Philip Anthony Hopkins,
nascido em 31 de Dezembro de 1937, (83 anos), ator galês, produtor e
compositor, bateu o recorde de idade como vencedor da categoria de melhor ator
do Oscar por “Meu pai - The Father”!
Aparentemente, nem o próprio
acreditava em sua vitória no Oscar 2021. O agente do ator revelou que ele
estava dormindo quando seu Oscar foi anunciado na premiação. Ele que narrou em
várias ocasiões a sua luta contra o alcoolismo, a depressão e os ataques de
ira. E o remorso por ter abandonado uma filha recém-nascida. Ainda disse de
seu ódio a Shakespeare e a tudo que é britânico. Que tentou apaziguar seu
caráter mediante a sobriedade, mas seus demônios continuavam por trás dele.
Ainda que, por vezes, chegou a entrar no seu carro e dirigir durante semanas;
outras vezes a passar dias sem dirigir a palavra a ninguém.
Mais que em 1981, quando já
tinha ganhado dois Emmys seu pai morreu. E que nas últimas horas dele,
Anthony aproveitou para lhe dizer que o amava (era a primeira vez que dizia
isso a alguém na vida), mas só se atreveu a beijá-lo depois de morto.
E que sobre suas primeiras lembranças em Port Talbot, a localidade
siderúrgica do sul de Gales onde cresceu, os professores, colegas e mesmo seus
pais lhe “repetiam que era tonto demais para qualquer trabalho”. E que
nunca teve nenhum amigo e passava as tardes desenhando ou tocando piano.
Ainda, por vezes, não ia nem à
própria festa de aniversário, declarou:
“Eu me
sentia o mais idiota da classe, talvez tivesse problemas de aprendizagem, mas o
fato é que eu não conseguia entender nada. Minha infância foi inútil e
inteiramente confusa. Todo mundo me ridicularizava”.
E que, portanto, em determinado
momento entendeu que precisava sair de lá - onde nascera, Inglaterra - e
deixar de ser quem era. Ser rico e famoso! “Só então comecei a sonhar em morar
nos Estados Unidos”, referiu.
Em 1968, deixou a primeira
mulher, com quem tinha um bebê de quatro meses, porque percebeu que era “egoísta
demais” para criar uma família. Profissionalmente, sofria ataques de ira
durante as filmagens, chegava a sair no braço com os diretores, ou sumia sem
dar explicações. Anos depois, ele mesmo admitiria que, como não queria
beber durante a jornada de trabalho, sua agressividade aflorava porque sempre
estava de ressaca.
Em dezembro de 1975, lembrou, confessando à The New Yorkerno curso do mês passado que:
“... amanheceu
num motel de Phoenix sem ter a menor ideia de como tinha chegado lá. Nunca mais
voltou a beber. Admiti que tinha medo, o que me deu uma liberdade maravilhosa.
Eu me sentia inseguro, paranoico, aterrorizado. Temia não servir para nada, e que
não me encaixava em nenhum lugar”.
Esteve ausente numa premiação que
envolve, antes de tudo, o desempenho, a competência e performance
profissional... E que sua ausência na premiação envolveu algumas ponderações. O
que ocorreu e aconteceu é que o ator teve seu pedido negado para estar presente
na premiação virtual, já que a organização preferiu realizar o evento de
maneira presencial, com normas adequadas e o astro, de 83 anos, preferiu
não viajar por conta da pandemia do coronavírus. E mais que, essa regra
também se aplicou a Anthony Hopkins, o vencedor do Oscar mais velho de todos
os tempos, tido em repouso, estava dormindo em sua casa no País de Gales
na oportunidade. Isso porque, segundo seus representantes, ele não
demonstrou desejo de viajar para centros que estariam próximos como em Dublin
ou Londres.
Seus agentes ainda afirmaram
que imploraram para que ele tivesse permissão para usar o zoom, sem sucesso.
Não se rende e não é afeito à tais conveniências e oportunidades. Hoje, tem
consciência do que faz, vez que, consagrado um grande e significativo ator,
inclusive nas superações constantes e pessoais!
Ainda esta semana, quinta-feira à
tarde, com Isabel e transitando em frente à Escola Estadual Ibrahim Nobre -
R. Prof. Djalma Bento, 155 - Jardim Luanda, São Paulo - SP, 04678-020 - ela
chamou-me atenção para que observasse a inclinação do grande Pinheiro que, decorridos
7 anos, cresceu entre as árvores, parecendo ao longe perder sua sustentação,
por tal sua atual situação de inclinação.
Comentei-lhe que tempos atrás
fotografei um instante daquele. Na oportunidade da foto, até rimando - Março de
2014 - o objetivo era fotografar um pequeno gavião que, estando situado na
altura do Pinheiro, mergulhou célere destinando, possivelmente, alcançar sua
presa vista. O mergulho resultou tão rápido que, sequer consegui capturá-lo no
instante da foto. Acho que os tempos estão lhe alcançando... Mas, certamente,
ainda está vivo, pois que, vive entre 25 até 35 anos!
Pois bem, decorrido tal tempo,
hoje - sábado, sete anos após - qual não foi minha surpresa momento que
o Facebook reapresentou tal evento resultante das minhas memórias. Será
coincidência? Ou, alternativamente, “sincronicidade” cuja
experiência vivida de ocorrerem dois (ou mais) eventos coincidiram de uma
maneira que resultou significativa para mim e que, vivenciando essa "coincidência
significativa", sugere- se uma sincronia?
É muito provável que tal ave não
capturada na foto naquele tempo, apresentar-se Gavião-carijó, hoje melhor
lembrando, pois que, tinha o bico amarelado e calda branca de três faixas, uma
branca, ave que habita integralmente nas zonas urbanas, inclusive nidificando
em estruturas altas de tais arborizações, como da foto, para viver e lá
construir seu ninho com gravetos e folhas. A postura é de até 2 ovos...
Devia estar na juventude,
motivado pelo seu “autônomo mergulho que, a pino, passou no rasante que nem
um tiro”, sendo certo que nidificar, na periferia das cidades e áreas
abertas, não é incomum. Um belo exemplar... Um e outro, “os dois”!
“Para quem
passa noites em claro, use os recursos de seu próprio corpo e verá uma melhora
na qualidade do sono".
Este tem sido o anúncio de alguns
sites, blogues e "determinados ditos especialistas” que, e segundo os
quais, “a falta de sono destrói a libido”. Reconheço que a nossa qualidade de
descanso tem um impacto sobre nossos hormônios que, por sua vez, tem um efeito
direto em nossa vida sexual. Por isso é fundamental procurar adequar-se para
boas noites de sono e sonhos, bem sonhados!
Quem diria que a insônia poderia
ser solucionada com prazer... E pode! Embora existam muitos culpados pela falta
do sono de qualidade - desde o tempo gasto nas telas de celular, tv e
computador, do estresse, até ao consumo de cafeína em hora inadequada - de modo
contrário também existem algumas maneiras naturais e fáceis de estimular nosso
corpo e mente a descansar.
E tal momento é primordial!
Assim, procedamos aos recursos e, naturalmente, sabidamente, como em Reich -
WILHELM REICH e o livro “A função do Orgasmo". Antes
considerando que, desde a morte de Reich, tem havido uma procura insistente dos
seus escritos, o que indica fortemente que a chaga não alcançou o seu objetivo -
o encobrimento da verdade - as calúnias à sua pessoa, com vistas a
desacreditá-lo e assim desviar das suas significativas descobertas a atenção
geral, perderam algo - infelizmente não a totalidade - do seu impacto; e agora
se pode finalmente voltar a um desapaixonado exame de sua obra.
A FUNÇÃO DO ORGASMO foi o
primeiro dos escritos de Reich a ser traduzido em inglês. Não é um manual. É
mais uma biografia cientifica.
"Uma
apresentação sistemática não poderia dar ao leitor uma ideia de como (...) um
problema e à sua solução levam a outro; nem mostraria que este trabalho não é
pura invenção; e que cada uma das suas partes deve a sua existência ao
desenvolvimento próprio da lógica científica.”
Wilhelm Reich, que foi o
instrumento dessa lógica, que devesse morrer em uma penitenciária federal é
chocante! Que aqueles que se importavam com o fato não pudessem prestar nenhuma
ajuda, e que houvesse muitos que o compreendessem, mas não se importassem, é
trágico! Já não é possível ficar de lado e dizer: " – Perdoai-os porque
não sabem o que fazem”.
É tempo de todos sabermos o
que fazemos - e como o fazemos. É tempo de encontrarmos um caminho para acabar
com essa destruição da vida, e do conhecimento da vida. Esse conhecimento
existe e, devemos procurá-lo, conhecê-lo e praticá-lo... Devemos aprender a
tolerar a verdade!
E aqui volto ao tema, segundo o
qual devemos aprender a entender e a respeitar "a função bioenergética
da convulsão orgástica"; e devemos estudar para saber no que nos
tornamos, e o que fazemos, quando essa função é contrariada e negada. No
livro antes por mim referido encontram se algumas incursões neste saber,
conhecimentos e,nesses conhecimentos residem esperanças!
Senão vejamos: Um dos mais
eficazes? Pense e considere proporcionar um orgasmo a si mesma ou ter uma
relação com seu parceiro antes de dormir...Por que não? A primeira
perspectiva, cientificamente comprovadas – pelas quais os orgasmos são uma boa
ideia para o sono:
- Quando
nossas mentes estão ociosas, elas começam a divagar. É o ensaio...
- É parte da
composição química de nossos cérebros e muitas pessoas recorrem à meditação
para domar os pensamentos e dormir. Embora considere que encontrar seu zen
interior nunca seja uma má ideia, ato seguinte,
- a "masturbação"
também pode diminuir seus níveis de estresse, permitindo que sua mente relaxe. Considere!
Ademais, entre seus outros
benefícios, o orgasmo "reduz a produção do hormônio" natural
do estresse pelo nosso corpo, o "cortisol”. E a baixa produção
desse hormônio, assim como sua superprodução, também traz malefícios para o
nosso corpo. Ou seja, ambos os excessos dessa substância no organismo trazem
malefícios, porém de jeitos diferentes.
O sono, portanto, é peça
fundamental quando o assunto é estresse. Então, devemos enxergar que quando
dormimos, nosso cérebro funciona como um processador que exclui, elimina
informações que não iremos necessitar adiante, permitindo permanecer apenas o
necessário. Portanto, quando "dormimos mal ou não dormimos o tempo
suficiente” (8 horas por noite, minimamente e segundo pesquisas), o cérebro não
consegue efetuar a sua função, e as informações desnecessárias aquelas
inúteis, permanecem acumuladas promovendo cansaço e estresse para os tempos
posteriores, como o dia seguinte. De tal sorte que, conclui-se:
"pessoas
que sofrem de insônia possuem o estresse não só como causa, mas também como
consequência".
Ainda que, a providência do
orgasmo pode atenuar, "reduzir a dor”,até mesmo nas
oportunidades de menstruação, momento que, por vezes não se quer que
ninguém te toque. Considere que significativo número de mulheres que “sofrem
de cólicas menstruais”difíceis ou desconfortáveis não conseguem
imaginar qualquer outra posição para dormir que não a fetal para combater os
sintomas. Sofrível!
No entretanto, há estudos que
apontam para o recurso do orgasmo como "uma função de analgesia”. E
aqui, o termo analgesia preemptiva conceitua uma forma de analgesia
empregada antes do estímulo doloroso ser gerado, prevenindo ou presentemente,
diminuindo a dor subsequente, e potencialmente, resultando em menor
dor pré, durante e pós-menstruação. Exato. Nesta dimensão, pois, qualquer
procedimento, prática e tratamento ocorre em três fases. E é preciso saber como
considerar e colaborar com o próximo, o paciente, mesmo o parceiro, a se sentir
confiante e confortável em cada uma delas.
Seja por meio da masturbação,
mútuas brincadeiras ou relações sexuais, um orgasmo vaginal
pode liberar a pressão, permitindo que seu corpo relaxe e durma. Após o
sexo ou a prática tranquila e intensa da masturbação, químicos cerebrais e
hormônios podem trabalhar juntos promovendo facilitar o sono. Considere
ainda que, no momento quando você tem o orgasmo, após o ato sexual com seu
parceiro, desejas cair nos braços do mesmo? Também aconchegar-se bem perto e
recuperar o fôlego? Durante este período, seu corpo está liberando
naturalmenteocitocina, também chamada de oxitocina, que é um
hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na
corrente sanguínea. Encontram-se receptores de ocitocina em células de
todo o corpo. E tal hormônio exerce importantes funções no organismo e nas
sensações de prazer e afeto. Por esse motivo, também é conhecido como o hormônio
do abraço, o "hormônio do amor"!
Tais recurso nos ajudam e nos
permitem sentirmo-nos conectados ao nosso parceiro, a nós mesmos, proximamente,
intimamente, e até intensamente... Também promove regular
vários processos do cérebro, incluindo “o sono". Portanto, o ator
hormonal oxitocina elevada, nestes atos, promove o início do sono! Bom
assim? Boa noite!
O crescimento das internações por
covid-19 segundo dados do Censo Covid-19 com informações sobre a ocupação de
leitos específicos ocupados por unidade hospitalar pública no Estado de São
Paulo e, ainda a Plataforma que é usada para coordenar a intensidade de
providências relativas às questões e ao quadro da pandemia onde números
representam aumento na ocupação de
leitos em alguns hospitais públicos no Estado de São Paulo e agravados
pelo que restou recentemente apurado nos hospitais privados de São Paulo reacendeu
a luz do descontrole notável e respectivas “escolhas” de dados que,
possivelmente, influenciam a análise do aumento de casos, ligando o sinal de
alerta sobre uma possível aceleração na incursão da terceira onda da pandemia.
De acordo com epidemiologistas,
matemáticos, infectologistas, físicos e cientistas, é praticamente impossível
impedir que esse rebote ocorra, como mostram experiências com pandemias do
passado e a atual situação europeia. A dificuldade maior está em prever quando
ela exatamente vai localizar-se e se acentuar.
"Isso
depende de uma série de fatores, como a mobilidade de pessoas e a atividade
econômica das cidades, sobre os quais não temos controle nenhum", admite
um parecer científico de físico especializado em sistemas complexos e modelagem
epidêmica, de competência professoral da Universidade Federal de Viçosa (MG).
Covid-19: as lições que Brasil
pode aprender com esta segunda para terceira onda de casos.
A árvore 'indígena' que pode
ajudar no combate à covid-19. Alguns cálculos indicam que a situação da
pandemia, já possível sindemia, em certos lugares do Brasil já está se
agravando acentuadamente, quase como se estivéssemos emendando a segunda e a
terceira onda.
Os gráficos sobre a incidência de
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que são um indicativo sobre o
estágio mais sério das doenças infecciosas que afetam nariz, garganta e pulmões
(caso de gripe e covid-19), voltaram a subir substancialmente nesses últimos
tempos, colocando o sistema hospitalar em crise. Os números de casos
confirmados de covid-19 estão em acentuada alta em outros inúmeros locais, como
na cidade, na Grande São Paulo, no Estado de São Paulo e nos demais Estados do
Brasil. Assim, oriente acerca de ingredientes para a piora do cenário:
·Algumas projeções indicam que esse avanço, a
intensificação da onda, resultou agravada consequência do final do ano passado,
quando muitas pessoas viajaram e se reuniram com familiares e amigos para
celebrar as festas, mesmo o Carnaval, ou aproveitar os dias de calor frequentando
praias.
·Outro fator que pode pesar no futuro próximo é a
chegada de temperaturas mais frias a partir de abril de 2021. Durante o outono
e o inverno, as aglomerações em locais fechados se tornam mais frequentes, o
que favorece a disseminação do vírus.
Não dá pra ignorar também a
pressão social exercida para o relaxamento das regras tendo em vista o
funcionamento de estabelecimentos comerciais e, principalmente, o cansaço das
pessoas em se manterem e continuarem em isolamento, por mais que ele se configure
necessário. Diante de tantas possibilidades, a única certeza que os
especialistas possuem é que o Brasil tem uma chance de se organizar bem pelas
próximas semanas para criar ações e políticas capazes de diminuir infecções,
internações e óbitos.
"Precisamos
usar a ciência e os modelos preditivos, bem como correto emprego da
administração do Risco nos cenários requeridos para entender o que pode
acontecer num futuro próximo. A partir daí, podemos lançar mãos de medidas que
mitigam o impacto da covid-19 em nossa realidade".
Esta é uma consideração
matemática/atuarial, muito possível e provável. Outros especialistas e
cientistas podem e devem conjuminar esforços científicos nesse sentido, num
corpo organizado de conhecimento. É o que considero no acesso ao Blog, em
preliminar estudo.
Nos anos 1930, há pouco mais de
90 anos, milhares de flagelados da seca foram confinados e explorados em
instalações do governo. Mais de oito décadas depois, as únicas ruínas
remanescentes são tombadas! A solenidade de tombamento do sítio arquitetônico
do "Campo de Concentração" do Patu, num sábado (20/07),
localizado em Senador Pompeu, a 270 quilômetros de Fortaleza, representou o
reconhecimento de um capítulo trágico da história do Ceará e do Brasil.
Nesse campo, milhares de pessoas
sofreram e morreram, no início da década de 1930, de doenças, de maus-tratos e
de inanição. A construção tinha como objetivo evitar que retirantes
chegassem às cidades, principalmente à capital do Ceará - Fortaleza. Além
de isolados e confinados, os retirantes eram explorados como mão de obra
escrava em obras públicas.
Além do Patu, outros seis
campos foram instalados no Ceará durante a grande estiagem de 1932. Dois
ficavam em Fortaleza. Esses sete campos, no entanto, também não foram
pioneiros. Seu surgimento remonta aos “abarracamentos” (acampamentos
improvisados) instalados pelo Estado para abrigar os retirantes nas secas
de 1877 a 1880, quando Fortaleza foi ocupada por cerca de 100 mil
flagelados, mais do triplo de sua população na época.
Após novas estiagens, a ideia de
"concentrar" os retirantes foi se consolidando, como também o projeto
de modernização e embelezamento das cidades, como Fortaleza e tantas outras do
Norte e Nordeste do Brasil, acompanhado ainda da popularização da ideia do
darwinismo social, que à época ajudava a justificar ideologicamente o domínio
de uma "raça" sobre outra.
No Ceará, isso fez com que os
flagelados que procuravam abrigo na capital do Estado passassem a ser
aglomerados no "Campo de Concentração" do Alagadiço, em 1915.
Assim, era mais fácil escondê-los da população urbana! A designação "campo
de concentração" acabou oficialmente por substituir os antigos
“abarracamentos” na mesma época, sendo usada tanto pela imprensa da época
quanto pelo próprio governo, até fortemente local.
Na década de 1930, seria a vez de
o governo local criar sete novos campos desse tipo, entre eles o do Patu. Dessa
forma, o governo local trilhava um caminho já percorrido por outros países. Décadas
antes, na América do Norte, os EUA criaram campos desse tipo para internar indígenas
Cherokee. Também, considerando que cidade americana de Miami e a capital
cubana - Havana - ficam a cerca de 150 km de distância, o antigo governo
colonial de Cuba chegou a decretar que moradores que não quisessem ser tratados
como rebeldes fossem internados em "campos de reconcentración"
durante as guerras de independência da ilha (1868-1898).
Ressalte-se que o mesmo
ocorreu na África do Sul e nas Filipinas no final do século 19. Mas, apesar
desses usos locais, incluindo no Ceará, o termo "campo de
concentração" ganhou notoriedade com a chegada dos nazistas ao poder na
Alemanha, em 1933. Observemos ainda que entre os “campos cearenses” e
os “Konzentrationlager” nazistas há algumas semelhanças, mas também
diferenças fundamentais, como apontam ativistas, historiadores e membros do
Ministério Público envolvidos no processo de tombamento do Patu, à época.
É certo que o Estado brasileiro
não teve interesse em preservar a memória do campo que está localizado
dentro de uma área de uma autarquia federal chamada Departamento Nacional de
Obras contra as Secas (Dnocs) na oportunidade. Então, o MP estadual
partiu para uma proteção local, “um tombamento", no 'Campo de
Concentração' do Patu, tendo lá uma população de aproximadamente 20 mil
pessoas. Afinal, o que são 20 mil pessoas em 1932? É algo gigantesco,
parece-me! E desses 20 mil, embora não haja registros oficiais, pois não se
lavravam certidões de óbitos, a estimativa é que entre 8 mil e 12 mil pessoas
morreram e foram enterradas em valas coletivas. Uma monstruosidade!
Na época da construção do Patu, a
população de Fortaleza tinha cerca de 120 mil habitantes. Além de Senador
Pompeu e da capital, em 1932, outros "campos de concentração"
foram instalados nos municípios de Ipu, Quixeramobim, Crato e Cariús, é
o que se sabe, não precisamente. No entanto, pelo que me consta, a maioria
desses campos não resistiu à ação do tempo. O Patu, único "campo de
concentração" que restou dos dez instalados no Ceará entre 1915 e 1932
englobam 12 construções de estilo neocolonial, a chamada Vila dos Ingleses.
"Essas
instalações são anteriores aos campos de concentração nazistas e não tinham
obviamente a mesma finalidade dos campos da Segunda Guerra, mas tinham também
algumas semelhanças sórdidas",
salvo as “inspirações”, explicitou
determinado promotor público, num de seus vários relatos:
"A estrutura dos prédios; a
população distribuída em barracões; grande parte dessa população sendo atraída
ao local com falsas promessas de que teria acesso a trabalho, à comida, a
medicamentos e atendimento médico, o que não era realidade",
apontou Laprovitera, então
promotor, ainda mais considerando, possivelmente “salário e renda”,
usualmente hoje servido, recentemente, em “prato quente”:
"Mas,
enquanto nos campos de concentração nazistas a mortandade se deu por uma ação
estatal, nos 'campos de concentração' cearenses a mortandade se deu por causa
de uma omissão. Não havia comida, não havia água e as condições de higiene eram
muito precárias."
Frederico de Castro Neves,
determinado professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), ressalta
as diferenças entre os campos cearenses e os nazistas:
"Senador
Pompeu não é igual a Auschwitz. Aqui, a pessoa recebia uma
assistência, que era precária, discutível, mas era uma assistência médica. As
pessoas não eram carregadas para o campo, debaixo de violência, embora houvesse
uma tentativa de manter aquelas pessoas ali no isolamento".
Como se observa o darwinismo
social, a ideia da superioridade de uma raça sobre a outra, também
marcou o Brasil no início do século 20. Na Constituição de 1937, há um
artigo - Art. 138 - que diz que o Estado teria que 'estimular a educação
eugênica'."
"Então
tem esse aspecto do darwinismo social que justifica moralmente a implantação
dos campos. Há também a mão de obra, que foi usada como escrava, porque os
grandes açudes e as estradas foram feitas por eles, tudo em troca de
comida"!
Do campo cercado por arame farpado, os flagelados só podiam
sair para trabalhar. E o que se tem em parcos registros é que a segurança era
feita por guardas cujo pagamento era realizado em espécie, não havendo
documentos comprobatórios. Ainda mais a se considerar que:
"Todos os
'campos de concentração' e os ‘abarracamentos’, quando terminavam, eles tocavam
fogo em tudo. Para não deixar pista, não havia atestado de óbitos, não tinha
nada."
A historiadora Kênia Sousa
Rios, da UFC, relata em determinado momento, que somente no campo de Ipu, a
oeste do Estado, houve registros de mais de mil mortos entre 1932 e 1933. De
acordo com informações da época, o campo chegou a abrigar 6.507 flagelados.
Estima que o número total de flagelados nos campos tenha sido muito maior.
"No
período mais agudo da estiagem, em Dezembro do ano findo -1932 - elevou-se a
260 mil o número de operários diretamente empregados nas obras contra as secas,
sendo 236 mil, na Inspetoria, e 24 mil, na Rede de Viação Cearense [...]”.
Organizaram-se, dizendo mais que:
“Além disso, neste Estado, 'campos de concentração', por onde transitou mais de
um milhão de pessoas, atendidas com serviços de higiene e assistência”. Endossando
o dito anterior, e segundo o historiador Frederico Castro Neves:
“Foi o
horror provocado pelos campos de concentração alemães, construídos a partir de
1933 e cuja existência foi divulgada após o fim da guerra, que desencorajou
a construção de novas instalações desse tipo no Ceará após a Segunda Guerra
mundial”.
Afortunadamente, graças a Deus!
Pois que, quando teremos outros tantos "reconhecimento devidos" de
capítulos trágicos da nossa história, vividos no Brasil?
Nos anos 1930, há pouco mais de 90 anos, milhares de flagelados
da seca foram confinados e explorados em instalações do governo. Mais de oito
décadas depois, as únicas ruínas remanescentes são tombadas!
A solenidade de tombamento do sítio arquitetônico do "Campo
de Concentração" do Patu, num sábado (20/07), localizado em Senador
Pompeu, a 270 quilômetros de Fortaleza, representou o reconhecimento de um
capítulo trágico da história do Ceará e do Brasil.
Nesse campo, milhares de pessoas sofreram e morreram, no início
da década de 1930, de doenças, de maus-tratos e de inanição. A construção tinha
como objetivo evitar que retirantes chegassem às cidades, principalmente à
capital do Ceará - Fortaleza. Além de isolados e confinados, os retirantes eram
explorados como mão de obra escrava em obras públicas.
Além do Patu, outros seis campos foram instalados no Ceará
durante a grande estiagem de 1932. Dois ficavam em Fortaleza. Esses sete campos,
no entanto, também não foram pioneiros. Seu surgimento remonta aos
“abarracamentos” (acampamentos improvisados) instalados pelo Estado para
abrigar os retirantes nas secas de 1877 a 1880, quando Fortaleza foi ocupada
por cerca de 100 mil flagelados, mais do triplo de sua população na época.
Após novas estiagens, a ideia de "concentrar" os
retirantes foi se consolidando, como também o projeto de modernização e
embelezamento das cidades, como Fortaleza e tantas outras do Norte e Nordeste
do Brasil, acompanhado ainda da popularização da ideia do darwinismo social,
que à época ajudava a justificar ideologicamente o domínio de uma
"raça" sobre outra.
No Ceará, isso fez com que os flagelados que procuravam abrigo
na capital do Estado passassem a ser aglomerados no "Campo de
Concentração" do Alagadiço, em 1915. Assim, era mais fácil escondê-los da
população urbana!
A designação "campo de concentração" acabou
oficialmente por substituir os antigos “abarracamentos” na mesma época, sendo
usada tanto pela imprensa da época quanto pelo próprio governo, até fortemente
local.
Na década de 1930, seria a vez de o governo local criar sete
novos campos desse tipo, entre eles o do Patu. Dessa forma, o governo local
trilhava um caminho já percorrido por outros países. Décadas antes, na América
do Norte, os EUA criaram campos desse tipo para internar indígenas Cherokee.
Também, considerando que cidade americana de Miami e a capital cubana - Havana
- ficam a cerca de 150 km de distância, o antigo governo colonial de Cuba chegou
a decretar que moradores que não quisessem ser tratados como rebeldes fossem
internados em "campos de reconcentración" durante as guerras de
independência da ilha (1868-1898).
Ressalte-se que o mesmo ocorreu na África do Sul e nas Filipinas
no final do século 19. Mas, apesar desses usos locais, incluindo no Ceará, o
termo "campo de concentração" ganhou notoriedade com a chegada dos
nazistas ao poder na Alemanha, em 1933. Observemos ainda que entre os “campos
cearenses” e os “Konzentrationlager” nazistas há algumas semelhanças, mas
também diferenças fundamentais, como apontam ativistas, historiadores e membros
do Ministério Público envolvidos no processo de tombamento do Patu, à época.
É certo que o Estado brasileiro não teve interesse em preservar
a memória do campo que está localizado dentro de uma área de uma autarquia
federal chamada Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) na
oportunidade. Então, o MP estadual partiu para uma proteção local, “um
tombamento", no 'Campo de Concentração' do Patu, tendo lá uma população de
aproximadamente 20 mil pessoas.
Afinal, o que são 20 mil pessoas em 1932? É algo gigantesco,
parece-me! E desses 20 mil, embora não haja registros oficiais, pois não se
lavravam certidões de óbitos, a estimativa é que entre 8 mil e 12 mil pessoas
morreram e foram enterradas em valas coletivas. Uma monstruosidade!
Na época da construção do Patu, a população de Fortaleza tinha
cerca de 120 mil habitantes. Além de Senador Pompeu e da capital, em 1932,
outros "campos de concentração" foram instalados nos municípios de
Ipu, Quixeramobim, Crato e Cariús, é o que se sabe, não precisamente. No
entanto, pelo que me consta, a maioria desses campos não resistiu à ação do
tempo.
O Patu, único "campo de concentração" que restou dos
dez instalados no Ceará entre 1915 e 1932 englobam 12 construções de estilo
neocolonial, a chamada Vila dos Ingleses.
"Essas instalações são anteriores aos campos de
concentração nazistas e não tinham obviamente a mesma finalidade dos campos da
Segunda Guerra, mas tinham também algumas semelhanças sórdidas", salvo as
“inspirações”, explicitou determinado promotor público, num de seus relatos:
"A estrutura dos prédios; a população distribuída em
barracões; grande parte dessa população sendo atraída ao local com falsas
promessas de que teria acesso a trabalho, à comida, a medicamentos e
atendimento médico, o que não era realidade", apontou Laprovitera, então
promotor, ainda mais considerando, possivelmente “salário e renda”, usualmente
hoje servido, recentemente, em “prato quente”:
"Mas, enquanto nos campos de concentração nazistas a
mortandade se deu por uma ação estatal, nos 'campos de concentração' cearenses
a mortandade se deu por causa de uma omissão. Não havia comida, não havia água
e as condições de higiene eram muito precárias."
Frederico de Castro Neves, determinado professor da Universidade
Federal do Ceará (UFC), ressalta as diferenças entre os campos cearenses e os
nazistas:
"Senador Pompeu não é igual a Auschwitz. Aqui, a pessoa
recebia uma assistência, que era precária, discutível, mas era uma assistência
médica. As pessoas não eram carregadas para o campo, debaixo de violência,
embora houvesse uma tentativa de manter aquelas pessoas ali no
isolamento".
Como se observa o darwinismo social, a ideia da superioridade de
uma raça sobre a outra, também marcou o Brasil no início do século 20. Na
Constituição de 1937, há um artigo - Art. 138 - que diz que o Estado teria que 'estimular a
educação eugênica'."
"Então tem esse aspecto do darwinismo social que justifica
moralmente a implantação dos campos. Há também a mão de obra, que foi usada
como escrava, porque os grandes açudes e as estradas foram feitas por eles,
tudo em troca de comida"!
Do campo cercado por arame farpado, os flagelados só podiam sair
para trabalhar. E o que se tem em parcos registros é que a segurança era feita
por guardas cujo pagamento era realizado em espécie, não havendo documentos
comprobatórios. Ainda mais que:
"Todos os 'campos de concentração' e os ‘abarracamentos’,
quando terminavam, eles tocavam fogo em tudo. Para não deixar pista, não havia
atestado de óbitos, não tinha nada."
A historiadora Kênia Sousa Rios, da UFC, relata em determinado
momento, que somente no campo de Ipu, a oeste do Estado, houve registros de
mais de mil mortos entre 1932 e 1933. De acordo com informações da época, o
campo chegou a abrigar 6.507 flagelados. Estima que o número total de
flagelados nos campos tenha sido muito maior.
"No período mais agudo da estiagem, em Dezembro do ano
findo -1932 - elevou-se a 260 mil o número de operários diretamente empregados
nas obras contra as secas, sendo 236 mil, na Inspetoria, e 24 mil, na Rede de
Viação Cearense [...]”.
Organizaram-se, dizendo mais que: “Além disso, neste Estado,
'campos de concentração', por onde transitou mais de um milhão de pessoas,
atendidas com serviços de higiene e assistência”. Endossando o dito anterior, e
segundo o historiador Frederico Castro Neves:
“Foi o horror provocado pelos campos de concentração alemães,
construídos a partir de 1933 e cuja existência foi divulgada após o fim da
guerra, que desencorajou a construção de novas instalações desse tipo no Ceará
após a Segunda Guerra mundial”.
Afortunadamente, graças a Deus! Pois que, quando teremos outros
tantos "reconhecimento devidos" de capítulos trágicos da nossa
história, vividos no Brasil?
Tal seguinte justificativas às teóricas reflexões em pesquisa por mim realizada está afeita ao ensaio em pesquisa aliada à proposta de criação de um novo pensamento, um novo conhecimento, uma resposta, um estudo da Dra. Silvia Helena Cardoso – Lady Silvia – Mestre e Doutora (USP), Pós-doutorado (UCLA – Los Angeles), Ensino e Pesquisa (Unicamp e EDUMED), no seguimento do pensamento abaixo:
O primeiro artigo publicado de
que se tem registro usando a fotografia, e aqui me refiro à pesquisa de cunho
psicológico, data da última década do século XIX (Donaldson, 1890). Este
período coincide, tanto com o início do desenvolvimento da Psicologia, como
ciência reconhecida, como também com o desenvolvimento da própria fotografia,
que começava a se destacar naquele século.
Tal pesquisa utilizou o recurso
fotográfico na função de registro e tinha por objetivo encontrar relações entre
o construto “inteligência” e estruturas anatômicas do cérebro de uma
mulher... E aquela era surda-muda e cega!
Eu disse "aquela"... De
outro modo a fotografia como feedback não se preocupa com o autor da foto, mas apenas
com o resultado que esta gera sobre o participante. Azar do Sr. feedback! Esta
função também se diferencia da fotografia como modelo, uma vez que neste último
caso a imagem enfoca qualquer ação, pessoa, objeto ou símbolo e, no caso do
feedback, o
foco central é o próprio participante da pesquisa.
Assim, a fotografia foi
desenvolvida antes das câmeras de vídeo e dos computadores e vem contribuindo
para a construção do conhecimento científico, principalmente em referência à
Psicologia há mais de cem anos. Para a nossa sorte, a justificativa é razoável,
quando Silvia Helena Cardoso nos diz em determinado momento que:
"para
formar memórias, precisamos antes perceber o mundo, e nós o fazemos com os neurônios
que captam os sentidos, como a visão e a audição."
Porém, destaco que na memória
fica o primoroso registro da foto... E não precisa desculpar-se, pois que, é
procedente! A excelente fotografia, o impecável figurino, a profundidade do
olhar... Ah, esse olhar! E a ambientação relacionada ao assunto em tela
nos distraem, constroem... Mas a imagem de primeiro plano é inesquecível!
Se é verdade que se trata de “memórias
afetivas”, também é verdade que o registro têm um formidável potencial de
identificação e de comunhão, que justificam serem apreciados, como os
conteúdos, as boas emoções e sensações em vida que chamamos de memórias
afetivas. As tais que podem ser geradas por “fatos e fotos” que podem parecer
banais a uma primeira vista, mas que podem guardar fortes lembranças e
recordações.
O fato é que tudo isso
está guardado em nosso HD interno, chamado inconsciente, inesquecivelmente,
para nossa sorte!
Roberto Costa
Ferreira, 28 de Março de 2021,
Tudo isto posto acima resulta do excelente e ótimo
trabalho postado pela Dra. Silvia Helena Cardoso,
no Facebook, em 25/03/2021, conforme se lê:
Dra. Silvia Helena Cardoso – Lady Silvia – Mestre e Doutora (USP), Pós-doutorado (UCLA – Los Angeles), Ensino e Pesquisa (Unicamp e EDUMED)
Esta é uma técnica neuroanatomica
que permite uma visualização impressionante: as conexões entre os neurônios,
dentro do cérebro. Esta é a região do hipocampo, que se encontra no lobo
temporal, próximo às orelhas. O hipocampo é responsável por algumas funções,
como a formação das memórias. Para formar memórias, precisamos antes perceber o
mundo, e nós o fazemos com os neurônios que captam os sentidos, como a visão e
a audição. Outros neurônios ali analisam o significado da experiência e de cada
objeto daquela experiência. E outros, vão associar a experiência daquele
momento com as que já estão armazenadas no cérebro.
Também outros neurônios no
hipocampo avaliam as emoções daquelas experiências, e outros ainda informam o
local da experiência no tempo e no espaço. Todos esses neurônios chegam e saem
dali para informar ao hipocampo:
"Ô cara,
nós acabamos de ter uma experiência. Dá um jeitinho aí de associá-la com coisas
que você já sabe, reconstrua essa experiência, leve-a lá para cima no córtex
cerebral e armazene-a na gaveta de assuntos relacionados a ela. Basta olhar
para essa densa e intrincada floresta de "raízes", para nos darmos
conta de uma realidade bastante otimista:
·possuímos uma capacidade gigantesca, ou melhor,
astronômica, quase ilimitada, de aprender, armazenar o aprendizado e usá-lo nas
diversas situações da vida!
·E quantas coisas podemos fazer com a
aprendizagem!
Muitos neurônios ali estão
soltos, isolados uns dos outros. Para aprender, precisamos conectá-los; e para
conectá-los, precisamos adquirir novas experiências. Mas essas experiências
precisam ser significativas, caso contrário, elas se desconectam, e então
ocorre o esquecimento.
Que saibamos usar melhor as
potencialidades dessa poderosa massa neural, com boas leituras, boa escrita,
estudo, espiritualidade, apreciação da (boa) arte e da (boa) música, aquisição
de novas habilidades, trabalho.
_______________________
Nota: desculpem colocar foto pessoal em assunto científico. É apenas uma
adaptação ao algoritmo do "face"book, que identifica a face do
autor e então distribui a mensagem para mais pessoas de seu círculo de amigos.
A mudança de perfil de pacientes
acometidos pela Covid tem mudado muito, considerando que jovens ingressam,
significativamente, nessa escalada. Neste momento, lembro que, anteriormente,
já me referi à problemática em outras duas preliminares de estudos, momento que
considerei a Covid-19 não como uma pandemia, mas como uma sindemia. E que se
configura não como uma simples “mudança de terminologia”: entender a crise de
saúde que vivemos a partir de um quadro conceitual mais amplo abre caminho para
encontrar soluções mais adequadas.
Considerei ainda o dito, segundo
o qual, que o termo sindemia (um neologismo que combina sinergia e
pandemia) não tão novo assim, foi cunhado pelo antropólogo médico americano Merrill
Singerna década de 1990 para explicar uma situação em que “duas ou
mais doenças interagem de tal forma que causam danos maiores do que a mera soma
dessas duas doenças”.
“O impacto
dessa interação também é facilitado pelas condições sociais e ambientais que,
de alguma forma, aproximam essas duas doenças ou tornam a população mais
vulnerável ao seu impacto”, explicou Singer em entrevista à BBC News Mundo.
E mais, que “a interação com o
aspecto social é o que faz com que não seja apenas uma comorbidade”. Tal
conceito surgiu quando o cientista e seus colegas estavam pesquisando o uso de
drogas em comunidades de baixa renda nos Estados Unidos, há mais de duas
décadas. Eles descobriram que muitos dos usuários de drogas injetáveis sofriam
de uma série de outras doenças (tuberculose, doenças sexualmente
transmissíveis, entre outras), e os pesquisadores começaram a se perguntar como
estas coexistiam no corpo. Acabaram concluindo que, em alguns casos, a
combinação amplificou o dano. No caso da covid-19, "vemos como ela
interage com uma variedade de condições pré-existentes (diabetes, câncer,
problemas cardíacos e muitos outros fatores) e vemos uma taxa desproporcional
de resultados adversos em comunidades desfavorecidas, de baixa renda e de
minorias étnicas". Ainda, dita também na oportunidade da entrevista acima
referida:
“Doenças como diabetes ou
obesidades — que são fatores de risco para a covid-19 — são mais comuns em
indivíduos de baixa renda”. Afirmação de Tiff-Annie Kenny, pesquisadora da
Universidade Laval, no Canadá.
Tal pesquisadora trabalha no
Ártico com populações afetadas por insegurança alimentar, mudanças climáticas e
condições de moradia que dificultam o cumprimento das recomendações sanitárias,
como lavar as mãos ou manter distância social.
Mas não é esse o caso da maioria das doenças?
Na maioria das vezes, elas não têm um impacto
maior em grupos sociais com acesso menor a saúde, alimentação, educação e
higiene?
Elas não são quase sempre ampliadas quando
combinadas com outras ou com uma condição médica presente?
Quanto à interação biológica, nem sempre é assim, enfatiza a
cientista, pois que:
"Há cada
vez mais evidências de que a gripe e o resfriado comum são contra-sindêmicos.
Ou seja, a situação não piora. Se uma pessoa está infectada com os dois vírus,
uma das doenças não se desenvolve."
Observou ainda a pesquisadora que
“quanto ao aspecto social, o elemento-chave no caso de uma sindemia é que ela
agrega a interação de doenças”. Isso talvez nos clareie quanto a considerarmos
os Espaços das Migrações Transnacionais e seus perfis sociodemográficos
de imigrantes, principalmente entre 2013 e 2017 e visualizarmos Manaus hoje,
face à pandemia. Agora temos que, o que anteriormente configurava-se como
incertezas agora são afirmações.
Desse modo, o que ocorreu e ainda ocorre em
Manaus, atualmente, é culpa das variantes... De uma variante, a P1. Não tenho
dúvidas, é culpa dela! Os trabalhos hoje em curso sobre o sequenciamento
genético sobre Covid no Brasil mostram que a P1 surgida na oportunidade, em
Set2020 em Manaus, já está aqui e se instalando e espalhando como fogo. Na
verdade, todas as variantes estão no Brasil, mas, A P1 é “coisa nossa” e de
todas as outras variantes, quer sejam britânicas, africanas, norueguesa,
canadense ou coisa que o valha, ela, a P1 “come com farinha”. Tornando-se hegemônica,
portanto, quem estiver contaminado no Brasil e dentro em breve, “vai ser de origem
dela” ou por origem dela ou “das filhas dela” ... Assim, é certo que quando se
tem uma vantagem, ganha-se a corrida!
Consideremos portanto, que ela é
mais virulenta, 2x2xmais, ou seja 220% mais, ou seja se a COVID Normal passa,
no contágio, para os próximos três, um pouco mais, esta, a tal P! contagia 8 ou
9 pessoas em ambiente aberto... Se a Covid normal em ambiente fechado passa e
contagia 7 a 8 pessoas, esta última contagia 15 ou mais pessoas... Profunda
agressividade!Ao exemplo, se você entra
numa sala com uma pessoa que tenha P1 você será contaminado. Não tem jeito,
pois que, ela precisa de menos partículas virais para ser transmitida! Antes,
diante da Covid normal o contágio, em razão de tempo demandaria “meia hora, um
pouco mais”. Com a “tal P1” bastam menos de 10 minutos... Com poucos soldados
ela faz guerra! Sabemos ainda que ela tem a capacidade de se multiplicar mais e
ao mesmo tempo, bem por causa de tal quantidade, ela causa “uma doença mais
grave em pacientes mais jovens”! Compreendes este potencial! E não é necessário
residir “comorbidades”! É ainda problemática também porque “ela consegue
escapar do espectro da imunidade.
Tendo em vista a imunidade nata,
ou seja, de quem já pegou a COVID e tem GG positivo, de cada 10 contaminados, 6
pessoas se contaminarão novamente. Dá pra dormir? Então é assim... É mais do
que a metade. Desse modo deve-se compreender que está “começando uma nova
“pandemia e Março é o pior mês deste estado de coisas... É a pandemia da P1!
Uma nova onda, uma nova pandemia... Zerou o jogo e esta fase, significando para
o vírus que passamos de nível, “é a de nível hard”! Como se estivéssemos
começando do zero para o vírus. Para nós, todas as sequelas, todo o estado de
coisas vividos, todas as mortes, todo o desgaste físico ou emocional e
econômico estão aí. E teremos que enfrentar este pior inimigo, agora mais
cansados!
Agora temos que, o que
anteriormente configurava-se como incertezas agora são afirmações.
Não terminou não... E pra piorar,
um salzinho na ferida de verdade é de considerar que “ela mata mais”. Somando
todas esta características ela “ficou mais letal”. Ela não se importa se você
morre ou não... Transferindo-se para o próximo, silenciosamente, quando você
não está sentindo. Pra COVID é assim: se ela matasse 100% dos infectados, mesmo
assim ela seria uma pandemia. Por que é assim: primeiro ela passa, depois você
fica doente e infectado, depois você morre!
Assim, somando todas “estas
peculiaridades”, o efeito colateral dessas mutações, é que ela é mais letal,
algo em torno de 90 %, vindo a seguir o lado “mais perverso dela”, qual seja,
“ela ataca mais, ela ataca pior os pacientes mais jovens! Portanto, por todas
estas características e considerando que ela “faz uma carga viral mais alta nos
jovens”, realizando, na verdade, “carga viral maior nos idosos igualmente”, na
verdade os idosos já “faziam carga viral alta”, realizando uma carga viral de
10 a 15 mais filos do que a Covid normal! Se bem que, pra vírus isto não
é problema, acontece com outros tipos de vírus, mas, é suficiente para que “ela
consiga dar uma doença GRAVE” em pacientes que antes não tinham.
É como se, antes, os pacientes jovens
tivessem uma doença leve, normal, porque a imunidade deles dava conta do
recado. Agora, aquilo que acontecia com pacientes idosos de 60 a 80 anos, está
acontecendo com pacientes com 50, 40, 30 anos de idade! Portanto, essa Covid
atual, a P1, ela ´da uma doença nos mais jovens, como a COVID antiga dava nos
idosos. Isto é problemático! Isto
acontece em tempo real, hoje, atualmente! Nesse momento, 60 a 65 % dos
pacientes de COVID em UTI, de Covid no Estado de São Paulo tem menos de 50
anos... E sem “comorbidades”! Um perfil que não existia antes... Não se via antes tal rápida evolução em
pacientes jovens. Está ficando normal ter-se pacientes jovens evoluindo mal,
muito rápido e “sendo entubados”. Esta P1 está ficando pior,
verdadeiramente!
E por que esta P1 é tão terrível
e está ficando pior?Vejam, ela tem
todas as mutações que as outras tem, só que tudo numa coisa só. Ela nasceu
no pior terreno possível, mais árido, ela nasceu em Manaus... Manaus sofreu
muito na primeira onda da pandemia ao ponto que atingiu 70% da população, imune
pra Covid. Então, entendam um
coisa: sendo eu um vírus de Corona que nasci hoje e tendo capacidade de
infectar pessoas que já pegaram Covid e outras que nunca pegaram. Só que eu
saio pra rua e a chance de eu encontrar pessoas, infectar pessoas que já pegou
Covid é pequena, está no começo da pandemia... Então qual é a vantagem desse
“meu superpoder”? Nenhuma! Eu sou “um Covid raquítico, magrinho, eu vou apanhar
dos outros... Essa vantagem minha não é vantagem nenhuma!Só que daí, decorridos tempos como a um ano,
dois anos, acontece que as pessoas dessa mesma cidade estão com 70% das pessoas
imunes à Covid.
Os valentões que batiam em mim na escola, agora estão sem
emprego, não conseguem mais arrumar emprego e nas ruas, morrendo de fome nas
ruas, literalmente porque não conseguem mais infectar pessoas! É ai que “aquela
coisa que parecia inútil se torna algo incrível, com superpoder”. É aí que eu
vou crescer... Então, bem entre aspas, é como se a P1 tivesse sido forjada no
ambiente mais árido, mais terrível para um Covid poder se formar. Mas ela não
está pronta ainda não. Ela vai se aprimorar! E quanto mais pessoas se
contaminar, mais ela vai se aprimorar. É sempre assim, quanto mais gente pega,
mais mutações acontecem.
E isto é um problema, pois que,
isto aconteceu a um tempo, lá em Manaus, ou “nos passados ingressos locais”,
onde havia esta “coisa dita anteriormente de 70%”, e lembrem-se do “escape
vacinal de 60%”, mas que aqui a gente não tem, então não teremos os outros
40%que “vão conseguir se safar”, aqui
vai ser bem pior! Assim pergunto: que se pode fazer? Só mesmo zelando por sua imunidade e
com “máscaras”, “distanciamento social” e “vacinas”. Paciência e muita reza!
Quanto às máscaras e, para quem puder, pra quem quiser e pra quem der, usem a
melhor máscara possível, sempre! E a melhor é a N95. Use quando puder! É
claro que se você vai descer pra pegar uma pizza não precisa. Mas, se
você vai frequentar um ambiente fechado, um supermercado ou algo parecido,
pegar um ônibus... Use-a! Se não der, você deve usar uma máscara cirúrgica. A
máscara para tecido ficou para terceiro plano e quando não tiveres outra
alternativa, porém, use-a!
Alternativamente, tenho algumas
poucas notícias boas. Em referência às vacinas, parece-me que as tais
disponíveis funcionam “um pouquinho melhor” do que se imaginava. Alguns
trabalhos alarmistas dizendo respeito à Coronavac “que não funcionava”... Um
trabalho fantástico. Oito pessoas, apenas oito! Não serve pra nada. De outro modo,
já saiu uma preliminar dizendo que restou utilizado um maior número de pessoas
em pesquisa e esta, a ASTRAZENICA, a vacina de Oxford, não vai nem precisar de
update – atualização, modernização nos procedimentos – e que ela protege sim, a
que aqui está, e ela protege bem, inclusive contra a variante de P1 que é a
nossa que aqui está. Quanto à Coronavac, que a que tudo indica, a de vírus
morto, protege muito bem obrigado. A vacina da Pfizer, da Jansen, vacinas novas
e que “ainda estão sendo testadas”, ao que tudo indica “não perde tanto de
eficácia assim não...”. Assim, entendam uma coisa. Eu já vi “muito médico
vomitando que sempre pegar a doença é melhor que a vacina”.
Por primeiro, em
medicina não existe “o sempre”! Existem algumas doenças diante da qual a vacina
te dá alguma imunidade melhor do que “pegar a doença”. Cito o exemplo do HPV,
vírus que foi elaborado para burlar a sua imunidade. Um vírus herpes, como o
herpes de boca. Então, se você possuí-lo, é uma desgraça! Ele ingressará no teu
DNA e vai ficar pelo resto de sua vida dentro de teus neurônios! Então, quando
você ficar com sua imunidade baixa ele vai aparecer. Como o citado herpes de
boca! Assim, restou produzido paga “escapar dos teus glóbulos brancos”. Desse
modo, quando você toma uma vacina contra o HPV, você pega “um pedaço dele” e
“está dando de bandeja, de lambuja para os teus glóbulos brancos” e ele não tem
como fugir. Logo, você produz uma imunidade que, naturalmente, terias muita
dificuldade de produzir. Traduzindo, a vacina é melhor do que pegar a doença.
Para este caso concreto! A Covid
é assim?
Não sei ainda... Pelo que tudo indica, diante das diversas pesquisas sérias,
bem-intencionadas, parece que sim! Parece-me que as vacinas são melhores e mais
adequadas do que “pegar a doença”. Talvez pela capacidade que o vírus da Covid
tem de burlar, talvez por outras especificidades ainda desconhecidas do vírus,
mas, sabe-se que as vacinas “são muito eficazes e estão perdendo pouco dessa
eficácia”, conforme vem se comprovando nas experimentações em curso e trabalhos
de pesquisas posteriores. E mesmo que percam a parte de doença grave não está
perdendo! Tem um outro lado também e que deve ser considerado, momento que,
você vai pegar a doença e adiante, vai “rolar um dado”, onde sua doença pode
ser grave, leve, e você nunca sabe qual vai ser a sua resposta.
Diante de uma
doença levíssima, e a resposta foi muito baixa, pode ser que não fiquei com
imunidade alguma mas, no momento que tomei a vacina e “isto é padronizado”, eu
engano meu corpo dizendo que foi uma doença grave, séria... Então a resposta
que a vacina produz geralmente é alta”. Um exemplo prático: quantas pessoas que
“pegou Covid” e foi fazer o teste de sangue e deu negativo? Acredita-se que 60%
das pessoas é que faziam o IGG positivo depois de pegar a Covid. Sabes qual foi
a “taxa de soro conversão”, de fazer IGG Positivo da vacina, com menor
eficácia, que foi a Coronavac? Senhores, 90/95%... Quer dizer: quem pegou vírus
60% de “fazer anticorpos”, quem tomou Coronavac = 95%, 97%, dependendo da
pesquisa, de “fazer anticorpos”. Veja então que, parece que ela, a vacina, é
mais eficaz nisso. Ela engana mostrando que a doença é grave sempre. Vacinas
funcionam!
Assim, quando o governo federal diz
que vai comprar todas as disponíveis. Ótimo! Vai entrar numa fila imensa, mesmo
porque tais vacinas serão e estão sendo negociadas “com Deus e o Mundo”, até
chegar para nós, porque entramos no final, embora desconheçamos os “entremeios
das negociações e garantias exigidas antecipadamente”, esbarrando na pressão
política e suas veladas conveniências posicionando a situação contra o paredão
dos limites de gastos e “possíveis sonhos idealistas de vingança no troco do
possível impeachment”, e ainda, não bastando este meio de campo, considerando
também que todas estão dizendo que só trarão o possível no segundo semestre...
Gente, é recomendável “segurar as pontas”, protegerem-se e considerar que “o
inimigo – o Vírus daCovid P1 – este é
implacável!
Imperioso, visto que necessitamos
de “um projeto que articula o econômico com o social e ambiental,
subordinando o econômico e com a ousadia no tratamento da telemedicina”,
não como oportunidade de mercado para vender produto para populações menos
favorecidas e sim a telemedicina subordinada ao cuidado, colocando a
telemedicina como e a serviço do cuidado e não o cuidado a serviço do ganho da
telemedicina. Quanto às finanças e inovações, fala-se muito em “financeirização”,
mostrando que a lógica financeira e ganhos de acionistas, bem como “outros
interessados”, estão inviabilizando o investimento na ciência e tecnologia que
tanto necessitamos.
E na ciência e tecnologia temos
hoje constatado que “apenas e tão somente 8% dos novos medicamentos lançados na
Europa nos últimos 10 anos tiveram algum benefício para a Saúde”, mostrando
que a nossa própria ciência, tecnologia e inovação precisam ser orientadas e
tencionadas para atender um pedido da sociedade, pois que, “50% dos
medicamentos não tinham nenhum ganho para a saúde”. E a questão do
financiamento, outra ousadia, o financiamento ao SUS, por muitos tratado,
também como financiamento do desenvolvimento. Isto significa “sairmos da paz do
cemitério”, da paz que está gerando quase 300 mil mortos no nosso país.
Necessitamos da “paz do
desenvolvimento, da democracia e da equidade”. Assim, os estudos propostos
e em curso devem ter muito “essa ousadia de inversão dos termos tão
limitados”, que não são os termos ideológicos de quem não quer deixar
outros países, outras empresas, outras instituições, que façam parte da
produção, da inovação e na área da saúde. Hoje a área da saúde tem muita
influência e interesse econômico. Estamos vivendo essa situação, que é real, na
área das vacinas, então precisamos de ter capacidade de produção local, de
desenvolvimento tecnológico local, inclusive com vistas à cooperação global da
qual sou a favor. Uma outra globalização! A globalização movida pela
solidariedade e, quem não tem conhecimento e tecnologia sequer pode ser
solidário!
Queremos ser solidários com a
arte, mas para isso precisa-se de tecnologia, conhecimento e inovação. Assim
rompemos também, e digo, com uma visão democrática do nacional, é o
nacionalismo democrático ligado a uma globalização solidária. Invertemos
também, fugindo do nacionalismo autoritário e nefasto e foge-se de uma
totalização que só gera perversidade e exclusão. Isso deve ser uma ousadia que
perpassa todas as contribuições dos projetos, estudos de pesquisas e
desenvolvimentos que merecem ser ampliados com uma visão que supere a pobreza
de ditos pensadores e pensantes liberais sobre o financiamento à saúde em nossa
realidade.