Gente! Eu estou presente...
Tantos outros também... Chapinha, “os Mazia”, Andrea, estou ao fundo como que enquadrado e Isabel ao meu lado... Agora, se “sob” e ou “sobre”,
que nada mais são que duas 'preposições' essenciais causando muita confusão na
hora de se escrever um texto, não importa. Isso porque elas são palavras ‘parônimas’,
uma vez que são muito semelhantes na pronúncia e na escrita, entretanto,
possuem significados diferentes.
Sendo assim, ainda, o sob e o
sobre são termos ‘antônimos’, ou seja, o significado de uma é o contrário da
outra, nada importando no presente momento. Importante mesmo é que estávamos
“todos juntos”, e “misturados”, sem respeito às distâncias mínimas hoje
requeridas!
Ah, está! E éramos todos
‘sinônimos’ de muita alegria e felicidades, plenos de certezas presentes, todos
convergindo para celebrar um tempo, não importando, segundo o poeta, “... se a
estação do ano muda, se o século vira, se o milênio é outro, se a idade
aumenta...” Conservemos a vontade de viver, pois que, não se chega a parte
alguma sem ela, a dita vontade.
Ainda que, se não guardamos, nos
esquecemos a data de aniversário de quem nos importa, que é importante na
memória do coração, e se, o significante é a “forma”, o “corpo” que se vê ou
que se ouve – como diz o samba do Chapinha, da palavra –, o significado
corresponde ao conteúdo, ao que o conjunto de sons/letras que constituem essa
palavra representa - o “conjunto das pessoas juntas” ... Sendo assim, o
conceito corresponde ao significado, e a imagem ora posta e acústica na
lembrança lembrada do samba, ao significante.
Portanto, reitero o dito daquele
poeta que disse: “se não guardamos e nos esquecemos a data de aniversário de
que nos importa, não vale a pena escrevê-la na agenda”.
Então recomendo: “Guardem na
agenda, na memória, no coração outra oportunidade de tal ação - Santo Amaro
aniversaria e estaremos disponíveis - oportunidade de revivermos o inesquecível
conjunto dos ‘Meninos e Meninas Cantoras de Santo Amaro, o Samba Enredo cantado
na música e orientação do Mestre Chapinha, percorrendo “Caminhos de Santo
Amaro”, com vistas à consagração do 469º aniversário. Brevemente!
Roberto Costa Ferreira
- HILASA/ Santo Amaro, 10/01/2021.
Tem dia que não rezo não. Sinto
que estou esperando para rezar... Tem dia que rezo. Por tudo, tudo de bom, hoje
e sempre!
Tem coisas na vida que até
esqueço. Outras coisas não. Coisas na vida, da vida, as vezes esqueço.
Tem pessoas na vida que até mesmo
esqueço... Às vezes lembro. Por vezes não quero lembrar.
Tudo depende, na vida, na morte.
Eu sempre fiz tudo devagar... As vezes quero que o tempo pare, por vezes
dispare. Por vezes quero nele ficar... Como que “dormente”, até pra
sempre.
Tem momentos inesquecíveis,
outros sofríveis, momentos que vem de dentro... Tudo vem de dentro.
Mas quando vem de fora, do outro,
de dentro do outro, então quero que tudo aquilo fique aqui por dentro, e queria
que tudo aquilo de dentro de mim partisse, ficasse como que colado dentro do
outro!
Foi assim o meu encontro. Que
durou pouco. O suficiente para que entrássemos um no outro. Isso... Tudo! Um
dentro do outro, muito próximo um olhando dentro do olho do outro. Como que
penetrando teso, inteiriço e duro, um n’outro!
Foi um lance! Que “pintou”
como que num “transe” ... Inebriante! Que para mim perdura
constante.
Tal reflexão, e, normalmente,
as reflexões de cunho psicológicos são efetuadas pelas pessoas que “pensam”,
“que questionam” o que as “rodeiam”. E a reflexão psicológica
é muitas vezes utilizada na filosofia. Assim, refletir é pensar, abordar
um tema, que nos intriga, por vezes “lembrar do inesquecível”,
“amar”, falar do “amor impossível”, impassível naquele
momento, tal que não suscetível de “padecer”, de “sofrer”, apenas
“querer” ... Nem que fora por um instante, pois que, mesmo que se
queira esquecer devemos primeiro lembrar!
Então, como referido no texto
objeto do blog adiante: “Clarice aniversaria, portanto Inesquecível...!”Lembro que no dia de hoje ela faleceu, 8 anos de tempo decorrido, após tê-la
conhecido – Leme/RJ, 1969 – no auge dos seus 48 anos!Deixou-me! Deixou-nos
a exatos 43 anos – 9 de Dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.
A maior escritora judia desde Franz
Kafta, cuja obra está repleta de “cenas cotidianas e tramas psicológicas”,
reputando-se como uma de suas principais características “a epifania
de personagens comuns em momentos do cotidiano”. Como que “um sentimento
que expressa uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de
algo”. Podendo ser ainda “tal qual um termo usado para a
realização de algo, um sonho com difícil realização”. Literal e filosoficamente,
sugere que alguém “encontrou a última peça do quebra-cabeças”. Pode ser.
Talvez que num destes “cotidianos” eu estivesse presente como
a um ensaio ... Será!
Em verdade, o que importa é que,
embora nascida Ucraniana e chegada ao Brasil em 1922 – 2 anos de idade –
com seus pais, sempre disse: “Naquela terra eu literalmente nunca
pisei: fui carregada de colo” e que sua verdadeira pátria era o Brasil,
esta na qual amanhã comemoraremos seu aniversário de nascimento – 10 de
Dezembro.
Às notícias, em 19 de Dezembro
p. p. circulou a notícia, momento que “Londres e arredores, lojas não
essenciais devem fechar e as pessoas devem ficar em casa a partir da meia-noite
de sábado, com exceções limitadas para alguns tipos de trabalho e compras
essenciais, disse Johnson. Os locais de culto permanecerão abertos”.
Anteriormente, em 16 de dez.
de 2020 veicula-se a notícia segundo a qual, novamente, “Londres fecha
cinemas, teatros e restaurantes, novamente, devido à pandemia. A capital
britânica e partes do sudeste da Inglaterra ...”
Mais ultimamente temos a corrida
da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) que vem
negociando com a farmacêutica Bharat Biotech a compra de 5 milhões de
doses de uma vacina contra covid-19, esta então produzida na Índia - a
Covaxin - que poderá ser aplicada em caráter emergencial, conforme
autorização concedida pelas autoridades do país.
Assim, consagradamente,
além do poder público, a corrida pelas vacinas mobiliza também a rede privada.
Nesta, porém, a vacina ainda não tem o aval da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa)para ser distribuída no Brasil.
Desse modo, a par das notícias
nos meios mundiais de comunicação e, verificando-se que Londres estava em
bloqueio, uma "solução de custo quase zero" simples e eficaz
prosperou nos estudos... Em concordância com minha modesta proposta, agora
também sinteticamente publicada nesta blog, mas que integralmente
publicizada e conhecida nos canais científicos competentes, proposta realizada
em pesquisa fundamentada, condiz com o trabalho desenvolvido pelos
pesquisadores adiante declinados, principalmente através Dr. Michael
Durairaj S., Master of Science, virologista - Goswami Ganesh
Dutta Sanatan Dharam Gollege -Department of Biochemistrv, momento que diz:
“A vacinação individual
específica para setotipo, pois a progressão da doença é lenta, usando o
vírus infectante como "vírus inativado" como vacina. É a
ideia básica. Vale a pena, pois economiza dinheiro e ajuda as pessoas em todo o
mundo, ... “
Este não é o formato
científico aceito. É custo quase zero... Provar isso em laboratório levará
dois (três) anos. Mas como autorização de uso emergencial, como por
aqui, atualmente, largamente se propaga,pode ser comprovado em
15 dias. No campo, implementando a inalação de vapor conforme mencionado
à frente.
O Controle da Covid 19globalmente
- requer estratégia simples de Vacinação individual específica para sorotipos,
conforme:
· Usando inalação de vapor e retendo a respiração.
·Fazer inalação de vapor três vezes ao dia
durante 5 minutos.
·Conforme o "Método de Michael".
Depois de inalar o vapor, tente
retê-lo e permitir que os níveis de CO2 aumentem até seu nível de conforto,
digamos, 30 segundos ou menos, é possível. Isso vai realmente ajudar,
principalmente como a vacina de sorotipo específico. Assim, adiante:
Passos técnicos:
1. Do dia 0 da
infecção aos sintomas graves, leva o dia 8 a 10, se for necessária
hospitalização.
2. A produção
de anticorpos IgM começa no quinto dia após a imunização/infecção.
3. Ponto
crucial da atual estratégia: não publicado: Teoricamente, a umidade da inalação
do vapor a água inibe a síntese de ATP tão essencialmente necessário para a
replicação do vírus no pulmão. (Considere que a teoria da temperatura do vapor
é uma porcaria ... pois ela mata as células pulmonares).
4. Como a síntese
do vírus é inibida, ao interromper a síntese de ATP, nosso mecanismo
imunológico assume, antes que a doença comece, com cargas virais baixas quando
o vapor é inalado três vezes ao dia.
5. Altas
altitudes acima de 2500-3000 metros, devido à acidose de baixo CO2 estão
interferindo na replicação viral... ácidos podem ser usados para inativar vírus...
Então, segurando a respiração por menos de 30 segundos e inalação de vapor,
podemos controlar. Isso pode ser experimentado em pequeno nível, em uma pequena
população geográfica.
Então, aplicado em maior
população geográfica, isso pode ser experimentado em pequeno nível e assim,
aplicado em maior nível. Digamos um Taluk, ou uma pequena população... Então,
um distrito ou estado maior que o ambiente Global. É um tiro certeiro,
garante-se!
Fiz modesta publicação, fato tal que
o Dr. Michael tentou escrever em todos os lugares, porém decidiu que
esse é o método ideal. Referiu até seus parentes envolvidos, com quem manteve
contato em casa, os nomes também estão lá, inseridos nas pesquisas, nos TCLE
– Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, requeridos.
Em especial, quis até registrar
“STOP VIOLENCE CONTRA DOCTORS” para fornecer todas as informações técnicas
sobre o curso da doença e do tratamento, respondendo dúvidas, em muitas
oportunidades, até tarde da noite e em meio a horários agitados. Disse ainda
que:
“Tive tempo livre para consertar
o quebra-cabeça, coletando informações sobre dúvidas ... No caso de comentários
de dúvidas que possamos discutir ... deve ser 97 +% eficaz. Aqueles com forte
reação ao vírus SARS-COV2, como eles respondem não tem certeza ... “
Digo em acréscimo que ‘alguns
perfis de soro têm problemas. Mas como o mecanismo imunológico é o mesmo, isso
pode ser altamente eficaz. Em especial, quero deixar registrado o STOP VIOLENCE
CONTRA MÉDICOS, procedimento antes referido, por fornecer todas as informações
técnicas sobre o curso da doença e do tratamento que, atende a dúvidas noturnas
em meio a horários agitados’.
Complementou o virologista,
consoante meu parecer que: “Tive tempo livre para consertar o quebra-cabeça,
coletando informações sobre dúvidas. No caso de comentários de dúvidas que
possamos discutir... deve ser 97 +% eficaz. Aqueles com forte reação ao vírus
SARS-COV2, como eles respondem não tem certeza. Alguns perfis de soro têm problemas.
Mas como o mecanismo imunológico é o mesmo, isso pode ser altamente eficaz”.
Assim, finalizo está apreciação
crítica referindo que talvez possamos verificar a propagação do vírus e ainda, controlar
a infecção em 98% da população. Plausível solução!
São Paulo, 30 de
Dezembro de 2020.
Roberto Costa Ferreira,
Mestre em Educação Superior
“Thanksgiving” ... Um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos e
Canadá, que simboliza um dia de gratidão, geralmente a Deus, pelos
bons acontecimentos do ano. Celebra-se na quarta quinta-feira do mês de
novembro. Também no Brasil, desde 1949, tendo sido instituído
o Dia de Ação de Graças, cuja lei foi regulamentada em 1965 pelo
presidente Castelo Branco. É celebrado também na quarta quinta-feira de
novembro. Neste dia, as pessoas comemoram com festas e orações. Mas foi
somente em 1941 que o Congresso americano tornou a data feriado nacional.
É conveniente que se saiba que a origem do Dia
de Ação de Graças remonta a 1621, momento que os colonos de Plymouth, em
Massachusetts, e os indígenas celebraram a colheita de outono com um
grande jantar - acredita-se que esse foi o primeiro banquete
de Thanksgiving da história. A celebração tinha um motivo bem
importante: O inverno anterior havia sido brutal.
Creio que muitos, todo mundo já
ouviu falar de Thanksgiving ou Dia de Ação de Graças: é um dos feriados
mais populares nos Estados Unidos, marcado por jantares fartos, com um enorme
peru assado na mesa, tendo após, na composição da sobremesa, torta de abóbora!
Essa cena é, inclusive, bem comum em filmes e em séries norte-americanas. É
assim, um feriado que antecede o Natal - nos Estados Unidos, foi
celebrado na 4ª quinta-feira de novembro, sendo certo que neste 2020, ocorreu
no dia 26/11 p.p. e, no Canadá, na 2ª segunda-feira de outubro. Reitero
que, em ambos os países, o Dia de Ação de Graças é feriado nacional.
Já está no nome: o Dia de Ação
de Graças é uma data em que as pessoas agradecem as coisas boas que
aconteceram no curso do ano. No passado, Thanksgiving era celebrado logo depois
das colheitas. Por isso, a ideia da fartura de comida está tão ligada a esse
feriado: nesse dia, as pessoas agradeciam justamente pela produção agrícola,
rememoro. É interessante considerar que, diferentemente da maioria dos
feriados, o Dia de Ação de Graças não é uma data com raízes religiosas. Pelo
contrário: Thanksgiving está diretamente relacionado à história dos Estados
Unidos e à sua colonização.
Considerando a origem do Dia
de Ação de Graças, em 1621, os colonos de Plymouth, em Massachusetts, e os
indígenas celebraram a colheita de outono com um grande jantar -
acredita-se que esse foi o primeiro banquete de Thanksgiving da história. A celebração
tinha um motivo fundamental: O inverno anterior, brutal na sua
ocorrência, proporcionou que significativo contingente dos colonos passassem a
estação abrigada em um navio - o veículo que usavam em suas explorações - e
foram expostos a doenças contagiosas. Apenas metade do povo sobreviveu para ver
sua primeira primavera em Massachusetts.
Chegando março, os colonos
receberam a surpreendente visita de um indígenaAbenaki, oriundo
da tribo nativa pertencente ao grupoAlgonquino, que vivia no
nordeste dos Estados Unidos, que os cumprimentou em inglês. Dias depois, ele
retornou acompanhado de Squanto, membro da tribo Patuxet, mais
conhecida por ser uma das primeiras ligações entre a população nativa americana
no sul da Nova Inglaterra e os peregrinos do Mayflower, um indígena que havia
sido sequestrado, escravizado e levado a Londres. Quando retornou, ele
ensinou aos peregrinos, debilitados pela desnutrição e doenças, como cultivar
milho, extrair seiva de bordo, pescar nos rios e evitar plantas venenosas.
Ele também ajudou os colonos a
formarem uma aliança com os Wampanoag, uma tribo local, que duraria mais
de 50 anos e que continua sendo, infelizmente, um dos únicos exemplos de
harmonia entre colonos europeus e nativos americanos. Depois de uma colheita
bem sucedida, em novembro de 1621, o governador William Bradford organizou um
grande banquete de comemoração, que durou três dias. Embora não existam
registros sobre o cardápio exato do banquete, é possível se ter uma
ideia.
Peru assado é um dos pratos mais
tradicionais do feriado. O cronista do peregrino Edward Winslow,
separatista que viajou no Mayflower em 1620, tendo sido um dos vários
líderes seniores do referido navio, também mais tarde na Colônia de Plymonth, escreveu:
"Realizada
nossa colheita, nosso governador enviou quatro homens à caça de aves, para que,
juntos, de maneira especial, pudéssemos nos alegrar, depois de colhermos os
frutos de nosso trabalho. Em apenas um dia, os quatro mataram tantas aves que a
Companhia se alimentou por quase uma semana. Nesses dias, exercitamos nossas
armas, ao lado dos índios e do chefe da sua tribo, Massasoit, que tem cerca de
90 homens. Durante três dias, festejamos, e eles saíram e mataram cinco veados,
que trouxeram para a fazenda e entregaram ao nosso governador e ao capitão. E,
embora nem sempre seja tão abundante, como foi nesta época conosco, pela
bondade de Deus, estamos tão longe da necessidade, que muitas vezes desejamos
que vocês participem de nossa abundância."
Historiadores sugerem que as
receitas provavelmente foram preparadas seguindo as tradições dos nativos, com
seus temperos e seus métodos. Como, na época, os peregrinos não tinham forno, o
banquete não teve tortas, bolos e outras sobremesas - esses pratos só se
tornaram tradicionais de Thanksgiving muitos anos depois.
Já em razão do feriado nacional
de Thanksgiving em 1623, considerando que as colheitas foram ameaçadas
por um longo período de seca, para agradecer os alimentos colhidos, foi feito o
segundo banquete de Ação de Graças. A partir de então, a data passou a
ser celebrada anualmente na região da Nova Inglaterra. Mas foi um longo
caminho até que Thanksgiving fosse declarado, de fato, um feriado nacional.
Em 1789, George Washington
emitiu a primeira proclamação de Ação de Graças pelo governo nacional dos
Estados Unidos; nele, “incentivou os americanos a expressar sua gratidão
pela feliz conclusão da guerra de independência do país e a ratificação
bem-sucedida da Constituição dos EUA”. Seus sucessores, John Adams e
James Madison, também designaram dias de agradecimento durante suas
presidências. George Washington finalmente ganha uma biblioteca presidencial.
Já ao longo de 1817, muitos estados do norte já declaravam Thanksgiving
como feriado oficial (Nova York foi o primeiro deles). Mas cada estado
celebrava em datas diferentes. E os estados sulistas sequer reconheciam o
festejo.
É interessante notar que,
diferentemente da maioria dos feriados, o Dia de Ação de Graçasnão é
uma data com raízes religiosas. Pelo contrário: Thanksgiving está
diretamente relacionado à história dos Estados Unidos e à sua colonização,
sendo certo que dez anos mais tarde, a editora de revistas e escritora Sarah
Josepha Hale, que era muito famosa na época, começou a enviar cartas a
presidentes, governadores e prefeitos, pedindo o reconhecimento do Dia de
Ação de Graças como um feriado nacional. Ela enviou esses pedidos por 36
anos! Por isso, ganhou o apelido de "Mother of Thanksgiving",
a mãe do Thanksgiving.
Foi só em 1863 que Abraham
Lincoln, presidente dos Estados Unidos na época, acatou os pedidos de Sarah.
Diante das mortes de soldados durante a Guerra Civil, Lincoln pediu aos
americanos que "recomendem ao terno cuidado de Deus todos aqueles que
se tornaram viúvas, órfãos, enlutados ou sofredores na lamentável luta
civil" e "cure as feridas da nação". A data passou a ser
comemorada sempre na última quinta-feira do mês de novembro.
E na ocorrência do ano de 1939, o presidente Franklin Rooseveltaté
tentou adiantar a celebração, para incentivar vendas e ajudar a economia
sofrida depois da Grande Depressão. Mas a medida foi altamente
criticada e, a partir de 1941, Thanksgiving virou feriado nacional, sempre
na 4ª quinta-feira do mês. Atualmente, o Dia de Ação de Graças perdeu muito
de seu significado de origem. As famílias e amigos americanos costumam se
reunir para partilhar uma bela refeição. Não há certeza se o peru, o símbolo
mais clássico de Ação de Graças, foi servido no primeiro banquete dos
peregrinos. Nos dias de hoje, porém, cerca de 90% dos americanos consomem peru
assado no feriado. Outras receitas clássicas são purê de batata, molho de
cranberry e torta de abóbora.
Fazer trabalho
voluntário também é uma atividade bem comum, para os americanos,
durante o feriado de Thanksgiving, e as comunidades e bairros costumam servir
refeições beneficentes aos mais necessitados. As paradas, com enormes balões,
também se tornaram clássicas. Tal tradição teve início em 1924,
impulsionada pela loja Macy's, em Nova York. Até hoje, a parada da
cidade é a mais famosa e reúne cerca de 3 milhões de pessoas nas ruas, além de
uma enorme audiência na televisão. Com o tempo, também surgiu uma tradição bem
curiosa: dois perus são "poupados" de serem assados e são
enviados a uma fazenda. Isso começou em meados do século XX, com o
"perdão" sendo consentido aos perus pelo presidente, e, até hoje,
alguns governadores também fazem esse ritual. Obama perdoa seu último peru de
Ação de Graças, onde cerca de 50 milhões de perus são consumidos no Dia de
Ação de Graças, também conhecido como “Turkey Day” (Dia do Peru).
No Brasil, pouca gente sabe,
mas existe Dia de Ação de Graças! Ele foi instituído em 17 de agosto de 1949,
no governo de Eurico Gaspar Dutra (Lei n.º 781). Seguindo a tradição
americana, o Thanksgiving aqui também é celebrado na 4ª quinta-feira de
novembro. A Escola de Joinville celebra Dia de Ação de Graças. Florianópolis
mantém astradições culturais do Arquipélago de Açores, em Portugal.
No país, também é uma data para se agradecer pelas coisas boas do ano. Como não
é muito popular por aqui, não é feriado nacional. A data é mais celebrada por
descendentes e imigrantes ingleses e americanos. As escolas de idioma,
sim, costumam celebrar Thanksgiving como forma de ensinar aos alunos sobre essa
tradição.
No Canadá, Thanksgiving foi
celebrado pela primeira vez em 1879, sendo conveniente referir que a data
atual (sempre na 2ª segunda-feira de outubro) foi definida em 1957. Com tal
condição geográfica, estando mais ao norte do que os Estados Unidos, as
colheitas são feitas antes por lá. Por isso, o Dia de Ação de Graças também é
celebrado antes, em outubro.
Convite elaborado e divulgado por ocasião do evento
Em 2020, ocorrido no dia 26/11 em
Santo Amaro, bairro da cidade de São Paulo, na 5ª quinta-feira última de novembro.
Não é feriado nacional. Aliás, poucos mencionaram o evento em razão do quadro
pandêmico predominando e nas ansiedades de um prospectivo futuro: como será o
Natal em 2020 em meio a pandemia? Aconteceu sim, nas ideias propostas e nascida
no interior, na coordenação do Centro Cultural de Santo Amaro, evoluindo para
conhecimento dos membros atuantes no contexto literário e cultural, cujas atividades
postas em prática pelos hilasianos (membros vinculados ao HILASA – Instituto de
Letras e Artes de Santo Amaro) organizaram-se objetivando fazerem honrarias...
... E tornaram público com um ato
de gratidão em razão da consagração da vida. Presencial sim, nas imagens postas
em plataforma e tela, nas vozes, nos olhares cruzados, divididos entre
assistentes e assistidos, nos benévolos semisorrisos e sorrisos... Todos ao
evento imbuídos, plenos e embebidos na jarra posta de mosto, tal qual a
dimensão de Provérbios 3:10 – “E se encherão os teus celeiros
abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lugares.” Lugar aquele da
emanação da solenidade onde a mesa ao centro posta trazia a “satisfação”
de termos o pão magnificamente produzido por alma gentil, simbolizando a
ressureição, a imortalidade, à continuidade da vida. E membros, postos e dispostos, ordenadamente
afeitos, adaptados a um território ainda estranho de pandemia, mas que,
perfeitos na execução do proposto, falantes, outros eloquentes discursantes,
que de palavra fácil fecundaram, dos assistentes o coração e, destes,
ensementaram fraternidade e amor!
Isabel, filha de Francisco
disse, na oportuna data de 20 de Novembro de 2020 - Dia da Consciência Negra – momento que
não é de comemoração e sim de reflexão – oportunidade que é celebrado no
Brasil na data de 20 de Novembro, tendo sido criado em 2003 como
efeméride incluída no calendário escolar, até ser oficialmente instituído em âmbito
nacional mediante a Lei nº 12.519, de 10 de Novembro de 2011, sendo
feriado em cerca de mil cidades em todo o país e em alguns estados através de
decretos estaduais. Em alguns estados que não aderiram à referida lei a
responsabilidade limita-se à câmara de vereadores que decidem se haverá o
feriado municipal – o texto em verso adiante que, muito merecidamente dedicou
ao seu pai, figura impoluta e bela em sua existência!
Ato contínuo, manifestei-me quase
em exaltação, mas, antes de tudo uma manifestação de amor, cuja descrição do
personagem é feita através do enlevo ao significante personagem.
O galo cantou as quatro da manhã, não
Sem antes ecoar retumbantemente...
E foi-se embora desse mundo de ilusões
Como a um vento forte, vibrantemente,
Que circulou por sobre as cabeças, pois
Que, queria que não o vissem chorar.
Mas eu, ainda aqui, hoje choro por tanta
Saudade.... Sem tristeza, sim, existente!
Como pudera viver-se ausente de tão
Expressivo existir, sendo certo que,
A presença dos ausentes na memória dos
Presentes é mais forte do que a morte.
De tão ilustre personalidade negra, nesta
Minha significante vida trago a certeza
De quão doida é a saudade imensa,
Mas feliz por contê-la e vivê-lo em meu
Coração!
Isabel Conceição Costa Ferreira, 20
de novembro de 2020,
Por uma consciência negra!
Verdade!
Um mestre... Significativa
homenagem a um homem que, no exercício de sua existência prosperou e viveu
sabiamente, atinente ao princípio inteligente proporcionado pelo Grande
Arquiteto do Universo!
Um homem que, deixou-me
referências e recomendações existenciais, as quais e muitas, ainda pratico
obedientemente.
Mais que um sogro, mais que
amigo, brilhante serena e expectante Luz no meu caminhar, na minha existência!
E bem por tal agradeço por sua presença,
quando em vida e superiormente bela no plano espiritual. Francisco presente!
Por oportuno, sugiro ouvirem a canção no link adiante.
Wuhan,
na China, mais populosa e contendo cerca de 11 milhões de habitantes, um
dos principais polos turísticos, a vasta capital da província de Hubei, é um
centro comercial dividido pelos rios Yangtzé e Han. É a capital, a maior
cidade da província chinesa. No momento que o governo notificou a Organização
Mundial da Saúde (OMS) sobre uma misteriosa pneumonia no local, especialistas
de todo o mundo começaram a tentar identificar o agente causador. Supõe-se que
ele tenha se originado num mercado de frutos do mar na cidade. Inicialmente foi
comunicado haver cerca de 40 pessoas infectadas, ao final de dezembro de 2019.
Partindo
de então o Glossário da crise do coronavírus ganha novo termo. Ele
reflete a ideia de que o vírus não atua simplesmente sozinho, mas sim
compactuando com outras doenças. E isso demanda uma abordagem diferente. Desse
modo, um artigo publicado no final do mês de setembro no semanário The
Lancet, uma das mais antigas e prestigiadas publicações científicas do
mundo, remontando ao ano de 1823 sua criação – Reino Unido - e voltada para a
disciplina de medicina, com revisão por pares, sendo publicada semanalmente, pôs
um novo termo no já extenso debate sobre o novo coronavírus. O texto
defende que o mundo não enfrenta simplesmente uma pandemia, mas uma "sindemia".
Tal
artigo é assinado pelo editor-chefe da referida revista, Richard Horton,
que argumenta ser a COVID-19 não “uma peste como outra qualquer já vista
no passado e que, por isso, merece abordagem diferente. O termo sindemia, por
isso, seria mais adequado”. Compreende-se assim que o vírus não atua sozinho,
mas compactuando com outras doenças. Logo, a desigualdade social tem
papel-chave nisso.
"A COVID-19não é uma pandemia. É uma sindemia.
A natureza sindêmica da ameaça que enfrentamos significa ser necessária uma
abordagem mais diversificada se quisermos proteger a saúde de nossas
comunidades", escreve Horton.
Ainda,
Sindemia caracteriza a interação mutuamente agravante entre
problemas de saúde em populações em seu contexto social e econômico. Este
conceito foi cunhado por Merril Singer a partir de estudo desenvolvido
sobre o entrelaçamento entre a síndrome da imunodeficiência adquirida e a violência
em cidades estadunidenses. Desse modo, tal artigo repercutiu em alguns dos
principais meios de comunicação internacionais e ganhou eco no mundo
científico, revelando-se objeto de estudo mais acurado. A americana
Sociedade de Medicina de Catástrofes e Saúde Pública, por exemplo,
defendeu, em artigo intitulado "Covid-19 à Covid-20", que a
resposta institucional à atual crise seja baseada num"pensamento
sindêmico, e não pandêmico".
Compreende-se
logo que a palavra "sindemia", portanto, entra aos poucos
no glossário do debate sobre a COVID-19,
ao lado de termos como "lockdown", "imunidade
de rebanho" e "achatar a curva", antes
praticamente desconhecidos do grande público, agora e rapidamente de popular
expressão. Mas o que significa exatamente sindemia? O que é? Bem, o termo
"sindemia", com mais detalhes, foi cunhado nos anos
1990 pelo antropólogo médico americano Merrill Singer, mais conhecido por suas
pesquisas sobre abuso de substâncias,HIV/aids e disparidades sociais na saúde
da população, como sinteticamente mencionei no parágrafo anterior e em cujo conteúdo Singer definiu a sindemia como:
"um modelo de saúde que se concentra no complexo
biossocial" – ou seja, nos fatores sociais e ambientais que promovem e
potencializam os efeitos negativos da interação de uma determinada doença.
Em
outras palavras, de acordo com a tese de Singer, a abordagem sindêmica olha
para a doença de forma mais ampla, explorando as consequências gerais de
medidas como lockdowns e o distanciamento social, mesmo em razão
de vivências periféricas na sociedade contemporânea. E é nessa tecla que Richard
Horton bate em seu artigo na Lancet. Ele escreve que, agora vertido:
“à medida que o mundo se aproxima de 1 milhão de mortes por
covid-19, é importante enfrentar o fato de que a atual abordagem é
demasiadamente restrita para administrar a crise do novo coronavírus”.
Segundo
Horton, todas as intervenções se concentraram até agora em cortar linhas de
transmissão viral. A "ciência" que tem guiado os
governos, afirma ele, é baseada principalmente em modelos de combate a
epidemias que enquadram a atual emergência sanitária num conceito de peste
que tem séculos de existência.
"Mas a história da covid-19 não é tão simples
assim", argumenta o editor da Lancet, ao que concordo.
"Duas categorias de doenças estão interagindo dentro de populações
específicas – a síndrome respiratória aguda severa (Sars-Cov-2) e uma série de doenças
não transmissíveis (DNTs). Estas condições estão se agrupando dentro de
grupos sociais de acordo com padrões de desigualdade profundamente enraizados
em nossas sociedades. A agregação dessas doenças em um contexto de
disparidade social e econômica exacerba os efeitos adversos de cada doença
separada."
Então, como combater uma sindemia?
Uma “epidemia
sindêmica” refere-se à ideia de que o vírus não age isoladamente, como o
coronavírus, um vilão solitário que simplesmente espalha pneumonia e falência
de órgãos entre a população. Ele tem cúmplices como:
·a obesidade, diabetes, doenças cardíacas e,
principalmente,
· condições sociais, que acabam agravando a
situação do infectado.
A
questão é que muitos dos "cúmplices" da COVID-19já são uma epidemia isolada por si só em algumas sociedades. A
obesidade, por exemplo, é um fator de risco para o desenvolvimento de diabetes
e doenças cardíacas.
Um
artigo recente na revista Obesity Reviews – uma revista médica mensal
revisada por pares, criada no ano de 2000, que publica análises de todas as
disciplinas relacionadas ao tema Obesidade, é o jornal oficial da
Federação Mundial da Obesidade e publicado em seu nome por
Wiley-Blackwel – empresa, cuja ação é o negócio internacional de
publicações científicas, técnicas, médicas e acadêmicas da John Wiley &
Sons tendo sido formada pela fusão dos negócios científicos, técnicos e médicos
globais de John Wiley com a Blackwell Publishing, depois que Wiley
assumiu o controle em 2007.
Tem
como editor-chefe David A. York – que seaposentou em 2014 de sua
posição como professor do Departamento de Biologia da Universidade Estadual
de Utah. Antes disso, foi Diretor Executivo Associado de Ciências
Básicas no Pennington Centre em Baton Rouge e membro do corpo docente do
Departamento de Nutrição Humana da Universidade de Southampton, no Reino
Unido, tendo agora um cargo adjunto na Wayne State University em Detroit,
onde mora agora. Anteriormente, tesoureiro da Associação Internacional para
o Estudo da Obesidade e, então, atua como o referido cargo de Editor-Chefe
de Revisões de Obesidade e como Presidente do Comitê de Publicações da
Obesidade Mundial.
Referido
artigo da revista Obesity Reviews, por exemplo, concluiu que pessoas
obesas têm 50% mais chances de morrer de coronavírus. Em seu artigo,
Richard Horton destaca que as sindemias são caracterizadas por interações
biológicas e sociais, interações estas que aumentam a suscetibilidade de uma
pessoa ver seu estado de saúde piorar ao contrair uma doença.
Especificamente, no caso da COVID-19, argumenta o editor da Lancet:
“... atacar doenças não transmissíveis é um pré-requisito
para um combate bem-sucedido à atual crise. O número total de pessoas que vivem
com doenças crônicas está crescendo. Abordar a COVID-19 significa abordar
a hipertensão, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias
crônicas, e câncer", diz.
Horton afirma ainda ser especialmente importante
prestar maior atenção às doenças não transmissíveis em países mais pobres.
Ele cita ainda um artigo na Lancet, também de setembro, em que os
especialistas Gene Bukhman e Ana Mocumbi descreveram algo que chamam
de DNTLs – adicionando lesões à categoria de "doenças não
transmissíveis".
Para
o bilhão de pessoas mais pobres do mundo, as DNTLs - Doenças não Transmissíveis, que são a principal causa de morte e incapacidade em todo o mundo e cujo controle eficaz dessas doenças crônicas depende, em grande parte, dos serviços continuados, responsivos, acessíveis e de qualidade, além de engajamento e autocontrole satisfatório por parte do pacientes. - representam mais de um
terço do seu “fardo” com doenças. O artigo acima
citado por Horton afirma ainda que:
“... a disponibilidade de intervenções acessíveis e
econômicas durante a próxima década poderia evitar quase 5 milhões de mortes
entre as pessoas mais pobres do mundo. E isso sem considerar os riscos
reduzidos de morrer porCOVID-19”.
"A menos que os governos elaborem políticas e
programas para reverter as profundas disparidades, nossas sociedades nunca
estarão verdadeiramente seguras da COVID-19", concluindo Horton
ainda que, merecendo destaque:
"A crise econômica que está avançando em nossa
direção não será resolvida por uma droga ou uma vacina.”
Portanto,
tal quadro requer um olhar mais apurado, muito aquém das “conveniências
políticas e respectiva afetação em razão das condições eleitoreiras”, mesmo
porque, ainda temos a considerar que o Brasil está perdendo a liderança no
cenário mundial na adoção de políticas que permitam alimentação saudável,
práticas salutares e procedimentos coerentes, mesmo à vista do que afirma o
professor Boyd Swinburn, especialista em Nutrição Populacional e Saúde
Global da Universidade de Auckland (Nova Zelândia).
Swinburn
é copresidente da comissão responsável pelo relatório que também apontou a
existência de uma "sindemia global", esta última provocada
pela junção das pandemias deobesidade, desnutrição e mudanças
climáticas. Diz ainda, tal autoridade que:
“é urgente um esforço de governos e da sociedade civil para
reverter a tendência de piora nos indicadores”.
Para
ele, progressos começam a ser identificados em alguns países, "mas o
Brasil está seguindo os EUA e retrocedendo", constata. Ainda que, conforme
publicado no início do ano na revistaThe Lancet, referido
estudo indica que o sistema alimentar atual, além de impulsionar a obesidade,
favorece a desnutrição e as mudanças climáticas.
Comenta
também a autoridade que, aprofundadamente, e com o merecido olhar:
“... devido à importância da Amazônia, esse é um problema
que afeta a todos, não apenas o Brasil. As políticas estão indo em
direção oposta ao que desejaríamos. Infelizmente, acredito que isso seja
reflexo dos interesses das grandes corporações. Temos de dar voz a outros
grupos, ao interesse de pequenos produtores, à sociedade civil, como ocorria no
Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar, colegiado que teve
suas atribuições retiradas pela atual autoridade governamental.”
Quando
referiu, conforme acima que, “progressos estão sendo identificados em várias
partes do mundo, mas, o Brasil está seguindo os EUA e retrocedendo”, isto é
de se lamentar! É preciso que se olhe para si, com muito mais atenção, para
enxergar o próximo! Se temos tempo para pensar em conter o próximo avanço,
observo que temos, à comum consenso com referida autoridade, mas não
muito. As três pandemias que interagem entre si têm trajetórias
distintas.
Mesmo
considerando que as taxas de desnutrição estão caindo, mas lentamente,
a obesidade continua aumentando e a mudança climática, ainda
mal começou a ser revertida, as estimativas mostram que temos 10 anos para
mudar a tendência atual para que não entremos num ciclo vicioso, sem nos
esquecermos do entendimento real do que significa SINDEMIA: a
compreensão de que tal termo combina duas palavras, quais sejam:
· Sinergia e Pandemia, em cujo conceito
envolve e é usado para explicar uma situação em que:
“um vírus não atua sozinho,
mas, se forma a partir da interação de duas ou mais doenças em um contexto
social”, e repito, nocivo à saúde pública!
Um grupo de cientistas garante
que a Covid-19não é uma pandemia e se propõe a enfrentá-la como uma sindemia
- a interação mutuamente agravante entre problemas de saúde em
populações em seu contexto social e econômico. Aderem e propõem uma mudança
de estratégia para o enfrentamento do vírus que já deixou mais de 1 milhão de
mortes no mundo. Especialistas argumentam que lidar com Covid-19 do
ponto de vista da sindemiapermitirá não apenas combater a doença
infecciosa, mas também ajudar a corrigir o contexto social das pessoas mais
vulneráveis.
Enquanto muitos países da Europa
estão voltando a restringir atividades sociais e determinando isolamentos após
registrarem aumentos recordes de casos, a Nova Zelândia, por exemplo, passou ao
seu nível de alerta mais baixo. No entanto, essa estratégia para lidar com o
coronavírus é, na opinião de diversos cientistas, limitada demais para deter o
avanço da doença. Com o passar dos meses, as medidas para evitar a propagação
da Covid-19 foram sendo endurecidas ou flexibilizadas em diferentes
partes do mundo segundo o aumento ou a diminuição dos casos locais.
“Todas as nossas intervenções
se concentraram em cortar as rotas de transmissão viral para controlar a
disseminação do patógeno", escreveu recentemente em um editorial
Richard Horton, editor-chefe da prestigiosa revista científicaThe
Lancet, medida amplamente adotada significativamente por outras autoridades
ligadas à saúde. Considere-se ainda que tal pandemia – de coronavírus - que,
aliás, foi declarada como tal pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
há, tão somente e apenas seis meses — está afetando de diversas formas nossa
percepção do tempo. E se tem um campo em que os limites do tempo parecem
ter sido alterados de forma inédita foi o da Ciência e que, "Embora
possa parecer uma eternidade, é um período (o da pandemia) muito curto para se
obter avanços em pesquisas", reconhecem diversos professores e autoridades
em pesquisas e saúde.
"A verdade é que a área
de pesquisas está recebendo um grande estímulo de outros campos",
levando a "muitas mudanças pioneiras e revolucionárias", tais
como:
· Colaboração entre equipes - "O
coronavírus promoveu a colaboração entre muitas equipes”, sendo certo que os pesquisadores
tendem a ser muito colaborativos, mas a pandemia foi um estímulo adicional. E
os resultados têm sido compartilhados rapidamente para todos os grupos ligados
ao tema. Ainda que a pressão exercida pela gravíssima situação sanitária e socioeconômica
mundial fez aumentar a colaboração de muitas universidades, grupos e centros de
pesquisa. É um fato!
· Sequenciamento do vírus - uma destas
áreas com forte colaboração internacional é também uma das que registra "grandes
avanços", mesmo considerando que o número cresce a cada dia, sendo
certo que a comunidade científica está colocando suas melhores ferramentas a
serviço desta investigação, “aumentando muito a capacidade de cálculo e de
revisão das alterações genéticas do coronavírus”, considerando que a Covid-19
“pode causar retrocesso na expectativa de vida em várias partes do mundo” e
que, no futuro, segundo estudos, “deverá ser sazonal como outros vírus
respiratórios”. De forma resumida diria ainda que, no campo da bioinformática
tem havido grandes inovações na análise da sequência do material genético de
cada vírus que infecta as pessoas.
· Testes – Técnicas de diagnósticos também
avançaram e se diversificaram na pandemia. Um dos grandes desafios no combate à
Covid-19 tem sido detectar pessoas infectadas a fim de isolá-las e,
assim, conter a disseminação da doença. O desenvolvimento de técnicas de
diagnóstico muito poderosas e que usam ferramentas de edição de genes — um
elemento muito importante da genética hoje, é um diferencial, permitindo ao pesquisador
reconhecer que testes de diagnóstico rápido são "menos sensíveis"
que os testes moleculares(PCR), e portanto muitos acabam não
sendo confiáveis para a tomada de decisões, mas têm a vantagem de oferecer
resultados imediatos e ajudar epidemiologistas a traçar um cenário sobre o
avanço (ou não) da doença em determinadas comunidades.
· A corrida da vacina - O fato deste
coronavírus e a doença que ele causa serem novos significa que ainda há muito
desconhecimento sobre eles. Mas há algo que para os especialistas é evidente:
a única maneira de chegar a uma imunidade coletiva é com uma vacina. E o
sucesso disto depende do cumprimento de alguns requisitos: “é preciso encontrar
uma candidata (vacina) que se mostre eficaz, segura e passível de ser
administrada à população de forma massiva”.
"Se, como diz a OMS, isso
acontecesse em 2022 — embora nos pareça distante —, seria um grande sucesso,
considerando o tempo que se levou para obter outras vacinas e aplicá-las em
grande parte da população mundial." Na verdade, o prazo usual para
o desenvolvimento de vacinas é de 15 a 20 anos; consideremos que agora,
pode ser que cheguemos a um recorde de um ou um ano e meio.
· Outros tratamentos - Além da corrida por
uma vacina, pesquisadores também estão dedicados ao desenvolvimento de
tratamentos para pacientes infectados com o novo coronavírus — seja com
medicamentos existentes, completamente novos, apostando no vírus como alvo ou
no fortalecimento do sistema imunológico. Residem também terapias em teste que
focam em diferentes fases da doença, desde as mais leves às mais graves. Ainda
que, a OMS monitora mais de 1,7 mil estudos com terapias em potencial pelo
mundo, dos quais 990 já estão recrutando pacientes para experimentos.
· Práticas de higiene - Outro grande
avanço, este não diretamente relacionado às pesquisas nos laboratórios, mas
que, é fundamental para o futuro, é a introdução na cultura dos cidadãos de
certos hábitos de higiene e prevenção que ajudarão a conter este e outros
surtos causados por vírus. Refiro-me a circunstância do uso de máscaras e
de se evitar locais com aglomeração, principalmente fechados, mesmo quando
residindo pessoas com sintomas gripais. Na verdade, estudos em diferentes
países já mostram que as medidas tomadas contra aCovid-19tornaram
a temporada de outras doenças respiratórias virais menos extensa e mortal.
Neste contexto, a importância
da Ciência, o que, significamente, cidadãos quiseram saber sobre
saúde e ciência, e fizeram-no diretamente com os especialistas e, estes, por
sua vez, têm se esforçado para se comunicar melhor, estimulados pela
busca por informação de qualidade por parte dos jornalistas e sociedade,
momento de uma mudança profunda e resultado da pandemia é que a sociedade
entendeu que a solução passa pela ciência. E considere-se que “comunicar
ciência não é fácil”, sendo certo que os avanços também são lentos e com base
em evidências muitas vezes não óbvias, que se modificam quando surgem novas
evidências. Assim, acredito que tem havido um grande avanço mútuo da ciência e
da sociedade, porque agora estão mais próximas do que nunca e devem se
apoiar.
Um brinco, usado no carnaval, que
tortura animais pela beleza
Segundo
Eclesiastes 3:1-8, que diz:
“Há para todas as coisas um tempo determinado por
Deus...
3 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo
para todo o propósito debaixo do céu.”
Naquela
oportunidade, num tempo distante, 7 anos - 16 Novembro de 2013 -
determinada pessoa advertiu-me, delicada, cuidadosamente, de certo modo
preocupada, assim:
“Cuidado com o ego.... o Pavão de
hoje pode ser o Espanador de amanhã...!”
A d. advertência,
extraída de um provérbio hindu, pegou-me de tal modo que entrelacei que nem e
feito linhas do crochê, enlaçando um com o outro, como as vidas que se misturam
no casamento. Então produzi, saciando tal sede que nunca acaba, atento pois que, doença pode
resultar de vontade exagerada, isto é certo:
O ESPANADOR E O
PAVÃO
O
espanador de fios macios aprisionados a um cabo, cujo destino é espanar a
poeira das superfícies, ou de qualquer coisa... Como a própria, a minha, a sua
dor!
Pode
incorporar, na dor contida do espanar, o verbo transitivo direto, rebatendo-se
violentamente, mesmo sem direção e chegando a assustar o jogador adversário que
o controla, se o olhar atentamente!
Então
ressurge como a um misterioso e espampanante Pavão, cujos machos erguem e abrem
em leque a longa cauda com plumas de um verde iridescente e caprichosos ocelos,
tal qual Fênix, do pó da poeira espanada, fruto da espanação, exigindo-lhe os
tafetás mais garridos...
“e uma arquitetura espampanante em estilo
só dele, nunca vista nem sonhada." (Conforme citou Aq. Ribeiro, Volfrâmio, c. 9, p. 276, já em 4ª
ed.) Que emendo:
Então, meu Pavão
misterioso, como a um canto choroso,
diz-me quando eu que
já lacrimoso, e sofrido e tortuoso...
torturado pelo
carnaval que tortura animais pela beleza:
“nesta cauda aberta em leque, me guarda
moleque de eterno brincar,
me poupa do vexame de morrer tão moço,
muita coisa ainda quero olhar!
Não temas
minha donzela, nossa sorte nessa guerra, eles são muitos, mas não podem voar!”