Uma amiga, sentindo-se com calor
numa manhã de domingo de carnaval, assim se manifestou:
“Aí como eu queria estar na praia ou na
piscina, #sqn, não tem nenhum, nem outro, é têm
momentos que são assim, a gente fica irritada com certas situações mas enfim
dias melhores virão! 😞#gratidão acima de tudo...”
Então, por conta de tal
expressar-se, ocorreu-me direcionar, via Facebook, o texto que adiante exponho
objetivando acalentar seu momento, seu dia...
Querida, não fique assim... Você
jamais estará só! Estamos no mesmo bloco, vivendo tempos de Carnaval e, no
cansaço, deitamos sobre as águas da piscina, observando o céu!
Sabe, você me fez buscar na
memória e localizar na biblioteca de minha vida o conteúdo fascinante de um
livro do autor Narciso Irala, 30a. edição de 1997 - Loyola, cerca de 270 pgs.
que fala do "Controle Cerebral e Emocional", discorrendo sobre
Insônia, Tensão, Angústia, Fadiga, Neuroses e perigos da vida atual.
Que inicia falando " saber
descansar", pela enorme aplicação que tem no mundo moderno, onde são
milhões os que não sabem dormir e por conseguinte "cansam até a voz"!
Que também falava, em edição anterior,
do saber pensar, mas que tal conteúdo foi removido deste e publicado em outro a
pedido da Universidade Nac. de Havana.
Que no pensar do autor, já não
existe aquela calma socrática... Bem ao espelho dos irmãos, os três, pois que
tem o filho e sobrinho pequenino dos Schaeffer - Cesar Schaeffer & Léo Schaeffer ... Alternativamente, do Leandro Ferreira.
Trocamos a "sofrosine"
grega, ou a equanimidade clássica por um tumulto de imagens e idéias que se
amontoam em nós!
Falta Paz para concentrar a atenção
numa coisa só, donde: confusão, cansaço cerebral, nervosismo, inquietude,
insônia, são dominantes.
Então, encontrar a Deus que habita no seu interior e
obter a Paz da Consciência, tais emoções de AMOR vividas, com aumento de
confiança, mesmo durante o Carnaval, te leva à Piscina de Saúde que reside no
resgate da Alegria... Banhemo-nos nela todo dia! ... E Lembra-se: estando nela,
estamos juntos sob o mesmo Sol!
* Sofrosine:
Temperança. Virtude da serenidade, equivale ao
autodomínio, à harmonia individual. [comentando Platão]. (VALLS, Álvaro
L.M. O que é ética? 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.)
A Associação Comercial São Paulo-
Distrital Sul, integrando os festejos dos 464 anos do bairro-Cidade realiza uma
inédita incursão nos ventos do empreendedorismo, da arte e da Cultura do então
município de Santo Amaro dos anos 30.
Nos jardins do Teatro Paulo Eiró
nos esperam um imperdível painel por especialistas na história do bairro
planeta, repertório temático musical com Trovadores Urbanos, chás de ervas
estimulantes com pães e bolos a partir de receitas praticadas nas padarias de
Santo Amaro nos anos 30.
A instigante ação será
transformada em um documentário pelo curso de Rádio e TV da UNISA - a 1a
Universidade de STO AMARO. Recomendamos aos convidados trajarem roupas e/ou acessórios
dos anos 30. Aos que aceitarem nosso convite, solicitamos a fineza de confirmar
presença até 5ª feira, dia 21 de janeiro próximo.
A imagem é soberana. Embora o som nos permita melhor
informação. A emoção muito colabora neste contexto onde o lindo rosto frontal de
proporções equilibradas no delicado oval, cujo plano cartesiano nos conduz à
localização no espaço aéreo, partindo da origem, circulando pelos montes e
relevos, permitindo localizar-nos neste envolvente espaço.
Assim, conta o horizonte montanhoso, esquecendo-se das horas
passadas, que “o Sol atingiu o semblante na necessidade de mostrar e celebrar
as belezas do mundo” natural, em realidade, sem ilusões de ótica.
A nuvem, neste campo harmônico, visto que o desenvolvimento
da harmonia neste cenário está inteiramente ligado ao desenvolvimento das
exuberantes tonalidades presentes, se encontram em suspensão! E suspenso igualmente
estou como a um soturno pássaro suspenso, diante e distante do belo...
Sob diversas formas, dependendo essencialmente da natureza,
dimensões, número de distribuição espacial, cuja forma e cor depende da
intensidade e da cor da luz que a mesma recebe, assim como das posições
relativas ocupadas pelo observador e da fonte de luz e emanações, a folhagem tange.
O Sol é uma fonte primária, a Lua é uma fonte secundária,
portanto, os corpos que difundem luz de uma fonte primária entendem-se “corpos
iluminados” e, por tal “o Sol atingiu o semblante na necessidade de mostrar e
celebrar as belezas do mundo”, no mais intimo dos seres... Seres que são
aqueles que nada falam... Dizem por si!
Duncan Jones, cineasta inglês, notório por sua premiada obra Moon, e por ser filho do astro do rock David Bowie 69, fará 45 anos de idade em 30 de Maio de 2016.
Dia 11... Fatídico! Já está revelando
as imposições do destino...
E a notícia surpresa aconteceu,
sendo divulgada no dia 11: Uma lenda! O britânico, 69 anos de idade, ainda
criativo, sempre atual e morador no bairro do Soho na Ilha de Manhattan – Nova Iorque,
costumeiramente sempre sorrindo, performático e teatral, acometido de um câncer,
morreu!
David Bowie nasceu como David
Robert Jones em Briston, Londres, em 8 de Janeiro de 1947. Sua mãe, Margaret
Mary “Peggy” era descendente de irlandeses e trabalhava como arrumadeira de
cinema, enquanto seu pai Haywood Stenton “John” Jones, era oficial de promoções
da Barnardo’s.
O termo Índia britânica é a
denominação não oficial para o domínio colonial do Império Britânico sobre o
subcontinente indiano, aqui entendido como a área geográfica que inclui os
territórios atuais de Índia, Paquistão, Bangladesh (ex-Paquistão Oriental) e
Mianmar.
No tempo, corresponde a um
período desde 1858, quando os direitos da Companhia Britânica das Índias Orientais
foram transferidos para a coroa britânica, até 1947, ano em que o Reino Unido
passou a soberania sobre aquele território para os recém-criados Índia e Paquistão.
Neste cenário internacional,
princípios de 1947, ocasião que se desenvolveu na Inglaterra uma crise de
carvão que provocou uma grande baixa na produção industrial, no número 40 da Stainfield
Road, muito próximo da fronteira das zonas londrinas do sul de Brixton e
Stockwell, vivia a família de David Robert Jones. É oportuno lembrar que,
segundo relatos,
“Londres na década de quarenta era o pior
lugar possível, e o pior lugar possível para uma criança nascer”.
Bowie frequentou a Stockwell Enfants
School até seis anos de idade adquirindo reputação de garoto com talento para
cantar e, principalmente, gritar. De seu saxofone de plástico a um instrumento
real em 1962, Bowie formou sua primeira banda aos 15 anos de idade.
De percepção deficiente e com a pupila
permanentemente dilatada (tempos depois isso tornar-se-ia a marca pessoal do
artista, que embora tenha tido os dois olhos azuis, aparentava ter um olho de
cada cor, fenômeno conhecido como heterocromia. Alguns acreditavam que seu olho
fosse de vidro mas, na realidade, o problema em seu olho é designado anisocoria
que, no seu caso, lhe deixou permanentemente a pupila esquerda dilatada).
Apesar da briga violenta por uma
garota, e cujo soco no olho esquerdo usando um anel em seu dedo deixou tal
marca, Underwood e Bowie continuaram amigos. Desenvolveram interesse na música
ao lado de Peter Frampton e, a banda de Underwood e Bowie, George e os Dragões,
foi de curta duração. Ainda, George Underwood passou a cuidar da parte artística
dos primeiros álbuns, gravando um com Bowie (em sua banda The King Bees) e
também um disco solo sob o nome de Calvin James.
Por conta da falta de sucesso
comercial, Bowie se viu obrigado a tentar “ganhar a vida” de formas diferentes.
Uma dessas foi gravar um comercial – 1969 – para a empresa de sorvetes Lyons
Maid que, no entanto, foi rejeitado por outro do Kit Kat.
Cantor, compositor, ator e
produtor musical, tal inglês alterou vidas como a de Madona e Lady Gaga, tendo
sido considerado importante figura na música popular há cinco décadas. Foi Pôncio
Pilatos, Rei dos Duendes, esteve Prisioneiro, reinventando-se a cada disco
lançado, além de ser distinguido por um vocal característico e pela
profundidade intelectual de sua obra.
O biógrafo David Buckley escreveu
acerca da influência única, musical e socialmente:
“ele penetrou e modificou
mais vidas do que qualquer outra figura comparável”.
Agora, o camaleônico, dono de personalidade
impar e inspiradora, finalizou seu tempo, consciente e produzindo... Sempre
assim à espelho de seu último trabalho. Faleceu em 10 de Janeiro!
Lembro-me então, perto dos meus
21 anos de idade, do vídeo que se segue cuja produção colocou este ícone no Top
5 de minha lista de roqueiros – Starman.
E todos juntos remoçando, sob o céu estrelado, no solo firme ao lado da "linda piscina azulejada no azul celestial", aquecida até pelo folguedo estrelado que já se foi, minutos após, já em novo tempo! Quanta alegria... Esperanças e sorrisos, jovens e remoçados... Renovados!
E contamos MAIS UM TEMPO... Um aniversário de Novo Tempo.
Parabéns à todos!
O ANO...
Tempo que a Terra gasta numa translação completa à volta do
Sol. É o espaço de 12 meses, iniciado em 1 de Janeiro e que terminou ontem, 31
de Dezembro. É o espaço de 12 meses que pode começar em qualquer dia em sua
vida!
Quer seja Ano letivo, Ano civil, Ano econômico, Ano trópico
ou Solar, Ano sideral, Ano bissexto, Lunação, calendários Luni-solares,
Juliano, Ano-luz... O ano é o mesmo em quase todos os povos civilizados, muito
embora seu princípio tem variado.
O protótipo atual de calendário lunar é o calendário
islâmico; do calendário solar é o gregoriano; do calendário luni-solar é o
israelita. Mas também o calendário gregoriano conserva, de certo modo, uma base
luni-solar no que diz respeito às regras para a determinação da data da Páscoa.
Os Egípcios, os Caldeus, os Persas, etc. começam no equinócio
do Outono, outros, no solstício do Verão... Em França, no advento de Carlos IX,
começava na Pascoa. Um edito deste rei, em 1564, ordenou seu início em 1 de
Janeiro, data puramente civil. Já o governo republicano em 1792, determinou o
início no equinócio de Outono, em 22 de Setembro de 1792.
Os Russos e os Gregos conservaram o calendário Juliano, e por
isso começavam o ano em 13 de Janeiro do nosso ano. O ano dos Turcos é formado
de 12 meses Lunares, que são, alternadamente, de 29 e 30 dias.
Não importa! Ele existe e é conhecido há apenas pouco tempo:
é como um romance novo... Que se segue a outras coisas da mesma espécie: como a
roseira que deu novas rosas... Como o homem disposto a tornar-se “um novo homem”!
A palavra Novo tem acepções diferentes, consoante está
colocada antes ou depois do substantivo: Ano Novo... NOVO Ano. O novo sempre
agrada mais, pois que, é um presente. Um presente de Deus!
Roberto Costa Ferreira, primeiro de Janeiro de 2016.
Esta postagem aconteceu nesta data - 09/12/2015 - por ocasião do aniversário de
sobrinhos muito queridos, gêmeos bivitelinos, Rogério e Ronaldo, cuja anterior
publicação aconteceu na data do aniversário de ambos nas páginas do Facebook.
Em 06 de Novembro de 2012 às
15:55, tendo em vista o comentário formulado pelo colega Jeocaz Araújo, via
Linkedin, momento que se refere ao chamado “greenwashing”, e também formulou o
questionamento: Por que ser uma empresa sustentável custa caro? Motivei-me a
reeditar tal texto por mim antes elaborado, com as inserções que entendo
oportunas, mesmo porque, em um vídeo publicado no perfil da SAMARCO no Facebook
na noite desta quinta-feira passada, 05/11/2015, o diretor-presidente da
empresa, Ricardo Vescovi, disse que duas barragens romperam-se na unidade
industrial de Germano, localizada entre os distritos de Mariana e Ouro Preto, a
cerca de 100 km da capital Belo Horizonte.
Em nota divulgada pela empresa no
fim da tarde, a informação era de que apenas a barragem de Fundão havia
desabado. No comunicado, publicado por volta das 23h00min, o Sr. Vescovi
explica que a barragem de Santarém também rompeu. Tal acidente destruiu o
distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, que dista cerca de 430 km de Ponta UBU
– Ilha Anchieta – ES, a Estação de Bombas VII (EB-07) do empreendimento SAMARCO
MINERAÇÂO S.A. que tem a Vale como acionista.
Este local de processamento do
material extraído daquele primeiro local, após percorrer tal distância, 430 km via
canal subterrâneo, por sistema que compreende a atividade de bombeamento da
polpa de concentrado de minério de ferro proveniente da planta de mineração do
local significativamente afetado, em Mariana-MG, transportado por mineroduto
até o terminal de Ponta de Ubu, distrito de Anchieta-ES, reúne no projeto e em
atividade a unidade intermediária de bombeamento, onde se aplica a impulsão da
polpa de forma a alcançar as altitudes da Serra do Caparaó, onde se atravessa o
mineroduto.
É oportuno considerar que o
Operacional Proposto e Praticado, o Mineroduto III que passa pela EB-07 segue a
mesma rota dos minerodutos existentes, utilizando a mesma faixa de servidão. A
EB-07, bem como a EB-06, Estações de Válvulas ( EV-05 e EV-06), Estações de
Monitorização de Pressão (PMS) e a Estação Terminal são instaladas próximo às
estações existentes. Assim, segue-se o esquema de transporte entre as usinas da
unidade de Germano em Mariana-MG e as usinas de pelotização em Ponta de Ubu-ES.
Conheço do processo e das plantas, bem como dos propostos estudos para
Confiabilidade dos Sistemas, Manutenção Centrada em Confiabilidade, Aspectos de
Sustentabilidade e Administração do Risco Industrial, os quais restaram
postergados à época.
Engenheiros agrônomos e
ambientais são os responsáveis técnicos pela elaboração dos estudos de
viabilidade, implantação e execução dos estudos do PCA/RCA, sendo certo que o
empreendimento, em quase totalidade, está localizado em zona rural, estando o
empreendedor obrigado a proceder à averbação da reserva legal. Na ocasião das
vistorias, 2011, foi constatada a inexistência de supressão e ou intervenção em
área de preservação permanente, e ou Bioma Mata Atlântica, porém foi verificada
a necessidade de intervenção de 04 indivíduos arbóreos isolados e demais
providencias.
Da oportunidade, 06 de Novembro
de 2012, destaco que Jeoacaz Rodrigues Araújo assim comentou:
“As informações citadas pelos colegas estão realmente alinhadas com o
tema. No entanto não podemos nos esquecer que “Sustentabilidade” tem haver com
Desenvolver-se de forma ambientalmente correta, socialmente justa e
Economicamente viável. Quando uma das pontas tornam-se nosso foco principal, ou
seja resultados financeiros acima de tudo, encontramos o que temos hoje em
muitas realidades empresariais, o chamado “greenwashing”. Onde muitas empresas
começam a utilizar o tema ambiental, cultural ou social, apenas como forma de
maximizar os lucros e não com uma visão integrada de que devemos nos
desenvolver sem comprometer as futuras gerações de se desenvolverem também.
Então, o tema “caro ou de alto custo” soa alto nos ouvidos dos tomadores de
decisão que possuem uma visão limitada e estão acostumados a retornos
financeiros a curto prazo. Pois assim foram treinados e assim tendem a se
manter. Mas acredito que as coisas vem mudando e o simples fato de estarmos
aqui compartilhando estas informações, já demonstra as possibilidades de
mudança de pensamento”.
E também, ainda acrescento o pensar de Celso João Zendron,
na mesma tratativa no Linkedin, indagando e alongando-se:
“Qual é o custo de manter uma empresa sustentável? Atender integralmente
os requisitos dos clientes, cumprindo com todas as “promessas” realizadas: ·Pagar
impostos em dia e corretamente; ·Utilizar
matérias primas de procedência conhecida, extraídas de forma correta da
natureza e cuidar da sua disposição, tanto dos resíduos gerados como do produto
ao final do ciclo de vida; ·Zelar pelo
bem estar e saúde dos trabalhadores e de seus dependentes de forma responsável; ·Cuidar da
segurança dos trabalhadores com ações preventivas, garantindo assim a sua
integridade física; ·Reduzir os
impactos ambientais e tomar ações para reparar eventuais danos ao meio
ambiente; ·Promover
ações para assegurar a convivência pacífica com a comunidade no entorno da
organização, bem como conceder benefícios dentro das possibilidades da
organização que vão desde a promoção do desenvolvimento com a criação de escolas
e outros benefícios, bem como, simplesmente, ·Dando
prioridade de empregos aos moradores do entorno da organização”.
Assim, sob tais considerações no
destaque, é oportuno iterar que tal recurso de marketing, lá no começo da
matéria elencada “greenwashing” – ecobranqueamento – reveste-se de
pecados muito comuns alimentados por administradores/gestores, limitados nos
seus conhecimentos ou submissos “as suas conveniências” e condicionados a tal,
praticados até mesmo em grandes corporações que menosprezam o conhecimento
público e até governamental de práticas desafinadas com a certeira tendência de
prevalência dos desenvolvimentos dos
conceitos modernos e de metodologias adequadas de Engenharia Industrial, quer
de Sustentabilidade, de Confiabilidade, fazendo-se passar por afinados ao entendimento
e, por vezes, submissos aos planos e interesses do investidor.
Então, no caminho pecaminoso, à
margem do evento que ora observamos e já sabíamos das consequências, residem os
malefícios convenientemente esquecidos como o exemplo da Eletrônica Eficiente Energeticamente,
mas que contém materiais prejudiciais. Ainda, seguem-se outros pecados:
·Da falta de provas, como ocorrem com os xampus clamando
serem organicamente certificados, mas sem certificação verificável; ·Pecado da promessa vaga, ao exemplo dos produtos
que publicam serem 100% naturais, quando muitas substâncias de ocorrência
natural são prejudiciais à saúde, como o arsênio e o formaldeído; ·O pecado da irrelevância, ao exemplo dos
produtos que noticiam serem livres de CFC, apesar destes químicos já terem sido
banidos há vinte anos; ·Pecado da mentira, embutidos nos produtos que
divulgam falsamente serem certificados por um padrão ambiental ambientalmente
reconhecido (EcoLogo, Energy Star, etc.) e, mais pesadamente, ·O pecado dos dois demônios, ou seja, exemplo dos
cigarros orgânicos ou pesticidas ambientalmente amigáveis.
Senhores, realmente, o custo é
bem alto... Ou tudo isso é obrigação? Portanto, é tempo e conveniente que se
identifiquem, isolem, denunciem pessoas,
ditos profissionais, empresas e organizações que atuam nestas dimensões de
entendimento, sendo certo que, embora ainda ocorra, tal tempo já se finda e que pretendendo “sobreviverem”,
tal convivência é finita. Certamente não proliferarão mediante tais linhas de
ação.
O evento SAMARCO que já soma mais de 500 pessoas
desalojadas, com número incerto de mortos e desaparecidos, envolvendo a
mobilização do governo procurando dar uma resposta à sociedade, que agora vem
revestido de justificativas traiçoeiras à pretexto de “abalos sísmicos regionais”
e que se houveram, restaram promovidos
pelas enormes movimentações de grandes áreas de terras a pretexto de extração
do minério, por mais que se faça, se desembolse e se ressarça, mesmo à frente
do direito ambiental, resultarão em
valores ínfimos frente ao necessário e devido investimento para administração
do risco, cobertura da apólice do seguro, programas de manutenção e prevenção, planos emergenciais que restaram desconsiderados, sequer mitigados, no devido e oportuno tempo. É de se
sentar e chorar, diante das cenas de devastação!