáculo se tornava monótono (Bolognesi, 2003). Assim sendo, Astley, ao perceber a importância da dinâmica em seus números para atrair a atenção do público, decidiu inserir em seus espetáculos diversas acrobacias, tais como: 

  • [...] volteios de cavalos livres, que obedeciam à voz do comando de um treinador, executando evoluções, com ou sem obstáculos, 
  • cavalos montados por acrobatas que executavam saltos, pirâmides e outras evoluções em seu dorso e, 
  • pantomimas envolvendo cenas militares (Bolognesi, 2003, p.32). 

Todos esses elementos agregados ao espetáculo de Astley geraram um maior interesse do público. O próprio Astley dirigia e apresentava o espetáculo, criando, assim, a figura do mestre de cerimônia ou mestre de pista, que ainda é tão presente nos espetáculos tradicionais de circo.

Originalmente, o mestre de pista era o domador dos animais e também o diretor dos números equestres. Com o tempo, assumiu a função de mestre de cerimônia, que hoje é conhecido como apresentador. O Mestre de Pista também participava das entradas circenses, quase sempre trazendo a lucidez à cena, característica ausente no palhaço. Antes mesmo de se fixar a dupla cômica, o Mestre de Pista se transformou em uma espécie de soberano do Clown (Bolognesi, 2003, p. 68). 

De acordo com Mário Fernando Bolognesi (2003), o circo moderno, portanto, é resultado da conjunção de dois universos espetaculares até então distintos

  • de um lado, a arte equestre inglesa, que era desenvolvida nos quartéis; 
  • de outro, as proezas dos saltimbancos.

Essa convenção do espaço cênico, no qual acontecem os atos circenses, assim como sua composição espetacular, deu origem ao que se chama “circo moderno”. Tal estrutura formal ganhou o mundo rapidamente, primeiramente em toda a Europa, e depois no mundo.  

Segundo Silva (2008)o circo moderno chegou ao Brasil no final do século XVIII, graças à migração das famílias circenses europeias e norte-americanas, as quais percorreram todo o país. Essas trupes assumiram uma característica nômade e realizavam constantes turnês por onde passavam, adaptando-se de acordo com cada região, cultura ou país.

No nosso contexto, Carlos viu aí a chance de uma propaganda gratuita e resolveu se chamar assim, Biriba. Atuou até os 82 anos (época em que era o palhaço mais velho em atividade no país). Ficou tão conhecido pelo personagem que acrescentou o nome a seu próprio documento de identidade.

Abelardo Pinto, o Piolin (1897–1973)foi um dos maiores palhaços da história do Brasil e é considerado o "Rei do Circo" no país. Sua importância é tamanha que o Dia Nacional do Circo (27 de março) foi instituído em homenagem à data de seu nascimento. Piolin nasceu em Ribeirão Preto/SP, dentro de um circo. Filho de artistas circenses, ele começou sua carreira como acrobata, contorcionista e equilibrista antes de se tornar palhaço.

O Apelido: "Piolin" significa barbante em espanhol. Ele recebeu esse nome de colegas espanhóis por ser muito magro e ter pernas longas e finas. A Consagração Modernista ocorreu durante a década de 1920, momento que Piolin foi "descoberto" e aclamado por intelectuais do Movimento Modernista, como Tarsila do Amaral e Mário de Andrade, que o viam como o exemplo perfeito do artista popular genuinamente brasileiro.  

Nesse contexto, o Circo Piolin, que por mais de 30 anos, ele manteve seu próprio circo em São Paulo, especialmente no Largo do Paissandu, tornou-se um ponto de encontro fundamental para a cultura circense! 

Fã Ilustre, o presidente Washington Luís era um grande admirador de Piolin e costumava frequentar suas apresentações. Em razão do pilar da Educação seu grande sonho era criar uma escola de circo. Isso se concretizou em 1978, após sua morte, com a fundação da Academia Piolin de Artes Circenses em São Paulo.  

Reconhecido mundialmente, Piolin foi considerado por muitos, inclusive por artistas estrangeiros que visitavam o Brasil, como o melhor palhaço do mundo em sua época devido à sua agilidade física e criatividade cômica. Ele veio a faleceu em 1973, aos 76 anos, deixando uma marca indelével na cultura popular brasileira e servindo de inspiração para gerações de artistas que vieram depois.  

Também e por especialíssima deferência destaco meu anterior amigo e irmão, "pisante do andar superior", Waldemar Seyssel (1905–2005), conhecido como Arreliaque foi um dos mais famosos e influente palhaço, ator e humorista brasileiro do século XX. Pioneiro na televisão, consagrou-se no circo e no programa "Cirquinho do Arrelia", famoso pelo bordão: "Como vai, como vai, como vai?", marcando a infância de gerações.  

Acrescento pois, os principais destaques sobre Arrelia

  • Ícone Popular: Nascido no Paraná, Arrelia consolidou o palhaço brasileiro clássico, focando em pantomimas e comédias. 
  • Carreira na TV: Foi um dos primeiros palhaços a ter sucesso na televisão brasileira, com o "Cirquinho do Arrelia", transmitido por emissoras como a TV Tupi e Record, onde atuava com seu fiel parceiro, "o palhaço Pimentinha". 
  • Origem do Apelido: O nome "Arrelia" surgiu na infância devido ao seu jeito "arreliado" (irritante/levado), oficializando o nome em 1927 após uma substituição improvisada no picadeiro
  • Família de Circo: Veio de uma linhagem tradicional, sendo neto de Júlio Seyssel (do Circo Charles Brothers) e filho de Ferdinando Seyssel, o palhaço Pinga-Pulha
  • LegadoFaleceu aos 99 anos em 2005, no Rio de Janeiro, deixando uma autobiografia e sendo lembrado como "um mito da cultura popular brasileira". 

A esses personagens, de quem pouco se sabe, quase às raias do esquecimento, resta o fato de que o Dia Universal do Palhaço será comemorado em 10 de dezembro, uma quinta-feira. Embora essa seja a data principal dedicada especificamente à figura do palhaço no Brasil, outras celebrações relacionadas acontecem ao longo do ano

  • Dia Nacional do Circo: 27 de março (uma sexta-feira em 2026). A data homenageia o nascimento do palhaço brasileiro Piolin. 
  • Semana Internacional do Palhaço: Celebrada anualmente entre 5 e 12 de outubro. 
  • Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho (Salvador): Em 2026, este tradicional evento cultural está programado para o dia 31 de janeiro

Para o bem das memórias e reservas históricas o Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, consolidou-se como o "berço do circo" brasileiro por ter sido, durante décadas, o principal ponto de convergência física e social de artistas, empresários e companhias circenses. Abaixo, detalho como essa história se desenrolou: 

1.      O Ponto de Encontro da Categoria:  

·         No início do século XX, o Largo era o lugar onde os artistas se reuniam para trocar informações e buscar emprego. Esse fenômeno era tão forte que a região funcionava como um "escritório a céu aberto" do circo no Brasil.

Artistas que chegavam de viagens ou companhias que precisavam contratar novos números sabiam que encontrariam quem precisavam nos arredores do Paissandu

2.      A Era de Ouro com Piolin: 

·         Embora diversos circos tenham passado por ali desde o final do século XIX, o ápice ocorreu na década de 1920

·         Temporadas ProlongadasO Circo Alcebíades, que tinha Piolin como sua principal estrela, permaneceu montado no Largo por três anos consecutivos

·         Prestígio Cultural: Foi nesse local que Piolin recebeu o reconhecimento dos intelectuais modernistas e de figuras políticas, como o presidente Washington Luís, transformando o circo em uma atração de elite e massa simultaneamente. 

3.      Fatores Geográficos e Sociais:

·         Acessibilidade: Na época, o Largo, quase ao início da Avenida São João, era um local de fácil acesso e grande circulação, situado entre ruas importantes como a São João, Ipiranga e a Rio Branco

·         Tradição Popular: A presença da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos já tornava o local um ponto de resistência e manifestações culturais negras e populares, o que favorecia a instalação de espetáculos democráticos como o circo. 

4.      Legado Atual:  

·         Centro de Memória do Circo - A importância histórica é tão grande que hoje, na Galeria Olido (de frente para o Largo), funciona o Centro de Memória do Circo. Inaugurado em 2009, o centro preserva mais de 80 mil itens, incluindo figurinos e fotos originais de Piolin, mantendo viva a conexão do Paissandu com a arte circense.  

A figura do palhaço, como entretenimento moderno, não existe na Bíblia. O termo é usado metaforicamente em contextos contemporâneos para criticar a superficialidade no púlpito, alertando contra a transformação da igreja em picadeiro e a substituição da pregação da Palavra por entretenimento. O foco bíblico é a seriedade do evangelho ... 

A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, promove a Semana do Circo, de 22 a 30 de março, com diversas atrações circenses até o final do mês. A programação ocupa mais de 15 espaços públicos da prefeitura e homenageia o Dia do Circo, comemorado em 27 de março. A programação traz diversos nomes tradicionais do circo e anima São Paulo com eventos gratuitos e livres para todos os públicos.  

Por fim, cavando masmorras ao vício e erguendo templos à virtude, proponho, nesta oportunidade uma placa comemorativa, cujo texto clássico e solene, direto e atemporal, promove referido local, assim: 

MEMÓRIA E PATRIMÔNIO: O BERÇO DO CIRCO BRASILEIRO

Largo do Paissandu

“Para o bem das memórias e reservas históricas, este solo é consagrado como o epicentro da arte circense no Brasil. Em celebração ao Dia Nacional do Circo, rendemos homenagem à proeminente linhagem de mestres que aqui floresceu.

Neste picadeiro a céu aberto, a genialidade de Abelardo Pinto (Piolin) lançou as bases de uma identidade nacional, a qual se sucederam outros ícones de igual grandeza, como Valdemar Seyssel (Arrelia).

Do riso de Piolin à alegria de Arrelia, o Largo do Paissandu permanece como o coração pulsante de uma tradição milenar, preservando para as futuras gerações a alma e a história do circo brasileiro”.

Alternativamente, segue a proposta adiante:


Por: Roberto Costa Ferreira- 27mar26.

Prof,Pesquisa,Pedagogista,Med-MEng

HILASA-SP-Instit.História Letras Artes

UNIFESP - Univ. Federal  de São Paulo

Santo Amaro - SÃO PAULO - SP.


Arrelia (à esquerda) e Pimentinha, figuras icônicas da televisão brasileira - décadas 1950 e 1960.


Texto proposto e publicado no Facebook, na mesma data:

Em celebração ao Dia Nacional do Circo e em homenagem a Abelardo Pinto, o palhaço 'Piolin' — patrono da cadeira 29 da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (ALARP) — Santo Amaro se põe em festa!

E não sem razão. Neste 'picadeiro a céu aberto', somos agraciados pela verdadeira palhaçaria. Diferente da 'palhaçada' — termo por vezes usado para brincadeiras aleatórias —, a palhaçaria é uma disciplina artística que exige autoconhecimento, vulnerabilidade e improviso. Ela revela a técnica e o estudo da linguagem do palhaço, personificada no 'Contra-Augusto': o personagem que humaniza o conflito, mostrando que nem tudo é 'preto no branco' (ou Branco no Augusto) e que sempre existe um terceiro ângulo para a mesma piada.

A partir dessa contribuição, é possível refletir sobre como a palhaçaria se desenvolve culturalmente e agrega valor a essa representação. Exemplo vivo dessa evolução é o ator, diretor e palhaço Camilo Torres, que dá vida ao 'doce Pirulitus'. Considerado um dos grandes representantes do meio circense na atualidade de nossa cidade, Camilo destaca-se pela criatividade cômica e pelo domínio técnico.

Atuante no cenário de São Paulo, ele transita entre o teatro, a mímica e a linguagem do palhaço, levando sua arte a saraus e Casas de Cultura. Camilo Torres é, acima de tudo, um digno representante da nobre e necessária arte de fazer rir!

Estendo tal homenagem ao digno artista e convido para mais saberem deste relevante conteúdo, acessando o blog, alternativamente, clicando sobre a imagem adiante.

 

Por: Roberto Costa Ferreira- 27mar26.

Prof,Pesquisa,Pedagogista,Med-MEng

HILASA-SP-Instit.História Letras Artes

UNIFESP - Univ. Federal  de São Paulo

Santo Amaro - SÃO PAULO - SP






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