Grau°

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

GERALDA, Vó Geralda - Gê


Nesta foto, ao menos, senão, mais de trinta... Pessoas que reunidas detém um conteúdo de qualidade para quem não tem tempo a perder. E todos inspirados na pequena senhorinha, que de pequena é só na estatura... Eita grande mulher, que nesta oportunidade reuniu ao menos quatro gerações... Vó Gê, tudo com muita fé!

Fé não é exclusividade religiosa, ao contrário, antes do advento de qualquer religião, o ser humano já tinha o sentimento de uma proteção, uma segurança capaz de lhe dar coragem no atrevimento que é a sobrevivência nesta existência. A dimensão da fé é o da consciência. O tamanho da fé é o mesmo da capacidade de enxergar a realidade do universo. Assim sendo, a fé com ajuste na lucidez que lhe é peculiar, é a capacidade que ela reúne de lidar com as leis universais, sob as quais todos estão sujeitos.

A fé não é objeto de isenção de dificuldades ou sofrimento, necessários às reparações e causados pelo nosso próprio pensamento/comportamento, de hoje ou de ontem. A fé é ferramenta de ajuda e superação. Ter fé não é esperar milagres e sim conseguir suportar e superar as vicissitudes da vida. Ter fé é não esperar que Deus dê jeito em tudo e sim entender que tudo o que há é fruto das suas vibrações frequenciais, desajustadas ou não, coletivamente ou não, portanto, cabendo a nós, através do esforço e escolhas que soube querer, junto a muito amor, solucionar problemas individuais e coletivos.

Esta “massa reunida” é prova disso... Quem tem fé não tem medo! Não tem medo de viver nem de morrer porque enxerga a vida como um compromisso a ser cumprido com prazo de validade; sabe que a existência é muito mais do que a breve passagem material; sabe que os verdadeiros laços, plenos de tanto calor humano e carinho, são espirituais. Sabe que a fé projetada na nossa capacidade de co-criadores gera nossa realidade. Criamos nossa existência na extensão do que acreditamos. Então podemos dizer que a fé é a expressão do nosso desejo. E essa grande mulher soube sonhar, querer e materializar!

Portanto, quem tem fé tem poder. A fé cega escraviza. A fé racional, liberta. Todo ser que se conduz pela fé discernida segue rumo à evolução no caminho iluminado da alegria, na certeza que a vida, embora possa parecer um campo minado, tem sua rota suave de quem sabe viver um dia de cada vez, de quem faz sua jornada pautada no sentimento elevado, na tentativa de entender que a finalidade existencial é o amor incondicional a todos os seres, formas e conteúdos, aos seus queridos que se fazem presentes, principalmente nesta data tão querida.

Querida Vó Geralda, que do alto de seus 97 anos vivendo um tempo só teu, constante e bem vivido, reunida com parte dos seus ora presentes queridos, algo em torno de trinta, iluminada pelos amores e olhares dos ausentes, outras personalidades e sob os auspícios de Deus, meus parabéns!


Roberto Costa Ferreira, 10 de Fevereiro de 2016.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CARNAVAL - UMA INTELIGENTE FANTASIA




O carnaval é uma festividade popular coletiva, cíclica e agrícola. Seus verdadeiros iniciadores foram os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C.. Há uma segunda origem nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre os séculos VII a.C. e VI d.C. A gravura abaixo, de Jean-Baptiste Debret - Aquarela “Dia de Entrudo”, de 1823, já retratava o carnaval no Rio de Janeiro no início do século XIX.

O nome Entrudo também significava “entrada para a Quaresma”. Como o entrudo se tornava, por vezes, violento, ele foi proibido em 28 de fevereiro de 1851, “substituído por passeata carnavalesca, com carros alegóricos e máscaras a cavalo em carruagens" como até hoje se vê, principalmente no Rio de Janeiro.

Segundo Estevão Bittencourt, comumente os autores explicam o nome Carnaval a partir dos termos do latim tardio “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne” que indicaria que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnes levare”, suspender ou retirar a carne: o Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da Quaresma, o título de “dominica ad carnes levandas”; a expressão haveria sido sucessivamente mudada para “carneval” ou “carnaval”.

Um terceiro grupo de etimologistas apela para as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com carros alegóricos em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco. A esses carros alegóricos se dava o nome, em latim, de “currus navalis”, donde a palavra “Carnavale”.

Como se vê, não é muito clara a procedência do nome. O carnaval não é uma invenção ou exclusividade brasileira. Mas aqui, como em talvez nenhum outro lugar do mundo, ele é comemorado de forma espetacular. E seria muito bom que ele continuasse a ser comemorado dentro do espírito de alegria, brincadeiras, galhofas e totalmente sem violência, drogas e excessos, pois nesses dias as pessoas procuram esquecer seus problemas e dificuldades e mesmo qualquer crise que possa afetar seu negócio ou País.


É também nesses dias de Carnaval que as pessoas colocam para fora, de forma brincalhona, mas muito verdadeira, suas críticas e opiniões sobre governos, políticos e até mesmo qualquer forma opressora que percebam no seu dia a dia. Rindo, o povo castiga seus opressores de forma simbólica e muito relevante e inteligente. Assim, o Carnaval é, na verdade, um misto de fantasia e verdade; de brincadeira e seriedade pois podemos dizer muitas verdades de forma inteligentemente cômica e sem violência. Pense nisso. Sucesso!

As representações das festividades nas obras debretianas, em especial na cena de Dia d’entrudo e Queima de Judas, são de extrema importância para a compreensão da nossa história. Por meio destas aquarelas podemos ter a dimensão de como eram as festividades carnavalescas no Rio de Janeiro no século XIX, as brincadeiras comuns aos chamados “três dias gordos” (deste a elaboração dos limões de cheiro, incluindo o processo de venda e de utilização do produto), a execução da queima do Judas que antecedia a Páscoa, as indumentárias utilizadas, entre outras tantas percepções.


Roberto Costa Ferreira, 09FevCarnaval2016

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A NOTÍCIA E O ANALFABETO MIDIÁTICO

Tal texto elaborei e publiquei antes em 04 de Fevereiro de 2015, 01:02, momento que Henrique Meirelles era cotado para substituir Graça Foster... Quem indicou? Vixe Maria!!!

O analfabeto midiático é tão burro que se orgulha e estufa o peito para dizer que viu/ouviu a informação no Jornal Nacional e leu na Veja, por exemplo. Ele não entende como é produzida cada notícia: como se escolhem as pautas e as fontes, sabendo antecipadamente como cada uma delas vai se pronunciar. Não desconfia que, em muitas tevês, revistas e jornais, a notícia já sai quase pronta da redação, bastando ouvir as pessoas que vão confirmar o que o jornalista, o editor e, principalmente, o “dono da voz” (obrigado, Chico Buarque!) quer como a verdade dos fatos. Para isso as notícias se apoiam, às vezes, em fotos e imagens. Dizem que “uma foto vale mais que mil palavras”. Não é tão simples (Millôr, ironicamente, contra-argumentou:“então diga isto com uma imagem”).

Fotos e imagens também são construções, a partir de um determinado olhar. Também as imagens podem ser manipuladas e editadas “ao gosto do freguês”. Há uma infinidade de exemplos. Usaram-se imagens para provar que o Iraque possuía depósitos de armas químicas que nunca foram encontrados. A irresponsabilidade e a falta de independência da mídia norte-americana ajudaram a convencer a opinião pública, e mais uma guerra com milhares de inocentes mortos foi deflagrada.

O analfabeto midiático não percebe que o enfoque pode ser uma escolha construída para chegar a conclusões que seriam diferentes se outras fontes fossem contatadas ou os jornalistas narrassem os fatos de outro ponto de vista. O analfabeto midiático imagina que tudo pode ser compreendido sem o mínimo de esforço intelectual. Não se apoia na filosofia, na sociologia, na história, na antropologia, nas ciências política e econômica – para não estender demais os campos do conhecimento – para compreender minimamente a complexidade dos fatos.

Sua mente não absorve tanta informação e ele prefere acreditar em “especialistas” e veículos de comunicação comprometidos com interesses de poderosos grupos políticos e econômicos. Lê pouquíssimo, geralmente “best-sellers” e livros de autoajuda. Tem certeza de que o que lê, ouve e vê é o suficiente, e corresponde à realidade.

Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce:
  • a prostituta, o menor abandonado,
  • e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o espoliador das empresas nacionais e multinacionais,

“de cujas experiências vivemos atual e fartamente, sob auspícios de todos os escalões, mesmo de presidentes de conselhos até presidentes de estatais”!

Ainda, é tão crédulo que vota neles e nos seus asseclas... como a um acéfalo!

Roberto Costa Ferreira, 08/Fev2016 


CONTROLE CEREBRAL E EMOCIONAL - Domingo sem piscina



Uma amiga, sentindo-se com calor numa manhã de domingo de carnaval, assim se manifestou:

“Aí como eu queria estar na praia ou na piscina, #‎sqn, não tem nenhum, nem outro, é têm momentos que são assim, a gente fica irritada com certas situações mas enfim dias melhores virão! 😞 #‎gratidão acima de tudo...”

Então, por conta de tal expressar-se, ocorreu-me direcionar, via Facebook, o texto que adiante exponho objetivando acalentar seu momento, seu dia...

Querida, não fique assim... Você jamais estará só! Estamos no mesmo bloco, vivendo tempos de Carnaval e, no cansaço, deitamos sobre as águas da piscina, observando o céu!

Sabe, você me fez buscar na memória e localizar na biblioteca de minha vida o conteúdo fascinante de um livro do autor Narciso Irala, 30a. edição de 1997 - Loyola, cerca de 270 pgs. que fala do "Controle Cerebral e Emocional", discorrendo sobre Insônia, Tensão, Angústia, Fadiga, Neuroses e perigos da vida atual.

Que inicia falando " saber descansar", pela enorme aplicação que tem no mundo moderno, onde são milhões os que não sabem dormir e por conseguinte "cansam até a voz"!

Que também falava, em edição anterior, do saber pensar, mas que tal conteúdo foi removido deste e publicado em outro a pedido da Universidade Nac. de Havana.

Que no pensar do autor, já não existe aquela calma socrática... Bem ao espelho dos irmãos, os três, pois que tem o filho e sobrinho pequenino dos Schaeffer - Cesar Schaeffer & Léo Schaeffer ... Alternativamente, do Leandro Ferreira. Trocamos a "sofrosine" grega, ou a equanimidade clássica por um tumulto de imagens e idéias que se amontoam em nós!

Falta Paz para concentrar a atenção numa coisa só, donde: confusão, cansaço cerebral, nervosismo, inquietude, insônia, são dominantes.

Então, encontrar a Deus que habita no seu interior e obter a Paz da Consciência, tais emoções de AMOR vividas, com aumento de confiança, mesmo durante o Carnaval, te leva à Piscina de Saúde que reside no resgate da Alegria... Banhemo-nos nela todo dia! ... E Lembra-se: estando nela, estamos juntos sob o mesmo Sol!

* Sofrosine:
 Temperança. Virtude da serenidade, equivale ao autodomínio, à harmonia individual. [comentando Platão]. (VALLS, Álvaro L.M. O que é ética? 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.)

Roberto Costa Ferreira, 08Fev2015.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

CONVESCOTE nos JARDINS de PAULO EIRÓ


A Associação Comercial São Paulo- Distrital Sul, integrando os festejos dos 464 anos do bairro-Cidade realiza uma inédita incursão nos ventos do empreendedorismo, da arte e da Cultura do então município de Santo Amaro dos anos 30.

Nos jardins do Teatro Paulo Eiró nos esperam um imperdível painel por especialistas na história do bairro planeta, repertório temático musical com Trovadores Urbanos, chás de ervas estimulantes com pães e bolos a partir de receitas praticadas nas padarias de Santo Amaro nos anos 30.

A instigante ação será transformada em um documentário pelo curso de Rádio e TV da UNISA - a 1a Universidade de STO AMARO. Recomendamos aos convidados trajarem roupas e/ou acessórios dos anos 30. Aos que aceitarem nosso convite, solicitamos a fineza de confirmar presença até 5ª feira, dia 21 de janeiro próximo.

Roberto Costa Ferreira, 20Jan2015.


sábado, 16 de janeiro de 2016

“AS BELEZAS DO MUNDO”, NO MAIS INTIMO DOS SERES



A imagem é soberana. Embora o som nos permita melhor informação. A emoção muito colabora neste contexto onde o lindo rosto frontal de proporções equilibradas no delicado oval, cujo plano cartesiano nos conduz à localização no espaço aéreo, partindo da origem, circulando pelos montes e relevos, permitindo localizar-nos neste envolvente espaço.

Assim, conta o horizonte montanhoso, esquecendo-se das horas passadas, que “o Sol atingiu o semblante na necessidade de mostrar e celebrar as belezas do mundo” natural, em realidade, sem ilusões de ótica.

A nuvem, neste campo harmônico, visto que o desenvolvimento da harmonia neste cenário está inteiramente ligado ao desenvolvimento das exuberantes tonalidades presentes, se encontram em suspensão! E suspenso igualmente estou como a um soturno pássaro suspenso, diante e distante do belo...

Sob diversas formas, dependendo essencialmente da natureza, dimensões, número de distribuição espacial, cuja forma e cor depende da intensidade e da cor da luz que a mesma recebe, assim como das posições relativas ocupadas pelo observador e da fonte de luz e emanações, a folhagem tange.

O Sol é uma fonte primária, a Lua é uma fonte secundária, portanto, os corpos que difundem luz de uma fonte primária entendem-se “corpos iluminados” e, por tal “o Sol atingiu o semblante na necessidade de mostrar e celebrar as belezas do mundo”, no mais intimo dos seres... Seres que são aqueles que nada falam... Dizem por si!

Roberto Costa Ferreira, 16Jan2016.





terça-feira, 12 de janeiro de 2016

DIA 11... FATÍDICO!

Duncan Jones, cineasta inglês, notório por sua premiada  obra  Moon,
e por ser filho do astro do rock David Bowie 69, fará 45 anos de idade
 em 30 de Maio de 2016.


Dia 11... Fatídico! Já está revelando as imposições do destino...

E a notícia surpresa aconteceu, sendo divulgada no dia 11: Uma lenda! O britânico, 69 anos de idade, ainda criativo, sempre atual e morador no bairro do Soho na Ilha de Manhattan – Nova Iorque, costumeiramente sempre sorrindo, performático e teatral, acometido de um câncer, morreu!

David Bowie nasceu como David Robert Jones em Briston, Londres, em 8 de Janeiro de 1947. Sua mãe, Margaret Mary “Peggy” era descendente de irlandeses e trabalhava como arrumadeira de cinema, enquanto seu pai Haywood Stenton “John” Jones, era oficial de promoções da Barnardo’s.

O termo Índia britânica é a denominação não oficial para o domínio colonial do Império Britânico sobre o subcontinente indiano, aqui entendido como a área geográfica que inclui os territórios atuais de Índia, Paquistão, Bangladesh (ex-Paquistão Oriental) e Mianmar.

No tempo, corresponde a um período desde 1858, quando os direitos da Companhia Britânica das Índias Orientais foram transferidos para a coroa britânica, até 1947, ano em que o Reino Unido passou a soberania sobre aquele território para os recém-criados Índia e Paquistão.

Neste cenário internacional, princípios de 1947, ocasião que se desenvolveu na Inglaterra uma crise de carvão que provocou uma grande baixa na produção industrial, no número 40 da Stainfield Road, muito próximo da fronteira das zonas londrinas do sul de Brixton e Stockwell, vivia a família de David Robert Jones. É oportuno lembrar que, segundo relatos,

“Londres na década de quarenta era o pior lugar possível, e o pior lugar possível para uma criança nascer”.

Bowie frequentou a Stockwell Enfants School até seis anos de idade adquirindo reputação de garoto com talento para cantar e, principalmente, gritar. De seu saxofone de plástico a um instrumento real em 1962, Bowie formou sua primeira banda aos 15 anos de idade.

De percepção deficiente e com a pupila permanentemente dilatada (tempos depois isso tornar-se-ia a marca pessoal do artista, que embora tenha tido os dois olhos azuis, aparentava ter um olho de cada cor, fenômeno conhecido como heterocromia. Alguns acreditavam que seu olho fosse de vidro mas, na realidade, o problema em seu olho é designado anisocoria que, no seu caso, lhe deixou permanentemente a pupila esquerda dilatada).

Apesar da briga violenta por uma garota, e cujo soco no olho esquerdo usando um anel em seu dedo deixou tal marca, Underwood e Bowie continuaram amigos. Desenvolveram interesse na música ao lado de Peter Frampton e, a banda de Underwood e Bowie, George e os Dragões, foi de curta duração. Ainda, George Underwood passou a cuidar da parte artística dos primeiros álbuns, gravando um com Bowie (em sua banda The King Bees) e também um disco solo sob o nome de Calvin James.

Por conta da falta de sucesso comercial, Bowie se viu obrigado a tentar “ganhar a vida” de formas diferentes. Uma dessas foi gravar um comercial – 1969 – para a empresa de sorvetes Lyons Maid que, no entanto, foi rejeitado por outro do Kit Kat.

Cantor, compositor, ator e produtor musical, tal inglês alterou vidas como a de Madona e Lady Gaga, tendo sido considerado importante figura na música popular há cinco décadas. Foi Pôncio Pilatos, Rei dos Duendes, esteve Prisioneiro, reinventando-se a cada disco lançado, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.

O biógrafo David Buckley escreveu acerca da influência única, musical e socialmente:

ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável”.

Agora, o camaleônico, dono de personalidade impar e inspiradora, finalizou seu tempo, consciente e produzindo... Sempre assim à espelho de seu último trabalho. Faleceu em 10 de Janeiro!

Lembro-me então, perto dos meus 21 anos de idade, do vídeo que se segue cuja produção colocou este ícone no Top 5 de minha lista de roqueiros – Starman.

Roberto Costa Ferreira, 11JAN2016.



sábado, 2 de janeiro de 2016

ANO NOVO

 
E todos juntos remoçando, sob o céu estrelado, no solo firme ao lado da
"linda piscina azulejada no azul celestial", aquecida até pelo folguedo
 estrelado que já se foi, minutos após, já em novo tempo!

Quanta alegria... Esperanças e sorrisos, jovens e remoçados... Renovados!

E contamos MAIS UM TEMPO... Um aniversário de Novo Tempo. Parabéns à todos!

O ANO...
Tempo que a Terra gasta numa translação completa à volta do Sol. É o espaço de 12 meses, iniciado em 1 de Janeiro e que terminou ontem, 31 de Dezembro. É o espaço de 12 meses que pode começar em qualquer dia em sua vida!

Quer seja Ano letivo, Ano civil, Ano econômico, Ano trópico ou Solar, Ano sideral, Ano bissexto, Lunação, calendários Luni-solares, Juliano, Ano-luz... O ano é o mesmo em quase todos os povos civilizados, muito embora seu princípio tem variado.

O protótipo atual de calendário lunar é o calendário islâmico; do calendário solar é o gregoriano; do calendário luni-solar é o israelita. Mas também o calendário gregoriano conserva, de certo modo, uma base luni-solar no que diz respeito às regras para a determinação da data da Páscoa.

Os Egípcios, os Caldeus, os Persas, etc. começam no equinócio do Outono, outros, no solstício do Verão... Em França, no advento de Carlos IX, começava na Pascoa. Um edito deste rei, em 1564, ordenou seu início em 1 de Janeiro, data puramente civil. Já o governo republicano em 1792, determinou o início no equinócio de Outono, em 22 de Setembro de 1792.

Os Russos e os Gregos conservaram o calendário Juliano, e por isso começavam o ano em 13 de Janeiro do nosso ano. O ano dos Turcos é formado de 12 meses Lunares, que são, alternadamente, de 29 e 30 dias.

Não importa! Ele existe e é conhecido há apenas pouco tempo: é como um romance novo... Que se segue a outras coisas da mesma espécie: como a roseira que deu novas rosas... Como o homem disposto a tornar-se “um novo homem”!

A palavra Novo tem acepções diferentes, consoante está colocada antes ou depois do substantivo: Ano Novo... NOVO Ano. O novo sempre agrada mais, pois que, é um presente. Um presente de Deus!


Roberto Costa Ferreira, primeiro de Janeiro de 2016.