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domingo, 25 de junho de 2017

CADES - Encontro dos Conselheiros do Meio Ambiente da Zona Sul - 2017


Secretaria do Verde e do Meio Ambiente promove grande encontro dos Conselheiros do Meio Ambiente da Zona Sul com vistas à Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

O Brasil tem papel fundamental a desempenhar na promoção da Agenda Pós-2015, a chamada Agenda 2030 que traz em seu bojo os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que corresponde ao conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável.

Considerando que os CADES Regionais têm, entre suas atribuições, apoiar a implementação da Agenda 21 Local, no âmbito de cada Prefeitura Regional e, considerando a criação da Portaria 90/SVMA – G/2015 de 05 de dezembro de 2015 que adota os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como orientadores das ações dos CADES Regionais, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente tem se mobilizado neste sentido, para apresentar a Agenda 2030 e os respectivos objetivos de desenvolvimento sustentável, por meio de reuniões institucionais com o objetivo de que os ODS sejam contemplados nas ações realizadas.

Neste sentido, neste sábado (24), a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) promoveu o Encontro Regional das Conselheiras e dos Conselheiros de Meio Ambiente e de Parques da Macro Sul pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU- ODSs.

O evento aconteceu na Uninove Santo Amaro, e contou com a presença do Secretário do Verde e do Meio Ambiente Gilberto Natalini e diversos Prefeitos Regionais da região Sul, com atividades das 08h às 15h, incluindo pronunciamento das autoridades, assinatura da Carta Compromisso com o Meio Ambiente da região, debate entre os conselheiros e troca de informações.

A iniciativa se deu por meio do Departamento de Participação e Fomento a Políticas Públicas da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (DPP), e teve o intuito de aproximar os conselheiros do meio ambiente com as autoridades, a fim de explanar as atividades que cada um faz no seu bairro, tirar dúvidas, entender os problemas e procurar soluções.

Essa foi mais uma maneira de demonstrar a gestão participativa, que vem sendo a aposta desde o início da atual administração municipal, sendo certo que o CADES Santo Amaro participou ativa e decisivamente com vistas à exposição de seus objetivos e metas.

Com o retrato do momento da fala do Secretário do Meio Ambiente Gilberto Natalini, a fala do Prefeito Regional Roberto Arantes, o CADES esteve na oportunidade representado pelos seus Conselheiros Roberto Costa Ferreira, Rodrigo Fittipaldi , Rosangela Shamali, Sra. Gleice Vasconcelos e Dra. Silvia B. Schumacher.

Roberto Costa Ferreira, 25Jun17.





sábado, 17 de junho de 2017

EXPRESSÕES, SORRISOS E A ALEGRIA DE PESSOAS ABUNDANTES, EXTRAORDINÁRIAS

Medleytriathlon - Leandro Ferreira e suas "feras"

Que todo número natural ou é par ou é impar já sabemos. Em várias situações é possível determinarmos a paridade de expressões envolvendo Números Naturais, a partir da paridade desses números, sem sequer conhecê-los. Ao número de pessoas e pessoas que compõem a foto muito conhecemos. São Números Perfeitos, ou seja, aqueles que se igualam à soma de suas partes.

Temos ainda os Números Amigos onde dois números amigos são dois naturais cuja soma dos divisores próprios de um deles é igual ao outro.

Números Perfeitos onde um Número Natural é feito Perfeito se a soma de seus divisores próprios é igual a ele mesmo e, mais adequadamente temos:

Números Abundantes, oportunidade em que um Número Natural que Não é Perfeito nem Defectivo é dito um Número Abundante, ou seja, a soma de seus divisores próprios é superior a ele. Assim, todos os personagens em destaque compõem, mesmo à luz da matemática, números naturais, perfeitos, amigos e abundantes!

Ainda, sob outra ótica, até o momento restaram catalogadas mais de 10.000 expressões faciais diferentes e destas apenas 7 (sete) micro expressões básicas, gestos universais e sutis que nos permitem ler emoções no semblante da pessoa para quem estamos olhando e constituem a base do resto das expressões faciais.

Identificá-las facilita nas relações pessoais, aprimorando a expressão de suas emoções e, com isso, suas necessidades e também de seus queridos, os amigos, um familiar... Por outro lado, um conselho muito útil para saber o que a outra pessoa está sentindo é imitar sua expressão facial. Foi o que fiz... E bem por tal minha afirmação: “Expressões e sorrisos de pessoas abundantes e extraordinárias”!

Este truque permite entender que, manipulando nossa linguagem corporal, podemos experimentar qualquer resposta emocional que desejamos. Então, a alegria é demonstrada com os olhos brilhantes e com rugas em seus extremos exteriores e pálpebras inferiores. E que, quando uma pessoa finge alegria estas rugas não são formadas.

Portanto, restou claro que nesta imagem notei sorrisos característicos... Todos alegres e contagiantes! E quanto mais alegres nos sentimos, mais nos abriremos para mostrar os dentes, também. Logo, tristeza aqui não cabe e ponto final.

Roberto Costa Ferreira, 16Jun17.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

ARRAIÁ - 23º Arraiá do Clara Suiter


Lucas à esquerda, agachado


Tem coisas bem certas na vida...
Que só se querer ver é pouco.
 Preciso é “meter a mão na massa”
E fazer, sacudir, “bater a coração”.

Assim se deu nos instantes modestos,
Deparando os sorrisos, som, o Touro,
Por vezes, só mesmo carinho e amor.
Domado a Fera, o que nos resta?
A alegria de ver a vida florir, uma fresta,
Tanto com exuberância, Dançar na Festa!


Roberto Costa Ferreira, 27Mai2017


Isabela domando o Touro






sábado, 27 de maio de 2017

SEIS – O número e aniversário de ISABELA – seis anos em vida plena




SEIS ANOS... O Número 6 (seis) compõe-se sob o ponto de vista hermético, de Água vaporizada pelo Fogo, ou de “Água ígnea”, isto é, o fluido vital carregado de energias ativas. A Água virtual possui a característica de estar a serviço da edificação e da alimentação contínua do cosmo. A união do Fogo e da Água é representada graficamente por uma figura muito conhecida por Signo de Salomão.

Dos dois triângulos entrelaçados, um é masculino-ativo e o outro é feminino-passivo. O primeiro representa a energia individual, o ardor que se eleva da própria personalidade; o segundo, representado por um triângulo invertido, em forma de taça, é destinado a receber o orvalho depositado pela unidade através do espaço.

A estrela entrelaçada de “seis pontas” corresponde ao Macrocosmo, isto é, do mundo em toda a sua extensão infinita. Há seis diferenças de posição: acima, abaixo, à frente, atrás, direito e esquerdo. Uma figura sólida, de uma coisa quadrada, tem Seis superfícies. Porém sólido é o meu saber e não superficial. As imagens dos vários instantes proporcionam-me a certeza vista:

Retrata este vídeo, uma oportunidade especialíssima,
Momento que minha neta Isabela, apresentando-se Belinha,

Com toda a exuberância de sua vida encantadora, chora,
Sorri, anda como pode e onde deve, mastiga e se lambuza,
Canta, dança e interpreta, vivendo segundo seus personagens,
Todo o seu querer, no que pode alcançar, pensar e imagens.

No colégio da netinha, a Belinha, "um café com a vovozinha"...
Uma tarde feliz, de verter lágrimas nos olhos, de pingar o nariz...
Quanta emoção, no coração, nos pelos da pele, de tremer a mão.
Só não chorei mais, pois, tantos felizes, muitas gurias e guris.


Roberto Costa Ferreira, 25Mai2017



quarta-feira, 10 de maio de 2017

RESISTÊNCIA - REPETIÇÃO - PULSÃO "CAMPEONATO BRASILEIRO de TRIATHLON" – João Pessoa/PARAÍBA

Paulo Henrique Ferreira

Palavras chaves como Resistência, Repetição, Pulsão, contidas nas mãos de um experiente treinador e praticadas por um competentíssimo triatleta, nos levam a explorar o conceito de repetição em psicanálise. Freud e Lacan objetivaram obter uma visão abrangente do conceito, que é fundamental para a teoria e mesmo posto em prática.

A última acima, a PULSÃO, designa em psicanálise um impulso energético interno que direciona o comportamento do indivíduo, no caso o meu amigo Paulo Henrique em plena competição, até consigo mesmo, momento que... “mas insisti em continuar”.  O comportamento gerado pelas pulsões diferencia-se daquele gerado por decisões, na oportunidade em que, “durante a prova pensei em desistir...”, por ser aquele gerado por forças internas, inconscientes, alheias ao processo decisional.

É oportuno que se destaque que “a pulsão” distingue-se do “instinto”, por este, o instinto, ser ligado a determinadas categorias de comportamentos preestabelecidos e realizados de maneira estereotípica, enquanto aquela, “a pulsão” refere-se a uma fonte de energia psíquica não específica, que pode conduzir a comportamentos diversos. Meu querido amigo Paulo decidiu pelo correto: agir! O conceito de pulsão, ora abordado, foi utilizado por diferentes teorias da motivação, sendo dentre as mais importantes a de Sigmund Freud e a de Clark L. Hull.

A compulsão à repetição é trabalhada por Freud no texto "Repetir, Recordar e Elaborar" de maneira singular. Lacan acrescenta que, neste texto, como o primeiro momento na obra freudiana a destacar, de forma articulada, a presença no psiquismo de uma compulsão à repetição. Por tal a importância da “constância no treinamento repetitivo” – desenvolvimento ciclístico, natação, no triathlon, por exemplo.

Nesse momento, Freud circunscreve a transferência no campo da repetição de forma incisiva:

"Logo percebemos que a transferência é, ela própria, apenas um fragmento da repetição..." (Freud, v.XII:166).

Entendemos então que, enquanto o triatleta se encontra em intenso treinamento, ‘não pode deixar de ter esta compulsão à repetição’, que é uma maneira de recordar, sem que o atleta se dê conta do que efetivamente está ocorrendo, ou seja, “quando o triatleta repete, ele atua sem saber que está repetindo, por diversas oportunidades”.

Desse modo, trabalhando na perspectiva da primeira consideração, Freud acredita que “para lidar com a repetição e superar a resistência é preciso tornar consciente o que está inconsciente”. Aqui o precioso detalhe, considerado pelo hábil e experiente preparador: trabalhar este material com o triatleta para que ele possa elaborá-lo, tudo isto através do manejo da transferência.

Para Freud, nessa oportunidade, “a repetição está identificada à resistência”, que está relacionada com as lacunas de memória. Portanto, o treinador atua, trabalhando através das devidas orientações, até em planilhas de, aparentes, repetitivos treinamentos, adequando o seu atleta e, “espera-se que o trabalho analítico supere as resistências com o preenchimento das lacunas de memória através das interpretações do material inconsciente”.

Logo se compreende que a compulsão à repetição é um impulso à ação que substitui o recordar; sendo assim, quanto maior a atuação, maior a resistência e menor a recordação. “Logo, a “repetição” é definida como algo que faz oposição ao saber, sendo ela da ordem da ação”. Por tal, no aparente esgotamento, surge a superação!

Nesta perspectiva, cabe ao treinador, utilizando-se da “transferência” e da posição que esta lhe confere, saber isolar a repetição na transferência (durante os treinamentos preparatórios) e possibilitar que o seu atleta possa passar de uma “neurose comum, convencional” – o dilema de parar ou não – a uma neurose de transferência, que abrirá campo para a intervenção sugestionada, ”inconscientemente”, por parte do treinador, momento que o vivente do dilema possa se superar e concluir, brilhantemente: “...mas insisti em continuar, e graças a minha insistência, o resultado veio”... Brilhante!

Paulo! Verdadeiramente já conhecíamos antecipadamente de suas capacidades, restou a você prova-las, suficiente e soberbamente. E soubeste materializá-las. Parabéns!

Roberto Costa Ferreira, 09Mai2017.




quinta-feira, 20 de abril de 2017

Dia do Índio – Isabela e Miró diante d’O Ouro do Firmamento.




Tal relevante data proporciona lembrar e reforçar a identidade do povo indígena não só brasileiro, quanto americano, na história e cultura atual. Objetivando preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia do índio foi definido proporcionando não deixar as novas e futuras gerações anularem, em razão do esquecimento, as verdadeiras raízes que compõem o povo brasileiro. E por aqui tal data – 19 de Abril – foi oficializada através do Decreto-Lei nº 5.540, de 2 de Junho de 1943, mediante assinatura do então presidente Getúlio Vargas.

No cenário americano tal data objetivou comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano havido em 19 de Abril de 1940, oportunidade que tal evento reuniu lideres indígenas das diferentes regiões do continente americano, marcando a proposta de zelar e preservar seus direitos.

Num cenário restrito de convivência, porem amplo e infinito de seu pensar, minha neta Isabela, devidamente paramentada em pintura, bem a caráter da data, debruçou-se sobre sua arte que executara com toda a dedicação e entendimento. Executou sua obra “por sobre a outra”, ou seja: O autor da obra de arte é aquele que produz a obra. Ele é a causa motora e final do objeto que produz.

Relembrando, Duchamp com o “ready made” instaura o primeiro momento de instabilidade na hegemonia do autor: Um ready-made é algo "já feito", de pouca originalidade, ou previamente fabricado. O artista não cria, no sentido tradicional, mas elege entre os objetos do universo industrial o (em menor medida) natural. Duchamp falou em inúmeras ocasiões sobre esses trabalhos indicando aspectos como o da “desumanização da obra de arte”, ou a ideia da "inartisticidade", coisas às quais não podia aplicar-se "nenhum dos termos aceites no mundo da arte".

Com Duchamp, poderíamos dizer que surge o conceito de “apropriação”. Neste caso apropriação de objetos e conceitos. Na apropriação não existe causa material. O autor não produz a obra no sentido literal do termo. Eleva sim o objeto do quotidiano para um estatuto superior: o de Arte.

Outro rombo na serenidade da autoria é concretizada por Lázló Moholy-Nagy. Com este nascia o “conceito de autoria compartilhada ou colaborativa”. O autor (aquele que detém o poder de concretização da obra, aquele que possui em si a causa motora) existe num plano diferente do da obra, o autor existe num espaço / tempo diferente da obra. Aqui a autoria é associada àquele que detém o poder da Ideia.

Com similar conceito, Sol Lewitt, nos anos 70, desenvolveu o “conceito de licença artística”, na qual deixava instruções específicas ao comprador da obra sobre o que podia ou não fazer com ela: na mesma estavam indicadas instruções específicas como deveria ser determinado desenho pintado numa parede. No fundo, Sol Lewitt fornecia as instruções para outros poderem executar a obra. Mas além deste conjunto de instruções, indicava igualmente em que moldes é que podia utilizá-las.

Assim, quero crer que perfumada espiritualmente por tais inspirações nasceu a obra de Isabela servindo-se, num reflexo de espelho, de Joan Miró, obra que conhecera em sua Cartilha Escolar, que ao arrepio da simplicidade do artista e de seu caráter catalão, pleno de ordem, respeito, equilíbrio, tenacidade, traços que marcam um pintor de vida discreta, mas de força interior extraordinária, e de lá exteriorizou sua inspiração. Estando eu a seu lado, privilegiado pelo esplendor da iniciativa e do ato criativo, momento que a pequena artista, inconscientemente, utilizando-se do conceito de autoria compartilhada ou colaborativa, como antes referi, redimensionou a obra de Miró.

As obras, a primeira recriando um mundo onírico pessoal no qual fluem imagens distorcidas da realidade, cheias de formas orgânicas e construções geométricas – O Ouro do Firmamento – em acrílico sobre tela, medindo 205 x 173,5 cm, posta em 1967 na Fundação Joan Miró, Barcelona, Espanha, enquanto minha neta, na sua recriação, no Dia do Índio, externou sua criação que denominei  - O Firmamento Dourado – muito inspiradamente.

Reconheço que Isabela, como possível futura pintora, encontrou um ambiente para cultivar a sensibilidade como fonte de experiência artística. E algo em comum a ambos é perceptível: espírito, vibração, tensão, são conceitos presentes com frequência no vocabulário de Miró e que demostraram seu constante esforço para alcançar a essência da pintura. É o que observo na atual construção e na pintora que precede à sua arte!


Roberto Costa Ferreira, 19de Abril de 2017.



quarta-feira, 19 de abril de 2017

ISABELA - Um café com as vovozinhas!

Retrata este vídeo uma oportunidade especialíssima,
momento que minha neta Isabela canta e dança!

Quinta-feira à tarde em Campo Grande...
No colégio da netinha "um café com a vovozinha"!
Uma tarde feliz, de verter lágrimas nos olhos, de pingar o nariz...
Quanta emoção, no coração, nos pelos da pele, de tremer a mão.
Só não chorei mais, pois, tantos felizes, muitas gurias e guris.


 Neste vídeo, imagens fotográficas do evento.


Roberto Costa Ferreira, 
12 de Abril de 2017, no Colégio Clara Suiter.